sexta-feira, 19 de março de 2021

A DASH OF POETRY: «JACK AND JILL»

JACK AND JILL

Jack and Jill
Went up the hill

To fetch a pail of water,
Jack fell down
And broke his crown
And Jill came tumbling after.
Up Jack got
And home did trot
As fast as he could caper,
Went to bed
To mend his head
With vinegar and brown paper
.

Source: https://parenting.firstcry.com/articles/15-short-english-poems-for-kids-to-recite/ 

Poema recomendado e lido por: Maria Inês Matias, 6.º ano / Turma A

👉 Para ouvir o poema na voz da Maria Inês, clica aqui.

EU, LEITOR(A), SUGIRO «MAR ME QUER»

 

Já escrevi duas críticas ao livro «Mar Me Quer», do escritor moçambicano Mia Couto. Numa disse que não tinha gostado da obra. Na outra já foi o contrário. Esta terceira crítica vai reforçar a minha opinião, que é positiva, em relação a este livro. Começando pela sua forma. Forma? Sim, forma. A forma como foi escrito, a complexidade de cada frase, as palavras que não conhecemos (algumas até inventadas!), mas com um significado simples por trás, o que torna a escrita bonita, «estranha», mas interessante.

Há algumas palavras-chave importantes para entender a história, digo, há palavras que definem esta obra. Na minha opinião, a palavra que melhor define «Mar Me Quer» é «Mulher». E não por aparecer uma figura feminina na capa do livro, mas porque toda a história do livro gira em torno de uma mulher. E essa mulher chama-se Luarmina.

Há outros aspetos importantes no texto. Palavras que se encontram num par. E é sobre elas que eu agora vou escrever. Duas delas são «Homem» e «Animal», que afinal se ligam na obra, porque várias personagens parecem transformar-se em animal. Isso acontece, por exemplo, quando o pai de Zeca estava num barco com uma mulher, que ama, e ela cai ao mar. Agualberto lança-se à água, mas não consegue salvá-la. Quando regressa à superfície, depois de ter estado muito tempo debaixo de água, os seus olhos pareciam os de um tubarão! Outro exemplo aconteceu com Henriquinha, a antiga esposa de Zeca. Ela dizia que ia à missa todos os domingos, mas Zeca começou a desconfiar e um dia seguiu-a até à Duna Vermelha, onde viu que a sua mulher se estava a despir e a dançar. Furioso, empurrou-a falésia abaixo, sem nunca chegar a encontrar o corpo. Mas ouvia, isso sim, o tempo todo, gritos de gaivota pelo ar …

Depois temos a ligação «Terra/Mar», que podemos associar ao par «Vida/ Morte». Antes de Agualberto desaparecer, foi à sua Igreja, que era uma árvore. Colocou um coral preto no tronco da árvore e outro no chão. Depois, Zeca preparou o barco e seu pai entrou, navegando mar adentro, para não mais voltar. Antes, Agualberto tinha agradecido, em Terra, pela sua vida, mas foi o mar que ele escolheu como destino final, lugar onde ele julgava que tinha morrido (vivido?) a sua amada.

Com Zeca, também não é clara a diferença entre vida e morte. No final do livro, quando ele ouve o mar, vai adormecendo aos pedaços. Muitos leitores pensam que nesta parte ele morre, mas não, Zeca recomeça, isto é um recomeço.

A relação entre «Verdade» e «Mentira» acontece durante todo o livro, pois, o que Zeca vive com Luarmina é uma mentira. Ele acha que não tinha cuidado da amada do seu pai, acha que não tinha cumprido a promessa que lhe tinha feito, mas, afinal, sem saber, tinha cuidado dela o tempo todo. É isso que a Dona Luarmina lhe conta quando percebe que ele vai partir, pois ela própria era essa mulher.

