quinta-feira, 11 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AS AMORAS»

POEMA 11
«Pequena Silva»
Fotografia de Rafael Mendes

 AS AMORAS

O meu país sabe a amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.

                                                           Eugénio de Andrade


Poema recomendado por: Rafael Mendes, 9.º ano / Turma B.
Data de consulta: 20-02-2021.
Imagem: Fotografia de Rafael Mendes

quarta-feira, 10 de março de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «A LUA DE JOANA»

 

Após nove anos de leitura, eu li muitos livros marcantes. No entanto, o que eu considero como «o livro da minha vida» é «A Lua de Joana», de Maria Teresa Maia Gonzalez.

Eu considero este livro como um livro que ninguém pode morrer sem ler, porque fala de uma situação que atualmente desgraça ou até tira a vida a muitos jovens e adultos. Este livro fala de drogas, mas não da vida da pessoa que se drogou. Fala sobre o sofrimento que as pessoas em volta têm quando um amigo ou familiar morre, ou de «overdose» ou de algo provocado indiretamente pelas drogas. Ao ler este livro, consigo compreender o perigo das drogas e, por este assunto ser algo tão atual, eu acho que é perfeito para jovens da minha idade ou mais velhos lerem, para verem se compreendem que não podemos deixar este «vírus» contagiar mais pessoas.

Por outro lado, também considero este livro como um livro muito marcante, porque a personagem principal, Joana, era uma adolescente que se sentia muito só, em casa, e após a morte de sua avó, ela fica «sem chão» e começa a drogar-se. Assim, com este livro também compreendemos o motivo de certos jovens irem pelo caminho da toxicodependência.

Após ter refletido um pouco sobre este livro, posso também dizer que a história do mesmo tem algumas semelhanças com um livro que li recentemente, «O Meu Pé de laranja Lima», de José Mauro de Vasconcelos, porque tanto Zezé como Joana se sentiam sós e, apesar da situação de Zezé ser mais grave, não atenua de forma alguma os problemas de Joana. Para além disso, Zezé não foi para o inferno das drogas, porque tinha Manuel Valadares para lhe guiar o caminho, enquanto que à Joana lhe tinha morrido o seu porto seguro.

Concluindo, este livro foi «o livro da minha vida», porque fala sobre um assunto atual e delicado e também, de certa forma, nos ajuda a compreender os motivos pelos quais as pessoas se drogam.

 Matilde Duarte, 9.º A, n.º 11.


MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «O INTERVALO ENTRE O RAIO E O TROVÃO»

 POEMA 1O


Fonte: EDUARDO JORGE DUARTE, O Intervalo entre o Raio e o Trovão, On y va, 2019, p. 11
Poema recomendado por: António Duarte, 7.º ano / Turma A.


👉 Para ouvir o poema na voz do António, clica aqui.

terça-feira, 9 de março de 2021

11.º DESAFIO DE ESCRITA

MARÇO é o mês escolhido no nosso agrupamento de escolas para celebrarmos a poesia. E o nosso desafio de escrita vai ao encontro dessa celebração. Desafiamos, por isso, os nossos alunos e alunas, professores, encarregados de educação e demais elementos da comunidade educativa a construir um bonito poema, um acróstico, a partir da palavra POESIA.

NOTA: Recordamos que um acróstico é uma composição poética em que cada verso começa por uma das letras da palavra que lhe serve de tema.

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER»

 POEMA 9


Fonte: INÊS PUPO, 101 Poetas, Afragide, Caminho, 2010, p. 34.

Poema recomendado por: Francisco Duarte, 7.º ano / Turma C.


👉 Para ouvir o poema na voz do Francisco, clica aqui.

segunda-feira, 8 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - « REI, CAPITÃO, SOLDADO, LADRÃO..»

 POEMA 8


Fonte: LUÍSA DUCLA SOARES, Poemas da Verdade e da Mentira.

