quinta-feira, 20 de setembro de 2018

MONCHIQUE NAS PÁGINAS DO «LE MONDE DIPLOMATIQUE» PELA PENA DE EDUARDO DUARTE

O escritor monchiquense Eduardo Jorge Duarte volta a estar em destaque na última página da edição portuguesa do «Le Monde Diplomatique», no mês de setembro.
Desta vez, a narrativa cedeu lugar à poesia e a catástrofe dos incêndios marca a melodia de um poema feito das emoções de um geógrafo escritor que traz os «marcos existenciais» esculpidos na Serra de Monchique cujas fragas são, citando o autor no poema «Perfil», «sangue a correr-(lhe) nas artérias».

O poema agora publicado é um grito de esperança, que profetiza «Um reino onde haverá pomares/ Sempre em flor» e um «futuro já em fruto», a fazer esquecer «A noite espalhada pelos lugares», «Hectares e hectares/De escuridão e dor».


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

PAIS VOLTAM À ESCOLA NO 1.º DIA DE AULAS

O primeiro dia de aulas, no Agrupamento de Escolas de Monchique, foi dia de receção a pais e encarregados de educação dos alunos do 1.º e do 5.º ano.
A Biblioteca Escolar foi um dos espaços visitados pelos pais, que ficaram a conhecer os recursos e os serviços disponibilizados e algumas das atividades desenvolvidas. 
Num ambiente informal e descontraído, animado por um «chazinho» e uma fatia de bolo, muitos dos pais recuaram à adolescência, recordaram os seus tempos de escola e as comparações foram inevitáveis.




A leitura marcou presença neste encontro e os pais foram convidados a conhecer a obra de Manuel do Nascimento, patrono da escola dos 2.º e 3.º ciclos, recebendo um dos dois títulos que foram reeditados.



quinta-feira, 13 de setembro de 2018

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

PAIS E FILHOS NO 1.º DIA DE AULAS

O ano letivo 2018/2019 começa a 14 de setembro no Agrupamento de Escolas de Monchique.
No primeiro dia de aulas, os alunos do 5.º ano vêm acompanhados pelos pais/encarregados de educação e a escola abre-se à comunidade, dando a conhecer o seu espaço, os serviços, os recursos e a organização.
A Biblioteca Escola aderiu a esta iniciativa da Direção do Agrupamento e o encontro com os pais está marcado para as 10h00.


sexta-feira, 22 de junho de 2018

À RODA DOS LIVROS: ESTÓRIA DE UMA ESPIRAL SEM FIM À VISTA

«Acontece um big bang invisível, muito discreto, sem consequências dignas de nota, ninguém deu por nada. Vai haver um entardecer e uma manhã; o senhor Swann há-de vir jantar nessa noite, está um dia magnífico, é tempo de férias, e, apesar de tudo, houve qualquer coisa que falou.
Então, é o fim de tudo o resto? Claro que não; é só um regresso à clandestinidade, a uma forma de selvajaria, no sentido em que Claudel dizia que Rimbaud era «um místico em estado selvagem». Às vezes acontece-nos cruzarmo-nos com jovens vagabundos como estes, ainda incendiados por uma palavra nascida nas profundezas de uma biblioteca. Quem lhes falou? Que livro foi esse? A quem pertencem essas palavras espantosas? Não há resposta.»[1]
Ou talvez haja. Não uma. Dezenas: Catalina, Uruguai, «O Principezinho», Antoine de Saint-Exupéry e o segredo da raposa, antiquíssimo, mas - juro-te - só o ouvirás muito depois (escuta bem, «O essencial é invisível para os olhos...»); Mariana, Cidadã do Mundo, «Se isto é um Homem», Primo Levi, lembra-te, sim tu, lembra-te, lembra-te, «acontece facilmente, a quem tudo perdeu, perder-se de si próprio»; Tomás, Portugal, Monchique, «O conto da ilha desconhecida», José Saramago «acordou» - imagine-se! -  «abraçado à mulher da limpeza, e ela a ele, confundidos os corpos, confundidos os beliches, que não se sabe se este é o de bombordo ou o de estibordo.»