A memória também tem neste livro um papel importante. Na terra de Zeca, não se lê, não se vê televisão, nem se ouve rádio.  Tudo é contado oralmente, de boca em boca. Luarmina pede a Zeca inúmeras vezes para lhe contar histórias, histórias verdadeiras, as suas memórias, mas Zeca nunca refere o seu passado, nunca fala do que se lembra, porque acha que isso não é interessante. Então, inventa. Inventa histórias para Luarmina.

As palavras «Passado», «Presente» e «Futuro» também se ligam, resumindo o tempo de uma forma aparentemente confusa. Há várias passagens em que isso acontece, mas, sem dúvida, a mais importante é quando Agualberto abençoa o filho, Zeca, e diz que ele há de morrer afogado num lençol de pano que vira ondas de água, e isso acaba por acontecer. O passado é recusado por Zeca e por Luarmina, pois magoou-os, mas ele acaba sempre por estar presente, em sonhos, memórias e profecias.

A palavra com que gostaria de terminar é «Sonho». Todo o livro acaba por ser um Sonho. Luarmina tinha o sonho de ter filhos. Zeca imaginava e sonhava as suas histórias para oferecer a Luarmina. O pai de Zeca vivia um sonho. Todo o livro é um sonho.

Em conclusão, eu gostei de «Mar Me Quer». Mas considero que para gostarmos dele não basta uma leitura. São necessárias pelo menos três. E não na mesma altura. Em alturas diferentes, porque assim estamos com disposições diferentes, e isso ajuda a saber se realmente gostámos do livro ou não.

 Mariele Venda, 8.º A, n.º 14.

quinta-feira, 18 de março de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «SAGA»

O conto «Saga» foi escrito por Sophia de Mello Breyner Andersen, que já escreveu várias outras histórias situadas na Dinamarca, porque o seu bisavô era daí. Este texto conta-nos a história de vida de Hans, que queria ser marinheiro. No entanto, como o seu pai não o permitia, Hans fugiu da ilha onde morava, Vig.

Gostei bastante desta obra, porque ela transmite-nos diversas lições de vida. Por exemplo, devemos ajudar os nossos filhos a seguirem os seus sonhos e compreender que o dinheiro não é a chave para a felicidade. Por outro lado, também aprendemos que não devemos tomar decisões precipitadas, porque nos podemos arrepender delas para o resto da vida.

Os pais devem incentivar os seus filhos a seguirem os seus sonhos, a nível pessoal e também profissional, pois se eles tiverem uma carreira indesejada, nunca conseguirão ser felizes nem se sentirão realizados com aquilo que fazem. Muitos pais projetam nos seus filhos aquilo que eles próprios gostariam de ter feito, mas, na minha opinião, isso é um grande erro. Todos nós temos o direito de fazer as nossas próprias escolhas e de realizar os sonhos que nos pertencem.

Outro dos ensinamentos deste conto é que o dinheiro não traz felicidade. De facto, mesmo que eu fosse a pessoa mais rica do mundo, eu não conseguiria ser feliz se não tivesse saúde ou a minha família ao meu lado.

Eu gostei muito de ler este conto e recomendo a sua leitura, a crianças e adultos, pois transmite uma mensagem de alerta para os pais, mas também para os filhos, que devem compreender que têm o direito de fazer as suas próprias escolhas.

André Sampaio, 8.º B, N.º 2.

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! «JÁ NÃO ME IMPORTO»

 POEMA 18


Fonte: FERNANDO PESSOA, Obra Poética, vol III, Círculo de Leitores, 1986, pp. 262, 263.
Poema recomendado por: Anita Marques, 7.º ano / Turma C 

👉 Para ouvir o poema na voz do Anita, clica aqui.

quarta-feira, 17 de março de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «A PÉROLA»

 

            Eu, leitora, sugiro o livro A pérola de John Steinbeck, porque me aconselharam esta obra e a professora de Português tinha-me dito que a história era maravilhosa e, embora seja uma história muito triste, gostei muito de a ler.

            Esta história fala-nos de Kino, um pescador, Juana, a sua mulher e Coyotito, o seu filho bebé. Eles são índios.