Poema recomendado por: Martim Duarte, Turma D2 - 4.º ano.



EU, LEITOR(A), SUGIRO «O PRÍNCIPE CRUEL»

 

É muito difícil escolher «o livro da minha vida», pois ainda sou uma leitora jovem com muitos livros pela frente, e posso dizer que sei escolher muito bem os meus livros, então, gosto de todos os que leio.

Mas o livro que conquistou o meu coração é «O Príncipe Cruel», da escritora norte-americana Holly Black. É uma distopia em que somos apresentados a um mundo de fadas, mas elas não são como nós as conhecemos, elas são más, preconceituosas e sádicas, mas são também criaturas muito belas e por isso às vezes queremos ser como elas.

Conta-nos a história de Jude, que é raptada juntamente com as suas irmãs e levada para Elphane, e aí terá de se adaptar a viver rodeada de seres feéricos e a superar muitos desafios.

Eu gosto muito deste livro, pois ele tem reviravoltas brilhantes e a história está narrada de tal forma que ficamos bastante presos a ela e queremos acabar logo o livro.

Para além disso, as personagens estão muito bem construídas, há representatividade, é muito fácil identificarmo-nos com eles e apegarmo-nos … Para não falar da parte dos romances, que são perfeitos. É um livro fantástico para exercitar a imaginação, pois descreve paisagens lindas, pessoas maravilhosas. Tudo neste livro é lindo!

E é por isso que o livro da minha vida é «O Príncipe Cruel».

                      Beatriz Reis, 9.º B, n.º 4.

domingo, 7 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «DE TANTO OLHAR O SOL»

 POEMA 7


Poema recomendado por: António Duarte, 7.º ano / Turma A.


👉 Para ouvir o poema na voz do António, clica aqui.

sábado, 6 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «AMAR!»

 POEMA 6


Fonte: https://www.culturagenial.com/maiores-poemas-de-amor/ 

Poema recomendado por: Gustavo Casaca, 7.º ano / Turma C.


👉 Para ouvir o poema na voz do Gustavo, clica aqui.

sexta-feira, 5 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «TRANSFORMA-SE O AMADOR NA COUSA AMADA»

 POEMA 5


Poema recomendado por: Rodrigo Xiao, 7.º ano / Turma A.


👉 Para ouvir o poema na voz do Rodrigo, clica aqui.

quinta-feira, 4 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «SER POETA»

POEMA 4


Fonte: INÊS PUTO, 101 Poetas, Alfragide, Caminho, 2010, p. 130.

Poema recomendado por: Professora Carla Travessa
Leitoras:  Beatriz Rio, Darlene Vicente, Lia Marques (5.º A);
Leonor André, Maria Inês Matias (6.º A);
Alícia Duarte, Inês Domingos (6.º B).

SELO CURIOSO 16 - HISTÓRIA (D. JOSÉ I)

         O selo que hoje se publica, mais um da nossa coleção de selos antigos, foi emitido em 1969, numa «Emissão Comemorativa do II Centenário da Imprensa Nacional», e reproduz um desenho do pintor José Pedro Roque, retratando D. José I. Na altura, foram emitidos 9 milhões de selos de 1$00, 1 milhão de selos de 2$00 e 500 mil selos de 8$00.

            Partindo deste selo, dois alunos do 6.º ano envolveram-se num profícuo trabalho de pesquisa e produziram o interessante trabalho que se segue.  

_____________________________________________________________________

Nas aulas de HGP falamos do reinado de D. José I e de coisas importantes que aconteceram nesse reinado. Nas sessões de apoio ao estudo aproveitámos para aprofundar esse assunto. Com essas aulas e com a nossa pesquisa, ficamos a saber que D. José I foi um monarca português: o vigésimo quinto Rei de Portugal.