Há ainda o Leonardo, a Mein, a Catarina e o «Fantasma de Canterville», que levaram a professora (literalmente!) a correr para a livraria mais próxima ao encontro de Oscar Wilde só para aprender isto, que afinal tínhamos todos razão: «Pobre Sir Simon! Devo-lhe muito. Sim, não te rias, devo mesmo. Ele fez-me ver o que é a Vida, e o que significa a Morte, e porque razão o Amor é mais forte do que ambos.» E o Rafael, na sua primeira vez, com «A arte subtil de saber dizer...» coisas bonitas, inchado de orgulho por ter comprado o livro naquela livraria famosa «onde a professora vai» (e sorri amorosamente, o espertinho, eu sorrio depois, às escondidas). A Sara que chora abraçada ao «Rapaz de pijama às riscas». O Bruno que carrega «35 quilos de esperança». O Gonçalo a iluminar-se «Numa escuridão bonita». O Bernardo a saltitar no «Montanário» e eu, de asas abertas, ao encontro do corvo no sobreiro. Agustina Bessa-Luís, «A mãe de um rio» e de todos nós, a doirar os dedos do segundo Rafael. Carolina, fortíssima no seu casaco vermelho, a passar para o outro lado de nós só porque disse: «Bom dia. O meu nome é Veronika e decidi morrer». O João que trocou o Senhor Henri (escolheu o cérebro) pelo Velho que Lia Romances de Amor (falou o coração). A Patrícia, a aclarar muito bem por que motivo não achou graça ao Segredo da Tribo Perdida, talvez o mesmo não tivesse sido lá muito bem contado pelos Primos na Nova Zelândia, o certo é que o fez com bastante elevação, quem sabe por ter ouvido dizer que tem todo o direito de não gostar de um livro! (Seria esse o segredo maori?) A Joana que habitou em todos os minutos e mais alguns apenas porque viu bem demais «A cor do céu» e, por essa razão, quase cegou de espanto e paixão. O Mário, digníssimo, a explicar que o Livro era, efetivamente, melhor do que o Filme porque «mais suave». O Ibrahima, a atropelar-se nas palavras,  com a ternura africana de quem chama sempre a lentidão, colocando-se mais à frente, levando a professora atrás, na emoção claro, «porrrrrque o Fernando Pessoa é muita coisa». Sabes? Tens toda a razão.
E Ela. A dizer que não tinha lido porque lhe faltava coragem. Quase. Quase dá vontade de citar Daniel Pennac e dizer (para dentro, baixinho, um sussurro apenas) pois sim, pois sim, «o verbo ler não suporta o imperativo»[2].
E a mim faltam-me as páginas. O espaço. Para contar. Para vos Contar.
Digo-vos: no que ao ensino da língua portuguesa, e à formação cívica, diz respeito, deve haver poucas atividades tão completas e enriquecedoras como «À Roda dos Livros». É simples, trata-se disto: ler um livro e apresentá-lo à turma, introduzindo no discurso uma «palavra-mistério». Desejavelmente, muito desejavelmente, de forma continuada, uma apresentação por período. A imagem é esta: um bater de asas (pensemos numa borboleta) a multiplicar-se em todas as direções. Saber ouvir; saber expressar-se; saber sintetizar; saber argumentar; saber criticar; saber avaliar; saber avaliar-se; ser responsável; ser criativo; refletir; rir, chorar, poder errar. Crescer.
Agradecer. À professora bibliotecária da Escola Básica Manuel do Nascimento, pela sua saudável teimosia, pela sua infinita paciência. Por dizer que recebe tão mais do que dá.

«Mas a literatura é algo de transversal à nossa sociedade. Diz respeito aos escritores que a escrevem e, por isso, nos escrevem. Diz respeito às instituições e aos mecanismos sociais que a ela estão indissociavelmente ligados – editores, bibliotecas, jornalismo e imprensa em geral, escolas e universidades. Diz respeito a uma responsabilidade pedagógica e social que ultrapassa e conjuga os diferentes tipos de saberes e formas de conhecimento. E diz respeito, em primeira e também última instância, aos leitores, aqueles que fazem das obras algo que nunca se encontra irremediavelmente passado, mas se faz a cada momento presente e aponta, afinal, para a imprevisibilidade do futuro.»[3]