            Num dia de manhã, Kino e Juana estavam a tomar o pequeno-almoço e viram um escorpião a descer por uma das cordas que suspendia o berço do bebé. Kino tentou tirar o bebé do berço, mas não foi a tempo, o escorpião caiu e picou Coyotito. Juana sugou o veneno várias vezes, mas a picada estava a ficar inchada e avermelhada e o casal decidiu levar o bebé ao médico.  No entanto, o médico recusou-se a tratar Coyotito, porque eles não tinham dinheiro para pagar a consulta.

  Então, desesperado, Kino foi mergulhar, vezes sem conta, para tentar encontrar uma pérola, para poder dar um futuro melhor ao seu filho. Após várias tentativas, encontrou uma concha e, quando a abriu, saiu de lá a “pérola maior do mundo”.

 Kino decidiu que ia vender a pérola, pois Juana tinha-lhe dito que iam ser infelizes. Ela achava que a pérola dava má sorte. No dia seguinte, Kino foi ter com os compradores, que não mostraram interesse e ofereceram um preço baixíssimo pela pérola, pois eles pensavam que Kino ia cair no esquema deles e que assim iam conseguir comprar a pérola a um preço mais baixo.

          Alguns dias mais tarde, para se proteger, Kino teve de matar um homem que queria roubar-lhe a pérola. Kino e Juana decidiram fugir. Mas a canoa estava furada e a casa tinha ardido.

               Parecia que todo o mal se reunia à volta deles.

            O vento nesse dia estava forte, então não deixava pistas. O casal caminhou a noite inteira, no dia seguinte de manhã arranjaram um esconderijo e permaneceram por lá. Kino disse a Juana que havia batedores a rondar aquele sítio para encontrarem a pérola, então foram para as montanhas. Foram dormir numa caverna próxima.

           Viram os batedores a chegar, dois deles foram dormir e um ficou de vigia. Mal Kino viu aquilo, preparou um esquema para ficar com a espingarda do que estava a vigiar.

            No entanto, antes que Kino conseguisse chegar à espingarda, um dele deu um tiro para o ar, atingindo Coyotito e levando-o à morte.

              Depois disso, Kino matou os três homens.

            Eles voltaram para a cidade de La Paz, que era onde eles viviam. Foram até à praia, tiraram a grande pérola das roupas e jogaram-na na água. Para nunca mais terem vestígios e problemas com ela.

                                                                                      Maria Gouveia, 7.º ano / Turma C


MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA - «NÉVOA»

 POEMA 17

Caspar David Friedrich, «Caminhante sobre o Mar de Névoa», c.1817.

NÉVOA

A névoa envolve a montanha.
Húmido, um frio desceu.
O que é esta mágoa estranha
Que o coração me prendeu?

Parece ser a tristeza
De alguém de quem sou ator,
Com fantasiada viveza
Tornada já minha dor.
 
Mas, não sei porquê, me dói
Qual se fora eu a ilusão;
E há névoa em tudo o que foi
E frio em meu coração

                                                                  Fernando Pessoa


terça-feira, 16 de março de 2021

«ESTÓRIAS DA HISTÓRIA»: UMA HISTÓRIA DE AMOR NA IDADE MÉDIA

A atividade «Estórias da História» continua a propor-nos a leitura de livros muito interessantes, que nos permitem aprofundar conhecimentos adquiridos na disciplina de História e Geografia de Portugal.

Desta vez, com a leitura da obra Alberto na Idade Média, de Cidália Fernandes (texto) e Fedra Santos (ilustrações), os alunos do 5.º ano têm a possibilidade de viajar até à Idade Média e de conhecer Abelardo, um jovem e humilde jogral apaixonado por uma bela donzela nobre. Paralelamente, vão sendo abordados conteúdos que nos permitem perceber melhor como era a vida naquela época.


Se já fizeste uma leitura atenta desta obra, realiza o quiz, que a seguir se disponibiliza e faz uma autoavaliação sobre a compreensão do texto.

Para aceder ao quiz, clica aqui.


MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «URGENTEMENTE»

 POEMA 16


Fonte: EUGÉNIO DE ANDRADE, Poesia e Prosa: 1940-1979, vol. I, Lisboa, INCM, 1980, p. 118 (in P7 - Português 7.º ano, p. 197)

Poema recomendado por: Daniel Francisco, 7.º ano / Turma A

👉 Para ouvir o poema na voz do Daniel, clica aqui.

segunda-feira, 15 de março de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR»

                   

O livro que vou levar para a minha vida é «História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar», do escritor Luis Sepúlveda que, infelizmente, faleceu em 2020 vítima de Covid-19.

É um livro que me motivou, pois ficamos sempre curiosos para saber como o gato vai resolver o seu problema...

É uma história cheia de descrições, por isso, ao lermos conseguimo-nos imaginar no local onde a história está a acontecer, como é o exemplo das gaivotas a sobrevoarem o Porto, o bazar do amigo ou ainda a torre onde a gaivota fez o seu primeiro voo.

Este livro é uma fábula que chama a atenção para os derrames de petróleo no mar, que acontecem com muita frequência, e são os animais muitas vezes as vítimas destas catástrofes. Foi nisso que o autor se inspirou para o começo desta história.

O livro fala sobe o valor da amizade que pode existir entre seres diferentes. É também sempre importante cumprir as nossas promessas e é curioso como o autor consegue fazer com que um gato e uma gaivota se deem tão bem. É um livro com uma leitura fácil e muito cativante.

Cheguei à leitura deste livro a partir de um concurso da escola, «Pares de Leitura», depois de o meu par ter lido esse livro e mo ter recomendado também. Mais tarde, no sétimo ano, li-o novamente na aula de Português.

Para concluir, recomendo a todos este livro, porque está cheio de peripécias, aventuras e suspense.

Filipa Marques, 9.º B, n.º 7.

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO»

POEMA 15

John William Waterhouse (1849-1917), «The Lady of Shalott», 1888.

NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO

Não sei quantas almas tenho.

Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
 
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
 
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: <<Fui eu?>>
Deus sabe, porque o escreveu.

                                                                       Fernando Pessoa

 

Poema e imagem recomendados por: Leonor Valério, 8.º ano / Turma A

Data de consulta: 10-03-2021.


domingo, 14 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AS PALAVRAS»

POEMA 14 

Fonte: EUGÉNIO DE ANDRADE, Poesia e Prosa: 1940-1979, vol. I, Lisboa, INCM, 1980, p. 134 (in P7 - Português 7.º ano, p. 196)

Poema recomendado por: Dinis Messias, 7.º ano / Turma A

👉 Para ouvir o poema na voz do Dinis, clica aqui


sábado, 13 de março de 2021

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2021

 

Já foram apurados os alunos que representarão o Concelho de Monchique na Fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura 2021, cuja organização estará, no corrente ano, a cargo da Biblioteca Municipal de Tavira.

1.º CICLO

  • Beatriz Flor Nunes Duarte;
  • Jorge Duarte;
  • Matilde Maria da Costa Messia.


2.º CICLO
  • Daniela Morales dos Reis;
  • Miguel António Varela Francisco Valério;
  • Sofia Martins Duarte;

3.º CICLO
  • Carolina Gonçalves Morais
  • Gil de Alfarrobinha e Matos
  • Inês Isabel Duarte Inácio

As provas estão marcadas para o dia 13 de abril, às 11 horas, e realizar-se-ão online.

Para esta fase os alunos terão de ler as seguintes obras:

1.º CICLO



2.º CICLO

3.º CICLO

   

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «ODE À PAZ»

 POEMA 13

Georgia O’Keeffe (1887-1986), «Light of Iris», 1924

ODE À PAZ

Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas aves que voam no olhar de uma criança,
Pela limpeza do vento, pelos atos de pureza,
Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
Pela branda melodia do rumor dos regatos,

Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas flores que esmaltam os campos, pelo sossego dos pastos,
Pela exatidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos aromas maduros de suaves outonos,
Pela futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre as portas da História,
                               deixa passar a Vida!

