quinta-feira, 4 de março de 2021
MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «SER POETA»
SELO CURIOSO 16 - HISTÓRIA (D. JOSÉ I)
O selo que hoje se publica, mais um da nossa coleção de selos antigos, foi emitido em 1969, numa «Emissão Comemorativa do II Centenário da Imprensa Nacional», e reproduz um desenho do pintor José Pedro Roque, retratando D. José I. Na altura, foram emitidos 9 milhões de selos de 1$00, 1 milhão de selos de 2$00 e 500 mil selos de 8$00.
Partindo deste selo, dois alunos do 6.º ano envolveram-se num profícuo trabalho de pesquisa e produziram o interessante trabalho que se segue.
Nas
aulas de HGP falamos do reinado de D. José I e de coisas importantes que
aconteceram nesse reinado. Nas sessões de apoio ao estudo aproveitámos para
aprofundar esse assunto. Com essas aulas e com a nossa pesquisa, ficamos a
saber que D. José I foi um monarca português: o vigésimo quinto Rei de
Portugal.
D. José
I nasceu em Lisboa a 6 de junho de 1714 e casou com D. Mariana Vitória de
Bourbon.
No seu
reinado levaram-se a cabo grandes reformas, que lhe concederam o cognome de “O
Reformador”. Era um rei absolutista e deu ao Marquês de Pombal (Sebastião José
de Carvalho e Melo), que nomeou como seu Ministro, o poder quase absoluto para
governar a Nação.
Foi
também este rei que acabou com a escravatura em Portugal Continental e concedeu
a liberdade aos índios do Brasil.
O seu
reinado foi marcado também pelo Terramoto de Lisboa do dia 1 de novembro, no
ano de 1755. A destruição da cidade foi quase total! O Marquês de Pombal foi
quem tomou as medidas urgentes: cuidar dos vivos, enterrar os mortos, procurar
abrigo para os desalojados, organizar a segurança pública. Depois, com a ajuda
dos arquitetos Eugénio dos Santos, Manuel da Maia e Carlos Mardel, mandou
reconstruir a cidade de Lisboa, que ficou conhecida como “Lisboa Pombalina”. O
nome do rei D. José estará, por isso e muito mais, para sempre ligado ao nome
do Marquês de Pombal.
D. José
I faleceu em 1777 e jaz em S. Vicente de Fora.
quarta-feira, 3 de março de 2021
MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «NA HORA DE PÔR A MESA, ÉRAMOS CINCO»
POEMA 3
terça-feira, 2 de março de 2021
MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «MAR PORTUGUÊS»
POEMA 2
segunda-feira, 1 de março de 2021
MARÇO, MÊS DA POESIA - UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA! - «NÃO POSSO ADIAR O AMOR»
O Agrupamento de Escolas de Monchique escolheu o mês de MARÇO como o mês da POESIA, sob o lema «Um poema por dia?! Que bem que nos faria!».
Ao longo do mês de março, publicaremos, diariamente, um poema selecionado por um dos nossos alunos ou professores.
POEMA 1
👉 Para ouvir o poema na voz da Lara, clica aqui.
domingo, 28 de fevereiro de 2021
SEGURAS-TE NA NET? - «USO DO TELEMÓVEL DURANTE A CONDUÇÃO»
A utilização do telemóvel durante a condução é uma prática incorreta, mas, lamentavelmente, muito recorrente por parte de alguns automobilistas portugueses, sendo a causa de inúmeros acidentes e vítimas nas estradas portuguesas.
Observa e lê atentamente a tira de banda desenhada disponibilizada pela SeguraNet e realiza, depois, o quiz que te propomos.
| Clica sobre a imagem para a veres melhor. |
LÍNGUA APURADA - INTERVIU OU INTERVEIO?
Um dos erros mais comuns é a
confusão entre “interveio” e “interviu”. A forma correta é "interveio; "interviu" não existe na língua portuguesa.
Apesar de todos saberem os significados do verbo "intervir", ouvimos frequentemente «O deputado interviu na discussão sobre o orçamento de Estado».
Porém, há um truque mágico para evitar essa confusão: conjugar o verbo intervir exatamente como o verbo vir.
O verbo intervir forma-se a partir do verbo vir (inter + vir) e, por isso, segue a sua conjugação. Então, o prefixo “inter” fica sempre igual e a segunda parte conjuga-se como se fosse o verbo vir.