Livros, o teu peso, o teu cheiro, sim, deixem-me ser romântica só esta vez, livros, o teu peso, o teu cheiro, o teu corpo, nós à tua volta. Menos um círculo fechado. Mais um degrau numa porta aberta. Uma Roda em jeito de Espiral.
Na era do ruído, uma biblioteca: também o Silêncio.
Na era da imagem, que desliza fácil e veloz ao sabor dos dedos, uma biblioteca: espaço de Rigor e Análise.
Na era dos sentimentos repetidos até à exaustão, uma biblioteca: proposta nua de Verdade.
Na era da Técnica, uma biblioteca, nasce um lugar para o Imprevisível. Nasce um lugar para o Tempo morar. Talvez a Génese: no início era o Verbo. A suspensão do Tempo: o Intervalo existe. Um lugar, enfim, para a Flor que não vai abrir hoje, só uma, duas, três Madrugadas depois de acharmos que agora sim. Afinal, a Raíz (que a suporta) raramente se vê. Tinha razão a Catalina, digo Saint-Exupéry. Ou terá sido a Raposa? Talvez o Principezinho? A quem pertencem, afinal, essas palavras espantosas?



[1] Michel Crépu, «Esse vício ainda impune» in George Steiner, «O Silêncio dos Livros», Lisboa, Gradiva, 2007, p.71.
[2] Daniel Pennac, «Como um romance», 14ª edição, Porto, Asa Editores, 2002, p.11.
[3] Helena Carvalhão  Buescu in A.A.V.V., «Presente e Futuro: A Urgência da Literatura», 1º Encontro no CCB, Lisboa, Deca, 2014, p.17.
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Autora do texto: Professora de Português do 8.º ano






terça-feira, 19 de junho de 2018

«UM LIVRO POR SEMANA» FECHA COM CHAVE DE OURO

A Culpa é das Estrelas, de John Green, foi o livro mais votado, a nível nacional, pelos alunos do 3.º ciclo na iniciativa «Miúdos a votos: quais os livros mais fixes?», promovida pela RBE e pela Visão Júnior.
Na nossa escola, esta obra passou despercebida e obteve apenas dois votos.
No entanto, a Ana Catarina Valério, da turma A do 7.º ano, conseguiu provar, na última edição da rubrica «Um livro por semana», que foi para o ar no passado dia 14, por que razão é um livro tão apreciado pelos jovens da sua idade.
Profunda conhecedora da obra, que folheia de trás para a frente com uma familiaridade surpreendente, deixando perceber um significativo conjunto de frases sublinhadas a cor de laranja, a Ana fez uma leitura fluente, escorreita e determinada de uma das suas partes preferidas, envolveu-nos na trama, deixou-nos emocionados com a situação clínica dos dois jovens  e despertou-nos o prazer pela leitura do livro.
Desafiada a comparar o livro com o filme (que admitiu também ter visto), a Ana não hesitou ao optar pelo livro, explicando que muitas partes do livro que não são abordadas no filme. 



quinta-feira, 14 de junho de 2018

POMBAL ACOLHEU A FINAL DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA E MONCHIQUE ESTEVE LÁ!

A grande final da 12.ª edição do Concurso Nacional de Leitura decorreu em Pombal, no passado dia 10 de junho, e Monchique esteve lá, representado pela Beatriz Morales dos Reis, a vencedora da fase intermunicipal do distrito de Faro, na categoria do 2.º ciclo.



A Beatriz não foi selecionada para a prova de palco, mas foi uma digna representante do concelho e do distrito e continuou a investir na leitura e na preparação da sua intervenção oral até ao último minuto.
No Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a Beatriz posou junto a uma estátua viva de Camões, envergando uma camisola onde se podia ler «Li, concorri, venci», e prestou uma excelente homenagem à língua portuguesa com o seu gosto pela leitura.


Os pais e a irmã apoiaram incondicionalmente a Beatriz nessa odisseia pelos caminhos da leitura e a viagem até Pombal, na companhia da professora bibliotecária e da bibliotecária municipal, Dra. Isabel Louro, transformou-se numa agradável viagem cultural, recreativa e literária, que passará a ser um marco no percurso escolar da nossa aluna. 