                                                                        Natália Correia


Poema e imagem recomendados por: Beatriz Reis, 9.º ano / Turma B

Data de consulta: 10-03-2021.


sexta-feira, 12 de março de 2021

+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 7

NOTA PRÉVIA

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a poluição do ar dentro e fora de casa seja responsável por cerca de 7 milhões de mortes prematuras em todo o mundo. A maioria dessas mortes – 4,2 milhões – está associada à poluição ambiental (externa). Sendo este um problema que afeta todo o planeta, foi necessário criar protocolos entre muitos países com o objetivo de estabelecer controlos rígidos aplicados às substâncias prejudiciais que são lançadas para a atmosfera e que prejudicam a vida na Terra.

QUESTÃO

Clica sobre a imagem para a veres melhor.

Dois dos protocolos ou acordos importantes que têm contribuído para a diminuição da poluição atmosférica são:

A - O Protocolo de Quioto, cujo objetivo é contribuir para a diminuição do aquecimento global do planeta e o Protocolo de Montreal, que visa diminuir a emissão de CFC, responsável pela destruição do ozono atmosférico.

B - O Protocolo de Montreal, cujo objetivo é contribuir para a diminuição do aquecimento global do planeta e o Protocolo de Quioto, que visa diminuir a emissão de CFC, responsável pela destruição do ozono atmosférico.

C - O Acordo de Paris, que visa alcançar a descarbonização das economias mundiais e estabelece, como um dos seus objetivos de longo prazo, limitar o aumento da temperatura média global a níveis bem abaixo dos 2ºC e o Protocolo de Montreal, que tem como objetivo diminuir a emissão de gases com efeito de estufa.

D - O Acordo de Paris, que visa alcançar a descarbonização das economias mundiais e estabelece como um dos seus objetivos de longo prazo limitar a emissão de CFC para a atmosfera, contribuindo para que o aumento da temperatura média global seja limitado a níveis bem abaixo dos 2ºC e o Protocolo de Quioto, que visa contribuir igualmente para a diminuição do aquecimento global do planeta.

PRESTA ATENÇÃO:

Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que constam do tutorial «Como pesquisar na Web», disponibilizado na pasta dos Tutoriais ("Serviço de Referência da Biblioteca Escolar", coluna da direita deste blogue).

Responde à questão no formulário que se segue.

👉 Clica aqui.

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «POEMA DO FECHO-ÉCLAIR»

 POEMA 12


Fonte: ANTÓNIO GEDEÃO, Obra completaLisboa, Relógio d'Água, 2007, pp. 202-203 (in P7 - Português 7.º ano, p. 178)
Poema recomendado por: Tomás Afonso, 7.º ano / Turma A

👉 Para ouvir o poema na voz do Tomás, clica aqui.

quinta-feira, 11 de março de 2021

SELO CURIOSO 17 - HISTÓRIA (HITLER)

A coleção de selos antigos da biblioteca escolar tem levado alguns leitores deste blogue a investigarem, nos seus pertences, a existência de exemplares que possam ter algum interesse histórico e/ou artístico.

Curiosamente, um dos professores de História do nosso agrupamento de escolas descobriu um selo, emitido pela República da Alemanha, provavelmente no ano de 1942, que se enquadra perfeitamente nos conteúdos que os alunos estão a abordar no 9.º ano de escolaridade, no âmbito do estudo da 2.ª Guerra Mundial. 

Desafiada uma aluna a realizar uma pesquisa sobre o selo em causa, foi-nos apresentado o excelente trabalho que a seguir se publica.


ADOLF HITLER

 Adolf Hitler nasceu em 1889 e faleceu em 1945. Foi um político e ditador austríaco que governou na Alemanha de 1933 a 1945 e é historicamente conhecido como um dos nomes mais marcantes do século XX e da história humana. Ele marcou a história de forma negativa, pois foi o líder de um dos piores regimes totalitários existentes e foi um dos que fundamentaram um dos maiores genocídios da história da humanidade: o Holocausto.