Assim, se dizemos que alguém
veio à escola, também dizemos que alguém interveio na reunião.
Achas que já és capaz de
conjugar corretamente o verbo intervir no pretérito perfeito do indicativo?
Clica aqui e faz o quiz que te propomos.
Nota: A regra que aprendeste para o pretérito perfeito do indicativo também se aplica nos outros tempos e modos verbais.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO «O GRITO DA GAIVOTA»
Até agora, o livro pelo qual mais me apaixonei foi «O Grito da Gaivota», da atriz e escritora francesa Emmanuelle Laboritt. É um livro muito belo e com uma história de aceitação dos problemas muito boa.
Ao ler esta obra percebe-se como dura e complicada pode ser a vida de uma pessoa surda, e das pessoas que convivem com a mesma. Também se descobre como algumas pessoas têm uma enorme força sentimental.
Uma das melhores mensagens da obra é que apesar de nascermos com alguma incapacidade, seja física ou mental, desde que queiramos tudo é possível. Como se pode ver pela protagonista da obra, que nasceu surda, mas conseguiu ser feliz à sua maneira, apesar de ter ultrapassado algumas dificuldades no início da sua infância e adolescência.
Esta obra faz com que os leitores amadureçam um pouco com a sua leitura, pois como já foi referido, traz uma grande lição de vida. A obra também nos faz pensar sobre quem nós somos.
Para concluir, até ao momento, esta obra, «O Grito da Gaivota», foi um
dos livros da minha vida pelas razões já apresentadas. De facto, esta obra
enriquece e aquece o coração de quem a lê, por vários motivos, tais como o
afeto que a mãe e a irmã dão à protagonista, a própria Emmanuelle Laborit.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
«À RODA DOS LIVROS» MEDIADA POR DISPOSITIVOS ELETRÓNICOS
Os
ambientes mudaram. A realidade escolar está agora inevitavelmente associada ao
écran, de um computador, de um telemóvel, de um tablet. O distanciamento físico
impõe-se, mas o isolamento social não! E a vida, a aprendizagem, a leitura não
podem parar. Mantêm-se, por isso, muitas das atividades escolares desenvolvidas
no regime presencial, agora com as necessárias adaptações para uma modalidade
de ensino a distância.
A
atividade «À Roda dos Livros» continua a marcar presença. Faltam, é certo, os
círculos de alunos na biblioteca escolar, a agitação da chegada, o entusiasmo
na saída. Mas o essencial está lá, do lado de lá dos écrans: os leitores, os
livros, as leituras, as partilhas. E as obras continuam a rodar nas vozes dos
alunos e alunas, retratando posturas, responsabilidades (algumas ainda por
desenvolver), competências e muitas emoções. Sim, porque a leitura também é
isso. O ato de ler está inevitavelmente associado a um redemoinho de emoções
que nos fazem crescer como leitores e como cidadãos.
No entanto, «ser leitor é um processo muito longo, porque ser leitor não é apenas saber ler» (Cerrillo, 2018). E é isso que os alunos vão descobrindo na atividade «À Roda dos Livros». Cada nova edição é sempre uma surpresa e, nesta modalidade de ensino a distância, a grande surpresa chegou-nos das turmas do 8.º ano com a revelação de muitos alunos que começam a investir no seu percurso como leitores.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
O PAPEL DA FAMÍLIA NA PROMOÇÃO DA COMPETÊNCIA LEITORA
Estudos
científicos levados a cabo por entidades credenciadas têm evidenciado o papel preponderante
das famílias na promoção da competência leitora das crianças, ao propiciarem,
desde cedo, o contacto sistemático com livros e momentos de leitura partilhada.
Ler
bem exige muito treino. No entanto, se as primeiras experiências com livros
forem ricas e agradáveis, as crianças aprendem a ler melhor, de forma mais
rápida e segura, e compreendem melhor o que leem.
Sendo a leitura uma das capacidades mais importantes do ser humano
e uma das principais condições para aprender, a escola e a família têm de
trabalhar colaborativamente, assumindo uma responsabilidade partilhada sobre a
forma como, em conjunto, podem potenciar a aquisição da competência leitora e
fazer de cada criança um bom leitor.