terça-feira, 12 de junho de 2018

ALUNOS DO 4.º ANO LEVAM HANS CHRISTIAN ANDERSEN À RÁDIO FOIA

Há mais de um século que as histórias de Hans Christian Andersen cativam leitores de todas as idades. E foi isso, precisamente, que quatro alunos do 4.º ano da Escola EB1 N.º 2 provaram aos microfones da Rádio Foia, no passado dia 7.
«A Princesa e a Ervilha» e «O Soldadinho de Chumbo» foram os contos recordados pelo Tiago Águas e pela Clara Jorge, que nos ofereceram leituras irrepreensíveis de duas das mais conhecidas histórias de Andersen, deliciando as crianças da sua idade e transportando, seguramente, os ouvintes mais crescidos para o tempo da sua infância.
Antes disso, porém, a Clara Furtado e a Anastácia Azarova, que traziam a lição muito bem preparada, recordaram quem é Hans Christian Andersen, partilhando com os ouvintes uma pormenorizada biografia deste escritor dinamarquês cujo dia de nascimento (2 de abril) foi escolhido para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil.





segunda-feira, 11 de junho de 2018

UMA FÁBULA PARA 41 ALUNOS

A Escola Básica Manuel do Nascimento deve parecer enorme para os meninos do 1.º ciclo, habituados a uma escola bem mais pequena, com menos alunos, menos professores e um conjunto reduzido de funcionárias que são quase família. É, por isso, muito importante que o contacto com a nova escola se faça de forma faseada para que o início do ano letivo seja o mais harmonioso possível. Nesse sentido, no passado dia 7 de junho, os meninos do 4.º ano das três escolas do concelho estiveram de visita à sua futura escola, conheceram os diferentes espaços e envolveram-se num conjunto diversificado de atividades.
Na biblioteca escolar esperava-os a fábula «A Cegonha e a Tartaruga» (in Três Fábulas, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada), que os meninos e as meninas ouviram com muita atenção. Seguiu-se um animado jogo de perguntas e respostas de escolha múltipla para testar a atenção/concentração dos meninos e a compreensão do texto ouvido. 
Respondendo em simultâneo às questões colocadas, com recurso a cartões com as letras A, B e C, os 41 alunos (salvo uma ou outra desatenção) estiveram brilhantes e acertaram quase todas as respostas.
Mas o que interessa é que, no final, todos perceberam a moral da história e as enormes vantagens que advêm da leitura.





quinta-feira, 31 de maio de 2018

VENCEDORES DE «MIÚDOS A VOTOS» FORAM DIVULGADOS NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA E A CAROLINA MORAIS ESTEVE LÁ, EM DIRETO, COM A RÁDIO RENASCENÇA

Os vencedores da 2.ª edição de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?» foram divulgados ontem, dia 30 de maio, na Feira do Livro de Lisboa.


Os alunos do 1.º ciclo elegeram O Tubarão na Banheira, de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos, seguido de O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos, de Nuno Caravela, e de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, ambos com 7,8% dos votos.

No 2.º ciclo, Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling, foi o livro mais votado, com 13,8% dos votos; Avozinha Gângster, de David Walliams, alcançou o segundo lugar, com 11.1% dos votos, e A Fada Oriana, de Sophia de Mello Breyner Andresen, ocupou a terceira posição, com 5,8% dos votos.

Já no 3.º ciclo, A Culpa é das Estrelas, de John Green, voltou a ser o livro mais votado, com 10,9% dos votos, seguido de Avozinha Gângster, de David Walliams, com 9,4% dos votos, e de O Rapaz do Pijama às Riscas, com 9,2% dos votos.

A nossa Carolina Morais, da turma B do 6.º ano esteve lá, na Feira do Livro, a convite da Rede de Bibliotecas Escolares, e falou em direto para a Rádio Renascença sobre o seu livro preferido, Avozinha Gângster, e sobre as ações de campanha que desenvolveu na sua escola.
A Carolina falou, encantou e foi muito aplaudida pela assistência quando, a pedido da jornalista Ana Galvão, justificou o seu favoritismo dizendo: «Este livro transmite-nos várias mensagens, como, por exemplo, que devemos aproveitar ao máximo os nossos avós, porque eles não duram para sempre».