Em 1914 alistou-se no Regimento de Infantaria do Exército alemão para lutar na Primeira Guerra Mundial. Pela sua bravura, recebeu a condecoração da Cruz de Ferro, mas, depois do final da guerra, como tantos outros, ele também não conseguiu arranjar um emprego. A Alemanha do pós-guerra passava por uma transformação social e o colapso da monarquia e da economia fizeram com que o terreno se tornasse fértil para o crescimento de filosofias extremistas, que iam do comunismo ao nacionalismo. Nessa época, Hitler viajou para Munique, onde se tornou um dos primeiros membros do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães – abreviado como Nazi.

Durante a depressão económica mundial (1929), tornou-se possível aos nazis fazer avanços políticos face ao descontentamento do eleitorado alemão. Devagar, passaram a ser reconhecidos como um partido político legítimo, e Hitler, sendo um orador brilhante, começou a destacar-se e a receber vários apoios. No ano de 1933, o Partido Nazi já era tão poderoso que o presidente Paul von Hindenburg  viu-se forçado a fazer Adolf Hitler chanceler da Alemanha. Imediatamente ele começou a valer-se de sua nova posição para derrubar Hindenburg e assumir o controlo ditatorial da Alemanha. Ele decidiu, para além disso, rearmar militarmente a Alemanha e reafirmar os seus interesses territoriais na Europa, sendo o principal responsável pelo começo da II Guerra Mundial.

Percebendo que o fim estava próximo, Adolf Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril de 1945, aos 56 anos. Estava acompanhado pela sua mulher, Eva Braun, com quem ficou apenas um dia casado após longos anos de relacionamento. De acordo com o seu desejo, o corpo foi incinerado e as cinzas espalhadas para que nada caísse nas mãos dos soviéticos.

Autora do trabalho: Beatriz Vaze, 9.º ano / Turma B

(sites consultados a 01/03/2021) 

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AS AMORAS»

POEMA 11
«Pequena Silva»
Fotografia de Rafael Mendes

 AS AMORAS

O meu país sabe a amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.

                                                           Eugénio de Andrade


Poema recomendado por: Rafael Mendes, 9.º ano / Turma B.
Data de consulta: 20-02-2021.
Imagem: Fotografia de Rafael Mendes

quarta-feira, 10 de março de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «A LUA DE JOANA»

 

Após nove anos de leitura, eu li muitos livros marcantes. No entanto, o que eu considero como «o livro da minha vida» é «A Lua de Joana», de Maria Teresa Maia Gonzalez.

Eu considero este livro como um livro que ninguém pode morrer sem ler, porque fala de uma situação que atualmente desgraça ou até tira a vida a muitos jovens e adultos. Este livro fala de drogas, mas não da vida da pessoa que se drogou. Fala sobre o sofrimento que as pessoas em volta têm quando um amigo ou familiar morre, ou de «overdose» ou de algo provocado indiretamente pelas drogas. Ao ler este livro, consigo compreender o perigo das drogas e, por este assunto ser algo tão atual, eu acho que é perfeito para jovens da minha idade ou mais velhos lerem, para verem se compreendem que não podemos deixar este «vírus» contagiar mais pessoas.

Por outro lado, também considero este livro como um livro muito marcante, porque a personagem principal, Joana, era uma adolescente que se sentia muito só, em casa, e após a morte de sua avó, ela fica «sem chão» e começa a drogar-se. Assim, com este livro também compreendemos o motivo de certos jovens irem pelo caminho da toxicodependência.

Após ter refletido um pouco sobre este livro, posso também dizer que a história do mesmo tem algumas semelhanças com um livro que li recentemente, «O Meu Pé de laranja Lima», de José Mauro de Vasconcelos, porque tanto Zezé como Joana se sentiam sós e, apesar da situação de Zezé ser mais grave, não atenua de forma alguma os problemas de Joana. Para além disso, Zezé não foi para o inferno das drogas, porque tinha Manuel Valadares para lhe guiar o caminho, enquanto que à Joana lhe tinha morrido o seu porto seguro.