D. José I nasceu em Lisboa a 6 de junho de 1714 e casou com D. Mariana Vitória de Bourbon.

No seu reinado levaram-se a cabo grandes reformas, que lhe concederam o cognome de “O Reformador”. Era um rei absolutista e deu ao Marquês de Pombal (Sebastião José de Carvalho e Melo), que nomeou como seu Ministro, o poder quase absoluto para governar a Nação.

Foi também este rei que acabou com a escravatura em Portugal Continental e concedeu a liberdade aos índios do Brasil.

O seu reinado foi marcado também pelo Terramoto de Lisboa do dia 1 de novembro, no ano de 1755. A destruição da cidade foi quase total! O Marquês de Pombal foi quem tomou as medidas urgentes: cuidar dos vivos, enterrar os mortos, procurar abrigo para os desalojados, organizar a segurança pública. Depois, com a ajuda dos arquitetos Eugénio dos Santos, Manuel da Maia e Carlos Mardel, mandou reconstruir a cidade de Lisboa, que ficou conhecida como “Lisboa Pombalina”. O nome do rei D. José estará, por isso e muito mais, para sempre ligado ao nome do Marquês de Pombal.

D. José I faleceu em 1777 e jaz em S. Vicente de Fora. 


Texto produzido por: Duarte Morais. n.º 9, 6.º B;
Vasco Costa, n.º 18, 6.º B
Com supervisão e colaboração da Professora de HGP, Daniela Caramalho.

quarta-feira, 3 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «NA HORA DE PÔR A MESA, ÉRAMOS CINCO»

 POEMA 3


Poema recomendado por: Ana Maria Sampaio - 7.º ano / Turma B

👉 Para ouvir o poema na voz da Ana Maria, clica aqui.


terça-feira, 2 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «MAR PORTUGUÊS»

 POEMA 2


Fonte: INÊS PUPO, 101 Poetas, Afragide, Caminho, 2010, p. 105.

Poema recomendado por: Dinis Páscoa, 7.º ano / Turma B.


👉 Para ouvir o poema na voz do Dinis, clica aqui.

segunda-feira, 1 de março de 2021

MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «NÃO POSSO ADIAR O AMOR»

 O Agrupamento de Escolas de Monchique escolheu o mês de MARÇO como o mês da POESIA, sob o lema «Um poema por dia?! Que bem que nos faria!».

Ao longo do mês de março, publicaremos, diariamente, um poema selecionado por um dos nossos alunos ou professores. 

POEMA 1



Fonte: ANTÓNIO RAMOS ROSA, Poemas escolhidos, Porto, Civilização Editora, 1997, p. 7
Poema recomendado por: Lara Jaime, 7.º ano / Turma C

👉 Para ouvir o poema na voz da Lara, clica aqui.


domingo, 28 de fevereiro de 2021

SEGURAS-TE NA NET? - «USO DO TELEMÓVEL DURANTE A CONDUÇÃO»

A utilização do telemóvel durante a condução é uma prática incorreta, mas, lamentavelmente, muito recorrente por parte de alguns automobilistas portugueses, sendo a causa de inúmeros acidentes e vítimas nas estradas portuguesas.

Observa e lê atentamente a tira de banda desenhada disponibilizada pela SeguraNet e realiza, depois, o quiz que te propomos.

Clica sobre a imagem para a veres melhor.


LÍNGUA APURADA - INTERVIU OU INTERVEIO?

 


Um dos erros mais comuns é a confusão entre “interveio” e “interviu”. A forma correta é "interveio; "interviu" não existe na língua portuguesa.

 


Apesar de todos saberem os significados do verbo "intervir", ouvimos frequentemente «O deputado interviu na discussão sobre o orçamento de Estado».

Porém, há um truque mágico para evitar essa confusão: conjugar o verbo intervir exatamente como o verbo vir. 

O verbo intervir forma-se a partir do verbo vir (inter + vir) e, por isso, segue a sua conjugação. Então, o prefixo “inter” fica sempre igual e a segunda parte conjuga-se como se fosse o verbo vir.