Nesse sentido, e atendendo à fase atípica de isolamento que
carateriza os nossos dias, e que afastou os alunos do espaço físico das escolas
e das bibliotecas, reiteramos o apelo aos pais e encarregados de educação, de
todos os níveis de escolaridade, para que incluam a leitura no dia-a-dia da
família, que incentivem as crianças e jovens a ler cada vez mais e que os
felicitem pelo empenho e pelos progressos. Muitas famílias já o fazem. Podem
ser muitas mais!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO «AVOZINHA GÂNGSTER»
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O livro que eu escolhi como
«o livro da minha vida» foi «Avozinha Gangster», de David Williams, porque foi
um livro que marcou muito a minha infância e acabou por me fazer chorar de
todas as vezes que lia o mesmo.
A história fala sobre o
preconceito e a aceitação. Encontramos também momentos engraçados que nos põem
um sorriso na cara com palavras tolas. Eu descobri este livro depois de o mesmo
me ter sido recomendado, de forma a poder passar à fase seguinte de um concurso
de leitura.
O livro «Avozinha Gangster»
relata a história de um menino, Ben, que odeia ficar na casa da avó. «Que
seca!» Só de pensar que teria de passar mais um minuto que fosse naquela casa
com cheiro a couve e uma avó extremamente aborrecida, que só pensava em sopa e
jogos de tabuleiro, ficava atordoado. Mas havia alguns segredos que Ben não
sabia acerca da avó: ela era uma famosa ladra de joias e o seu sonho era poder
roubar as joias da Coroa Inglesa. Agora, Ben achava a sua avó a mais
encantadora das avós e estava pronto para a ajudar a realizar o seu sonho.
A linguagem explícita no
livro é simples, visto que é um livro recomendado, principalmente, para
crianças de onze anos. O livro faz parte do Plano Nacional de Leitura. Depois de
o mesmo ser lido, deixa os leitores pensativos e fá-los refletir sobre o mesmo,
comparando assim o livro com a realidade. Quanto às minhas reflexões pessoais,
eu consegui retirar uma mensagem em especial que, logo depois de ler o livro,
levei para a minha vida toda. Vida toda essa em que, mesmo passados anos de o
ter lido e defendido em eleições de leitura, ainda me lembro exatamente da
minha «frase-cola», que ficava na cabeça de qualquer um que a ouvisse:
«Aproveitem bem os vossos avós, porque eles não duram para sempre!».
Esta história foi a que mais
me marcou. Mesmo depois de ter lido inúmeros livros impactantes, este foi o que
mais me tocou, pois, a partir daí, eu comecei a ter mais consciência da vida e
a aproveitar e amar cada momento com os meus avós, porque naquela idade ainda
não me tinha «caído a ficha» de que um dia os poderia perder.
Este livro foi «O» livro.
Este livro foi o que me apresentou a maturidade.
Carolina Morais, 9.º B, n.º 5.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO « A CULPA É DAS ESTRELAS»
«A Culpa é das Estrelas», do
autor norte-americano John Green, trata de um romance entre uma rapariga
chamada Hazel e um rapaz chamado Augustus, ambos jovens com cancro.
A história começa quando
eles se encontram pela primeira vez num grupo de apoio para jovens com aquela
terrível doença. Inicia-se então uma amizade muito bonita, que mais tarde os
leva a apaixonarem-se um pelo outro. O livro fala do que Hazel e Augustus
passam juntos, desde o momento em que se conhecem até aos seus últimos dias.
Gostei muito da forma como o
livro está escrito, por exemplo, nos diálogos entre os dois. A forma simples,
mas realista, em que estão escritos torna-os divertidos de ler, curiosamente e
apesar do tema. A história faz com que quem a leia se queira apaixonar, mas ao
mesmo tempo não, pois o final deste livro não é o típico «final feliz».
O autor retrata assuntos
que, infelizmente, acontecem bastante, tornando a história realista, porém sem
deixar de ser comovente. Descreve como os dois jovens desejavam ter uma vida
normal. Ler o livro dá para rir e dá para chorar.