Concluindo, este livro foi «o livro da minha vida», porque fala sobre um assunto atual e delicado e também, de certa forma, nos ajuda a compreender os motivos pelos quais as pessoas se drogam.

 Matilde Duarte, 9.º A, n.º 11.


MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «O INTERVALO ENTRE O RAIO E O TROVÃO»

 POEMA 1O


Fonte: EDUARDO JORGE DUARTE, O Intervalo entre o Raio e o Trovão, On y va, 2019, p. 11
Poema recomendado por: António Duarte, 7.º ano / Turma A.


👉 Para ouvir o poema na voz do Antónioclica aqui.

terça-feira, 9 de março de 2021

11.º DESAFIO DE ESCRITA

MARÇO é o mês escolhido no nosso agrupamento de escolas para celebrarmos a poesia. E o nosso desafio de escrita vai ao encontro dessa celebração. Desafiamos, por isso, os nossos alunos e alunas, professores, encarregados de educação e demais elementos da comunidade educativa a construir um bonito poema, um acróstico, a partir da palavra POESIA.

NOTA: Recordamos que um acróstico é uma composição poética em que cada verso começa por uma das letras da palavra que lhe serve de tema.

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER»

 POEMA 9


Fonte: INÊS PUPO, 101 Poetas, Afragide, Caminho, 2010, p. 34.

Poema recomendado por: Francisco Duarte, 7.º ano / Turma C.


👉 Para ouvir o poema na voz do Franciscoclica aqui.

segunda-feira, 8 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - « REI, CAPITÃO, SOLDADO, LADRÃO..»

 POEMA 8


Fonte: LUÍSA DUCLA SOARES, Poemas da Verdade e da Mentira.

Poema recomendado por: Martim Duarte, Turma D2 - 4.º ano.



EU, LEITOR(A), SUGIRO «O PRÍNCIPE CRUEL»

 

É muito difícil escolher «o livro da minha vida», pois ainda sou uma leitora jovem com muitos livros pela frente, e posso dizer que sei escolher muito bem os meus livros, então, gosto de todos os que leio.

Mas o livro que conquistou o meu coração é «O Príncipe Cruel», da escritora norte-americana Holly Black. É uma distopia em que somos apresentados a um mundo de fadas, mas elas não são como nós as conhecemos, elas são más, preconceituosas e sádicas, mas são também criaturas muito belas e por isso às vezes queremos ser como elas.

Conta-nos a história de Jude, que é raptada juntamente com as suas irmãs e levada para Elphane, e aí terá de se adaptar a viver rodeada de seres feéricos e a superar muitos desafios.

Eu gosto muito deste livro, pois ele tem reviravoltas brilhantes e a história está narrada de tal forma que ficamos bastante presos a ela e queremos acabar logo o livro.

Para além disso, as personagens estão muito bem construídas, há representatividade, é muito fácil identificarmo-nos com eles e apegarmo-nos … Para não falar da parte dos romances, que são perfeitos. É um livro fantástico para exercitar a imaginação, pois descreve paisagens lindas, pessoas maravilhosas. Tudo neste livro é lindo!

E é por isso que o livro da minha vida é «O Príncipe Cruel».

                      Beatriz Reis, 9.º B, n.º 4.

domingo, 7 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «DE TANTO OLHAR O SOL»

 POEMA 7


Poema recomendado por: António Duarte, 7.º ano / Turma A.


👉 Para ouvir o poema na voz do António, clica aqui.

sábado, 6 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AMAR!»

 POEMA 6


Fonte: https://www.culturagenial.com/maiores-poemas-de-amor/ 

Poema recomendado por: Gustavo Casaca, 7.º ano / Turma C.


👉 Para ouvir o poema na voz do Gustavo, clica aqui.