 Vejamos o pretérito perfeito do indicativo destes dois verbos:


Assim, se dizemos que alguém veio à escola, também dizemos que alguém interveio na reunião.

Achas que já és capaz de conjugar corretamente o verbo intervir no pretérito perfeito do indicativo?

Clica aqui e faz o quiz que te propomos.

Nota: A regra que aprendeste para o pretérito perfeito do indicativo também se aplica nos outros tempos e modos verbais.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «O GRITO DA GAIVOTA»


Até agora, o livro pelo qual mais me apaixonei foi «O Grito da Gaivota», da atriz e escritora francesa Emmanuelle Laboritt. É um livro muito belo e com uma história de aceitação dos problemas muito boa.

Ao ler esta obra percebe-se como dura e complicada pode ser a vida de uma pessoa surda, e das pessoas que convivem com a mesma. Também se descobre como algumas pessoas têm uma enorme força sentimental.

Uma das melhores mensagens da obra é que apesar de nascermos com alguma incapacidade, seja física ou mental, desde que queiramos tudo é possível. Como se pode ver pela protagonista da obra, que nasceu surda, mas conseguiu ser feliz à sua maneira, apesar de ter ultrapassado algumas dificuldades no início da sua infância e adolescência.

Esta obra faz com que os leitores amadureçam um pouco com a sua leitura, pois como já foi referido, traz uma grande lição de vida. A obra também nos faz pensar sobre quem nós somos.

Para concluir, até ao momento, esta obra, «O Grito da Gaivota», foi um dos livros da minha vida pelas razões já apresentadas. De facto, esta obra enriquece e aquece o coração de quem a lê, por vários motivos, tais como o afeto que a mãe e a irmã dão à protagonista, a própria Emmanuelle Laborit.

 Matilde Lourenço, 9.º A, n.º 12.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

«À RODA DOS LIVROS» MEDIADA POR DISPOSITIVOS ELETRÓNICOS

Os ambientes mudaram. A realidade escolar está agora inevitavelmente associada ao écran, de um computador, de um telemóvel, de um tablet. O distanciamento físico impõe-se, mas o isolamento social não! E a vida, a aprendizagem, a leitura não podem parar. Mantêm-se, por isso, muitas das atividades escolares desenvolvidas no regime presencial, agora com as necessárias adaptações para uma modalidade de ensino a distância.

A atividade «À Roda dos Livros» continua a marcar presença. Faltam, é certo, os círculos de alunos na biblioteca escolar, a agitação da chegada, o entusiasmo na saída. Mas o essencial está lá, do lado de lá dos écrans: os leitores, os livros, as leituras, as partilhas. E as obras continuam a rodar nas vozes dos alunos e alunas, retratando posturas, responsabilidades (algumas ainda por desenvolver), competências e muitas emoções. Sim, porque a leitura também é isso. O ato de ler está inevitavelmente associado a um redemoinho de emoções que nos fazem crescer como leitores e como cidadãos.

No entanto, «ser leitor é um processo muito longo, porque ser leitor não é apenas saber ler» (Cerrillo, 2018). E é isso que os alunos vão descobrindo na atividade «À Roda dos Livros». Cada nova edição é sempre uma surpresa e, nesta modalidade de ensino a distância, a grande surpresa chegou-nos das turmas do 8.º ano com a revelação de muitos alunos que começam a investir no seu percurso como leitores.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

O PAPEL DA FAMÍLIA NA PROMOÇÃO DA COMPETÊNCIA LEITORA

Estudos científicos levados a cabo por entidades credenciadas têm evidenciado o papel preponderante das famílias na promoção da competência leitora das crianças, ao propiciarem, desde cedo, o contacto sistemático com livros e momentos de leitura partilhada.