Em conclusão, eu gostei
bastante de ler este livro e aconselho-o a outras pessoas também. A história
ensina os leitores a aproveitarem todos os momentos que temos com as pessoas de
quem gostamos, mesmo até os mais insignificantes, pois não sabemos se esses
momentos serão os últimos que teremos com elas.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
ESCRIT@TOP.COM - DIA DE SÃO VALENTIM
O «Dia de São Valentim», que se assinala a 14 de fevereiro, é sempre uma excelente oportunidade para se desenvolverem atividades de escrita, já que o tema, só por si, parece estimular a alegria, o espírito criativo e a capacidade poética.
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| Autora: Daniela Reis - 6.º B |
Prova disso, são os interessantes acrósticos que os alunos do 2.º ciclo construíram a partir da palavra AMIGO e as bonitas mensagens que nos chegaram.
Muitas vezes os amigos são o nosso apoio.
Inventar e brincar é o que gosto de fazer contigo,
Gosto de te ver sorrir e de darmos gargalhadas.
Obrigado/a, meu amigo, por estares sempre comigo!
6.º ano / turma
B
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| Autora: Inês Domingos - 6.º B |
Imaginamos muitas coisas juntos,
Gostamos de brincar e de nos divertir;
Obrigado/a, meu amigo/minha amiga, por estares sempre comigo!
5.º ano / turma
B
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| Autor: Diogo Luz - 6.º B |
Imaginamos a nossa amizade com
Gratidão no coração e muita felicidade.
Obrigado/a, meu amigo, por estares aqui comigo!
6.º ano / turma A
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| Autora: Alícia Duarte - 6.º B |
(Sofia Duarte)
(Dalila Rio)
O melhor da minha vida é estar na tua!
(Paulo Rodrigues)
(Darlene Vicente)
Espero que recebas muitos postais e que tudo te corra bem neste dia maravilhoso, que tudo tem para te oferecer e oferecer às pessoas que são gentis e bondosas. É isso que tu significas para mim.
Feliz Dia de São Valentim!
(Tatiana Duarte)
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 6
NOTA PRÉVIA
Apesar de o centro da terra ficar a 6371 quilómetros da superfície e nunca o Homem ter conseguido lá chegar, por ser demasiado profundo para a nossa observação direta, a ciência e a tecnologia encontraram formas de o conhecer.
QUESTÃO
| Clica sobre a imagem para a veres melhor. |
O método indireto que nos permitiu chegar a esta conclusão foi o estudo...
A - dos materiais retirados do
interior da Terra, pelo Homem, em sondagens.
B - do campo magnético
terrestre (geomagnetismo).
C - dos materiais libertados
pelos vulcões já que são provenientes do interior da Terra.
D - da propagação das ondas
sísmicas, em particular das ondas S.
PRESTA ATENÇÃO:
Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que constam
do tutorial «Como pesquisar na Web», disponibilizado na pasta dos
Tutoriais ("Serviço de Referência da Biblioteca Escolar", coluna da
direita deste blogue).
Responde à questão no formulário que se segue.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO «O PRINCIPEZINHO»
O livro que mais me marcou em toda a minha vida foi o livro «O
Principezinho», do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, que nos ensina
que para viver só necessitamos de algo único, o amor, que é invisível aos
olhos, principalmente aos olhos dos adultos. Este livro ensina-nos como devemos
partilhar esse amor com o outro, cativando-o e criando laços para toda a vida.
Tornando-nos em algo especial e único.
Na minha opinião, todas as pessoas deveriam ler a história d’«O
Principezinho», uma história muito comovente e educativa, que promove em nós
uma profunda reflexão sobre nós mesmos. Com o Principezinho, não só descobrimos
o verdadeiro significado do amor, mas também como podemos tornar algo comum em
algo único e especial, dedicando-lhe o tempo necessário para ser cativado. Cada
um de nós é diferente, mas, por vezes, só conseguimos reconhecer essa diferença
quando cativamos e criamos laços com alguém, sendo que, se cativarmos algo,
ficaremos eternamente responsáveis por aquilo que tornamos único no mundo,
devendo nós então ser leais, respeitando e cuidando até ao fim da vida. Tal
como o Principezinho, que dedicava muito tempo à sua rosa e a fizera especial e
única entre todas as rosas. Cativando-a.