Este foi um dia muito especial para a Carolina, que aproveitou ao máximo a Feira do Livro e ainda recebeu a visita do escritor monchiquense Eduardo Duarte, que veio partilhar com ela o gosto pelos livros e pela leitura.





domingo, 27 de maio de 2018

«MIÚDOS A VOTOS» TERMINA EM FESTA NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

Depois de uma campanha eleitoral intensa, os livros nomeados para «Miúdos a votos: quais os livros mais fixes?» foram a votos em mais de 600 escolas do país inteiro, envolvendo mais de 59 mil alunos.
Os resultados dessa votação serão divulgados na Feira do Livro de Lisboa, já no dia 30 de maio, numa grande festa que irá envolver alunos de vários pontos do país. 
A Rádio Renascença transmitirá em direto, a partir das 16 horas, uma mesa redonda com estudantes que participaram na campanha de «Miúdos a Votos» e a nossa Carolina Morais, da turma B do 6.º ano, foi convidada para fazer parte desse grupo.
Recordamos que a Carolina esteve envolvida numa ativa campanha a favor do livro Avozinha Gângster, de David Walliams, que conquistou a preferência dos votantes do 2.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Monchique com 55% dos votos.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

MONCHIQUE RECEBEU A VISITA DE LUÍSA DUCLA SOARES


A escritora Luísa Ducla Soares esteve em Monchique no dia 21 de maio acompanhada pelo compositor e intérprete Daniel Completo para apresentarem um interessante e motivador projeto que vive dos textos da autora e dos sons do músico.
Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens, em prosa e poesia, Luísa Ducla Soares publicou mais de uma centena de obras neste domínio e é uma das escritoras mais lidas e acarinhadas pelos alunos dos 1.º e 2.º ciclos.
No projeto apresentado em Monchique, os livros são acompanhados de um CD e a leitura associa-se à música, resultando numa extraordinária forma de promover o prazer de ler. 
A alegria contagiante de Daniel Completo conjuga-se na perfeição com a doçura e a sensibilidade de Luísa Ducla Soaress e as sessões com os dois autores foram muito participadas e divertidas, granjeando o apreço e a simpatia dos nossos alunos e dos professores.
A Biblioteca Escolar agradece à Biblioteca Municipal de Monchique a promoção deste evento, que proporcionou o contacto com uma escritora cuja visita era muito desejada no nosso agrupamento de escolas.

terça-feira, 22 de maio de 2018

ALUNA MONCHIQUENSE CONQUISTA 1.º LUGAR NA FASE INTERMUNICIPAL DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

A Beatriz Reis, da turma B do 6.º ano, conquistou o 1.º lugar, na categoria do 2.º ciclo, na Fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura, que decorreu no dia 18 de maio e que, no corrente ano, foi organizada pela Biblioteca Municipal de Monchique. 

Competindo com os representantes de quase todos os concelhos do Algarve, a Beatriz foi uma das três alunas do 2.º ciclo apuradas para a prova pública de palco, na sequência de uma primeira prova escrita, conquistando o júri com a sua prestação.



A Beatriz irá, agora, representar o Algarve na Fase Nacional do CNL, que está agendada para o dia 10 de junho, mas ainda tem pela frente uma prova escrita de pré-seleção, que decorrerá online.

A Constança Reis, da Turma A do 8.º ano, esteve também a representar o concelho de Monchique nesta competição, na categoria do 3.º ciclo e, embora não tenha sido apurada para a prova de palco, a sua participação encheu-nos de orgulho e dignificou a escola e o município.

Damos os nossos parabéns a todos os alunos que participaram nesta fase do Concurso Nacional de Leitura e desejamos a melhor sorte aos vencedores, que passaram à Fase Nacional.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O TEATRO VEIO À ESCOLA

No passado dia 9 de maio, a cantina da Escola Básica Manuel do Nascimento mudou de cenário e transformou-se numa surpreendente sala de espetáculos ao serviço da companhia profissional de teatro EDUCA, que trouxe à escola as peças O Príncipe Nabo e Os Piratas.

Encenadas a partir das obras O Príncipe Nabo, de Ilse Losa, e Os Piratas, de Manuel António Pina, que constam das Metas Curriculares de Português para o 5.º e para o 6.º ano, respetivamente, as duas representações teatrais proporcionaram aos alunos um contacto direto com o mundo do teatro, levando-os a compreender melhor como se processa a transformação do texto escrito em texto representado.

O profissionalismo dos atores e a sua capacidade de interagir com a assistência transformaram as sessões numa divertida e animada forma de aprender e de estudar um texto dramático.

O Príncipe Nabo - fotografias da sessão (Autoria: Prof. Manuela Ponte)









Os Piratas - fotografias da sessão (Autoria: Prof. Manuela Ponte)