Ler bem exige muito treino. No entanto, se as primeiras experiências com livros forem ricas e agradáveis, as crianças aprendem a ler melhor, de forma mais rápida e segura, e compreendem melhor o que leem.


Sendo a leitura uma das capacidades mais importantes do ser humano e uma das principais condições para aprender, a escola e a família têm de trabalhar colaborativamente, assumindo uma responsabilidade partilhada sobre a forma como, em conjunto, podem potenciar a aquisição da competência leitora e fazer de cada criança um bom leitor.


Nesse sentido, e atendendo à fase atípica de isolamento que carateriza os nossos dias, e que afastou os alunos do espaço físico das escolas e das bibliotecas, reiteramos o apelo aos pais e encarregados de educação, de todos os níveis de escolaridade, para que incluam a leitura no dia-a-dia da família, que incentivem as crianças e jovens a ler cada vez mais e que os felicitem pelo empenho e pelos progressos. Muitas famílias já o fazem. Podem ser muitas mais!






Fotografias tiradas no âmbito da atividade «Cúmplices na Leitura» 
 4.º ano / Escola EB1 N.º 2

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «AVOZINHA GÂNGSTER»

O livro que eu escolhi como «o livro da minha vida» foi «Avozinha Gangster», de David Williams, porque foi um livro que marcou muito a minha infância e acabou por me fazer chorar de todas as vezes que lia o mesmo.

A história fala sobre o preconceito e a aceitação. Encontramos também momentos engraçados que nos põem um sorriso na cara com palavras tolas. Eu descobri este livro depois de o mesmo me ter sido recomendado, de forma a poder passar à fase seguinte de um concurso de leitura.

O livro «Avozinha Gangster» relata a história de um menino, Ben, que odeia ficar na casa da avó. «Que seca!» Só de pensar que teria de passar mais um minuto que fosse naquela casa com cheiro a couve e uma avó extremamente aborrecida, que só pensava em sopa e jogos de tabuleiro, ficava atordoado. Mas havia alguns segredos que Ben não sabia acerca da avó: ela era uma famosa ladra de joias e o seu sonho era poder roubar as joias da Coroa Inglesa. Agora, Ben achava a sua avó a mais encantadora das avós e estava pronto para a ajudar a realizar o seu sonho.

A linguagem explícita no livro é simples, visto que é um livro recomendado, principalmente, para crianças de onze anos. O livro faz parte do Plano Nacional de Leitura. Depois de o mesmo ser lido, deixa os leitores pensativos e fá-los refletir sobre o mesmo, comparando assim o livro com a realidade. Quanto às minhas reflexões pessoais, eu consegui retirar uma mensagem em especial que, logo depois de ler o livro, levei para a minha vida toda. Vida toda essa em que, mesmo passados anos de o ter lido e defendido em eleições de leitura, ainda me lembro exatamente da minha «frase-cola», que ficava na cabeça de qualquer um que a ouvisse: «Aproveitem bem os vossos avós, porque eles não duram para sempre!».

Esta história foi a que mais me marcou. Mesmo depois de ter lido inúmeros livros impactantes, este foi o que mais me tocou, pois, a partir daí, eu comecei a ter mais consciência da vida e a aproveitar e amar cada momento com os meus avós, porque naquela idade ainda não me tinha «caído a ficha» de que um dia os poderia perder.

Este livro foi «O» livro. Este livro foi o que me apresentou a maturidade.

Carolina Morais, 9.º B, n.º 5.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO « A CULPA É DAS ESTRELAS»

 

«A Culpa é das Estrelas», do autor norte-americano John Green, trata de um romance entre uma rapariga chamada Hazel e um rapaz chamado Augustus, ambos jovens com cancro.

A história começa quando eles se encontram pela primeira vez num grupo de apoio para jovens com aquela terrível doença. Inicia-se então uma amizade muito bonita, que mais tarde os leva a apaixonarem-se um pelo outro. O livro fala do que Hazel e Augustus passam juntos, desde o momento em que se conhecem até aos seus últimos dias.