Para além disso, este livro remete-nos para uma grande reflexão sobre
como deveremos olhar para aquilo que nos rodeia e aquilo a que devemos dar a
devida importância. Ao contrário das crianças, os adultos tendem a ser
incompreensíveis, não conseguindo ver o essencial da vida, distraindo-se com
coisas fúteis, aquelas que não lhes enriquecem o coração.
A maioria dos adultos esquecem-se que já foram crianças, esquecem-se que
podemos ver muito mais para além daquilo que os nossos olhos captam. Os adultos
(que são para mim todos iguais, pois não me cativam, com a sua inconsciência da
vida) vivem cegos, sem conseguirem ver o invisível, que por dentro é o mais
visível que pode existir. Como na história d’«O Principezinho», em que os
adultos não eram capazes de ver nem a jiboia fechada, nem o interior da jiboia,
parecendo-lhes meros chapéus.
Por outro lado, o livro «O Principezinho» ensina-nos que não devemos
julgar os outros pelas palavras que dizem, mas sim pelas ações que demonstram.
Devemos tentar encontrar as «feridas» que perturbam aqueles que nos cativam
para percebermos o «porquê» de não os devermos julgar. O mesmo podemos
verificar na obra «O Principezinho», em que o protagonista ficara muito
desiludido com ele mesmo por não ter adivinhado logo na rosa a sua doçura, por
detrás dos seus subterfúgios, que depois o iluminava e perfumava. Ficara triste
por ter fugido, deixando a sua rosa sozinha, só com quatro espinhos, sem se
poder defender das adversidades da vida.
Em suma, a história do Principezinho sensibiliza-nos para aquilo que
devemos procurar em toda a nossa vida, o amor. Mesmo tornando-nos adultos,
podemos ir em busca do que nos fazia mover na infância: aquilo que os olhos não
veem, mas o interior sente.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
SEGURAS-TE NA NET? - «DICAS PARA UMA INTERNET MAIS SEGURA»
Assinala-se hoje, dia 9 de fevereiro, o Dia da Internet Mais Segura, data que é comemorada em mais de 100 países e em todos os continentes.
Com o objetivo de promover a segurança dos alunos durante este período de ensino não presencial, partilhamos alguns conselhos da SeguraNet, no âmbito da campanha "Estudo em Casa: Dicas para te manteres seguro".
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO «O MEU PÉ DE LARANJA LIMA»
O meu episódio favorito do
livro «O Meu Pé de Laranja Lima», de José Mauro de Vasconcelos, está situado no
capítulo três da primeira parte, nas páginas 74 e 75, da edição da Fábula.
Neste episódio, Zezé
sente-se preparado para soltar o seu pequeno passarinho. Então, vai ter com
Xururuca, o seu Pé de Laranja Lima, para esperar uma nuvem muito bonita que o
deixe voar em direção a Deus. Foi assim que, abrindo a camisa, arranjou uma
forma simbólica para o grande voo do pequeno passarinho.
Para Zezé, este pequeno
passarinho era como que a sua consciência, que o ajudava a pensar e a agir,
sempre que precisava. Este passarinho vivia no seu peito, no seu coração, mas
era fruto da sua imaginação.
Esta é a minha parte
favorita, porque mostra que o Zezé está a crescer e que já não precisa do seu
«conselheiro». Na realidade, não existe nenhum passarinho, nada físico, mas sim
um pressentimento, a nossa consciência, que nos ajuda nas nossas decisões, nos
momentos bons e maus.
Eu gostei especialmente
deste episódio, pois mostra a imaginação e a criatividade de uma criança. Este
passarinho acaba por ser uma maneira de Zezé escapar à realidade em que vivia,
de pobreza e responsabilidade para com o irmão mais novo.
Para concluir, acho que cada
um tem a sua forma de ver as coisas, mas muitas vezes a imaginação das crianças
é mais sincera, mais pura e alegre.
O episódio da obra «O Meu Pé
de Laranja Lima» de que eu gostei mais foi quando a Glória, numa manhã após a
doença do Zezé, lhe trouxe uma pequena flor branca, do Xururuca.
Um dos motivos pelos quais
eu escolhi este episódio foi devido a nele existirem momentos felizes e
momentos tristes, por exemplo, quando a Glória entrou no quarto do Zezé, ele «…
estava sentado na cama e olhava a vida com uma tristeza de doer». Por outro
lado, toda a família do Zezé estava agora feliz por ele estar a melhorar: «Antes
de chegar ao galinheiro virei-me e dei adeus para ela. Nos seus olhos brilhava
a felicidade». Todos estes momentos do episódio são como a vida de todos nós,
umas vezes feliz e outras vezes triste.