Gostei muito da forma como o livro está escrito, por exemplo, nos diálogos entre os dois. A forma simples, mas realista, em que estão escritos torna-os divertidos de ler, curiosamente e apesar do tema. A história faz com que quem a leia se queira apaixonar, mas ao mesmo tempo não, pois o final deste livro não é o típico «final feliz».

O autor retrata assuntos que, infelizmente, acontecem bastante, tornando a história realista, porém sem deixar de ser comovente. Descreve como os dois jovens desejavam ter uma vida normal. Ler o livro dá para rir e dá para chorar.

Em conclusão, eu gostei bastante de ler este livro e aconselho-o a outras pessoas também. A história ensina os leitores a aproveitarem todos os momentos que temos com as pessoas de quem gostamos, mesmo até os mais insignificantes, pois não sabemos se esses momentos serão os últimos que teremos com elas.

 Beatriz Vaze, 9.º B, n.º 2.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

ESCRIT@TOP.COM - DIA DE SÃO VALENTIM

O «Dia de São Valentim», que se assinala a 14 de fevereiro, é sempre uma excelente oportunidade para se desenvolverem atividades de escrita, já que o tema, só por si, parece estimular a alegria, o espírito criativo e a capacidade poética.


Autora: Daniela Reis - 6.º B

Prova disso, são os interessantes acrósticos que os alunos do 2.º ciclo construíram a partir da palavra AMIGO e as bonitas mensagens que nos chegaram.

Amizade é a melhor coisa do mundo, 
Muitas vezes os amigos são o nosso apoio. 
Inventar e brincar é o que gosto de fazer contigo, 
Gosto de te ver sorrir e de darmos gargalhadas. 
Obrigado/a, meu amigo, por estares sempre comigo!

6.º ano / turma B

Autora: Inês Domingos - 6.º B

A nossa amizade é muito grande,
Muitas vezes ter um amigo é tudo.
Imaginamos muitas coisas juntos,
Gostamos de brincar e de nos divertir;
Obrigado/a, meu amigo/minha amiga, por estares sempre comigo!

5.º ano / turma B


Autor: Diogo Luz - 6.º B

Amizade é tudo.
Muitas vezes cheios de amor
Imaginamos a nossa amizade com
Gratidão no coração e muita felicidade.
Obrigado/a, meu amigo, por estares aqui comigo!

6.º ano / turma A


Autora: Alícia Duarte - 6.º B
  
Gosto muito de vocês, família. Obrigada, por estarem sempre ao pé de mim! 
(Catarina Carneiro)

Feliz Dia de São Valentim! Que este dia te traga imenso amor e felicidade!   
(Sofia Duarte)

Adoro-te! Mesmo que estejas longe, continuo contigo!
(Beatriz Rio)

Feliz Dia de São Valentim. Não te esqueças de partilhar o teu amor com quem mais amas!
(Dalila Rio)
 
O melhor da minha vida é estar na tua!
(Paulo Rodrigues)

Que as declarações sejam diárias e o amor seja constante!
(Darlene Vicente)

Autora: Leonor Páscoa - 6.º B

Querido/a amigo/a,
Quero desejar-te um feliz Dia de São Valentim.
Espero que recebas muitos postais e que tudo te corra bem neste dia maravilhoso, que tudo tem para te oferecer e oferecer às pessoas que são gentis e bondosas. É isso que tu significas para mim.
Feliz Dia de São Valentim!
(Tatiana Duarte)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 6

 NOTA PRÉVIA

Apesar de o centro da terra ficar a 6371 quilómetros da superfície e nunca o Homem ter conseguido lá chegar, por ser demasiado profundo para a nossa observação direta, a ciência e a tecnologia encontraram formas de o conhecer.

QUESTÃO

Clica sobre a imagem para a veres melhor.