O outro motivo que me levou
a escolher esta cena foi por ela representar o crescimento interior de Zezé.
Para ele, ver a primeira flor do seu Pé de Laranja Lima e a consequente
passagem para árvore adulta representava o mesmo que a sua passagem do mundo
dos sonhos para a realidade, da infância para a adolescência: «Quando eu era
criancinha, também acreditava naquelas coisas. Muito embora Minguinho estivesse
tentando me dizer adeus com aquela flor, ele partia do mundo dos meus sonhos
para o mundo da minha realidade e dor.»
Resumindo, a carga dos
sentimentos presentes neste episódio e o seu significado no crescimento de uma
pessoa envolve-nos numa espiral de sensações e no prazer da leitura.
sábado, 6 de fevereiro de 2021
SEGURAS-TE NA NET? «PUBLICAÇÃO DE FOTOGRAFIAS NAS REDES SOCIAIS»
A partilha de fotografias de crianças pelos pais nas redes sociais é uma prática cada vez mais comum. Muitos pais fazem-no com o objetivo de partilhar as conquistas dos seus filhos ou, simplesmente, para partilhar as alegrias da parentalidade. Todos sabemos, porém, que a internet tem um lado sombrio. Muitas fotografias acabam por ser copiadas e posteriormente são usadas para fins impróprios.
Lê a seguinte tira de Banda Desenhada
disponibilizada pela SeguraNet.
| Clica sobre a imagem para a veres melhor. |
1. A Rita mostra à Ana uma fotografia da sua irmã mais nova publicada nas redes sociais.
2. A mãe da Rita usa as redes sociais de forma responsável e crítica.
3. A mãe da Rita parece ignorar os perigos que estão associados à publicação de fotografias de menores na internet.
4. Foi a primeira vez que a mãe da Rita publicou fotografias das filhas nas redes sociais.
5. Ninguém reagiu à publicação da fotografia da menina nas redes sociais.
6. A fotografia publicada foi visualizada por indivíduos pouco escrupulosos.
7. O rapto pode ser uma das consequências deste tipo de publicações nas redes socais.
8. A Ana mostra-se preocupada com a segurança da irmã da Rita.
9. A Rita ignora totalmente o alerta da amiga.
10. A Rita compreende a preocupação da amiga e decide falar com a mãe.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
EU, LEITOR(A), SUGIRO «O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES»
Eu escolhi o livro «O Homem
que Plantava Árvores», de Jean Giono, para ser o «livro da minha vida».
«O Homem que Plantava
Árvores» fala sobre um pastor de ovelhas chamado Elzéard Bouffier que dedicou a
sua vida inteira a plantar milhões de árvores nos Alpes Franceses. O pastor
trabalhava sempre sozinho, de forma solitária. Plantou esses milhões de árvores
num deserto que, depois, deu origem a grandes florestas e matas e isso trouxe
paz, descanso e liberdade a esse deserto.
Este livro foi escrito na
década de 50, quando houve uma grande crise ambiental, e eu acho que foi nisso
que o autor se inspirou. Penso que este livro faz referência ao poder que o ser
humano tem de influenciar o mundo à sua volta.
Eu escolhi este livro, «O Homem
que Plantava Árvores», por vários motivos. Primeiro, julgo que nessa altura já
se pensava nas alterações climáticas, por isso, o autor decidiu escrever um
livro muito simples, mas com uma mensagem muito importante: um homem solitário que plantava árvores
sozinho.
Outro motivo pelo qual
escolhi este livro foi o seguinte: Elzéard Bouffier plantava árvores e as
árvores são a vida e o nosso «alimento», o oxigénio.
Eu acho que todas as pessoas
deviam ler este livro, porque é de fácil leitura e porque fala sobre a
natureza, nossa mãe. Este livro faz-me lembrar que quando há um incêndio, as
pessoas vêm (vêm?) replantar essa área afetada. Só que aqui é uma única pessoa
…
Foi por estes motivos que escolhi
este livro para ser o «livro da minha vida».