Sabemos, por exemplo, que uma das camadas do interior da Terra, o núcleo externo, se encontra no estado líquido.

O método indireto que nos permitiu chegar a esta conclusão foi o estudo...

A - dos materiais retirados do interior da Terra, pelo Homem, em sondagens.

B - do campo magnético terrestre (geomagnetismo).

C - dos materiais libertados pelos vulcões já que são provenientes do interior da Terra.

D - da propagação das ondas sísmicas, em particular das ondas S.

PRESTA ATENÇÃO:

Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que constam do tutorial «Como pesquisar na Web», disponibilizado na pasta dos Tutoriais ("Serviço de Referência da Biblioteca Escolar", coluna da direita deste blogue).

Responde à questão no formulário que se segue.

👉 Clica aqui.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «O PRINCIPEZINHO»

 

O livro que mais me marcou em toda a minha vida foi o livro «O Principezinho», do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, que nos ensina que para viver só necessitamos de algo único, o amor, que é invisível aos olhos, principalmente aos olhos dos adultos. Este livro ensina-nos como devemos partilhar esse amor com o outro, cativando-o e criando laços para toda a vida. Tornando-nos em algo especial e único.

Na minha opinião, todas as pessoas deveriam ler a história d’«O Principezinho», uma história muito comovente e educativa, que promove em nós uma profunda reflexão sobre nós mesmos. Com o Principezinho, não só descobrimos o verdadeiro significado do amor, mas também como podemos tornar algo comum em algo único e especial, dedicando-lhe o tempo necessário para ser cativado. Cada um de nós é diferente, mas, por vezes, só conseguimos reconhecer essa diferença quando cativamos e criamos laços com alguém, sendo que, se cativarmos algo, ficaremos eternamente responsáveis por aquilo que tornamos único no mundo, devendo nós então ser leais, respeitando e cuidando até ao fim da vida. Tal como o Principezinho, que dedicava muito tempo à sua rosa e a fizera especial e única entre todas as rosas. Cativando-a.

Para além disso, este livro remete-nos para uma grande reflexão sobre como deveremos olhar para aquilo que nos rodeia e aquilo a que devemos dar a devida importância. Ao contrário das crianças, os adultos tendem a ser incompreensíveis, não conseguindo ver o essencial da vida, distraindo-se com coisas fúteis, aquelas que não lhes enriquecem o coração.

A maioria dos adultos esquecem-se que já foram crianças, esquecem-se que podemos ver muito mais para além daquilo que os nossos olhos captam. Os adultos (que são para mim todos iguais, pois não me cativam, com a sua inconsciência da vida) vivem cegos, sem conseguirem ver o invisível, que por dentro é o mais visível que pode existir. Como na história d’«O Principezinho», em que os adultos não eram capazes de ver nem a jiboia fechada, nem o interior da jiboia, parecendo-lhes meros chapéus.

Por outro lado, o livro «O Principezinho» ensina-nos que não devemos julgar os outros pelas palavras que dizem, mas sim pelas ações que demonstram. Devemos tentar encontrar as «feridas» que perturbam aqueles que nos cativam para percebermos o «porquê» de não os devermos julgar. O mesmo podemos verificar na obra «O Principezinho», em que o protagonista ficara muito desiludido com ele mesmo por não ter adivinhado logo na rosa a sua doçura, por detrás dos seus subterfúgios, que depois o iluminava e perfumava. Ficara triste por ter fugido, deixando a sua rosa sozinha, só com quatro espinhos, sem se poder defender das adversidades da vida.

Em suma, a história do Principezinho sensibiliza-nos para aquilo que devemos procurar em toda a nossa vida, o amor. Mesmo tornando-nos adultos, podemos ir em busca do que nos fazia mover na infância: aquilo que os olhos não veem, mas o interior sente.

 Inês Isabel Duarte Inácio, 9.º A, n.º 5.