quarta-feira, 22 de abril de 2020

«OS LUSÍADAS»: CURIOSIDADES

Os alunos do 9.º ano do país inteiro iniciaram agora, graças ao projeto #ESTUDOEMCASA, a análise da obra Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões.
É provável que muitos dos nossos alunos não tenham uma ideia de como é a primeira edição de Os Lusíadas, publicada em 1572.
Na nossa biblioteca não temos, infelizmente, uma primeira edição desta obra. Se tivéssemos, estávamos RICOS! Há pouco mais de um ano, a Livraria Lello, no Porto, anunciou uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) no valor de 250 mil euros sobre um volume da primeira edição desta obra camoniana. Mas temos uma edição fac-similada da primeira edição, ou seja, uma edição nova que apresenta uma reprodução exata da original. A partir desta edição, podemos perceber como era a edição original.

A capa

A contracapa com as duas últimas estrofes do poema

As duas primeiras estrofes do Canto I, que fazem parte da Proposição.

As estrofes 3 a 8, ou seja, a terceira e última estrofe da Proposição, as estrofes 4 e 5, que constituem a Invocação, e as estrofes 6, 7 e 8, que já fazem parte da Dedicatória.

A primeira estrofe da Invocação (estrofe 4), em que Camões se dirige às Tágides (as ninfas do Tejo).

A estrofe que dá início à Narração (estrofe 19 - Canto I), quando a armada de Vasco da Gama já se encontrava no oceano Índico («Já no largo Oceano navegavam»).

Nesta nossa investigação sobre Os Lusíadas, descobrimos, ainda, uma edição especial da obra. É uma edição em miniatura, provavelmente de 1904 (tanto quanto nos foi possível averiguar), que resultou de uma homenagem da Tipographia Gonçalves ao Dr. António Augusto de Carvalho e Mello, fundador da Quinta da Regaleira, em Sintra, "pelo seu fervoroso culto à memória de Luiz de Camões, cantor immortal da epopeia lusiada e o maior genio poetico da Raça Latina".



Na Sala dos Reis, no Palácio da Regaleira, vimos, há anos, um exemplar desta mesma edição, com capa vermelha.

As descobertas associadas a Os Lusíadas não ficaram por aqui e fomos descobrir um conjunto de selos portugueses e das antigas colónias portuguesas com a imagem de Camões.

«Numa mão sempre a espada e noutra a pena» Os Lusíadas  VII; 79

Selo comemorativo do IV Centenário de Os Lusíadas  (1572-1972)

Selo emitido em 1969, assinalando o IV Centenário de Camões na ilha de Moçambique (1569-1969)

Selo emitido em Macau

Uma procura mais exaustiva conduziu-nos ainda a outros selos, dois dos quais emitidos em 1969, aquando das comemorações de V Centenário do Nascimento de Vasco da Gama.
Convém recordar, a propósito, que a ação principal de Os Lusíadas se centra na viagem de Vasco da Gama e na descoberta do caminho marítimo para a Índia.

Selo de uma coleção sobre navegadores portugueses, homenageando Vasco da Gama. É visível a referência ao ano de 1498, ano da chegada à Índia (a 17 de maio).


Roteiro da viagem de Vasco da Gama

terça-feira, 21 de abril de 2020

POESIA PARA LER E OUVIR - «MÃEZINHA», ANTÓNIO GEDEÃO

Mãe e Criança, Pablo Picasso (1904)

Ouve, atentamente, o poema «Mãezinha», de António Gedeão, declamado por Vítor D' Andrade.
Confronta, depois, o poema declamado com o poema escrito e descobre dez palavras que estão incorretas no poema transcrito.
                                                     

Mãezinha
A terra de meu pai era pequena
e os transportes difíceis.
Não havia comboios, nem automóveis, nem camiões, nem mísseis.
Corria branda a noite e a vida era serena.

Segundo informação, concreta e exata,
dos boletins oficiais,
viviam lá na terra, a essa data,
3023 mulheres, das quais
45 por cento eram de tenra idade,
chamando tenra idade
à que vai do nascimento até à puberdade.
28 por cento das restantes
eram senhoras, daquelas senhoras que só havia dantes.
Umas, viúvas, que nunca mais (oh! Nunca mais!) tinham sequer sorrido
desde o dia da morte do extremoso marido;
outras, senhoras casadas, com filhos…
(De resto, as senhoras casadas,
pelas suas próprias condições,
não têm que ser consideradas
nestas considerações.)

Das outras, 20 por cento,
eram meninas casadoiras, seriíssimas, discretas,
mas que, por temperamento,
ou por outras causas mais ou menos secretas,
não se inclinavam para o casamento.

Além destas meninas
havia, salvo erro, 32,
que à meiga luz das horas vespertinas
se punham a tricotar por detrás das cortinas
espreitando, de revés, quem passava nas ruas.

Dessas havia 9 que moravam
em prédios baixos como então havia,
um aqui, outro ali, mas que todos ficavam
no troço habitual que o meu pai percorria,
calmamente, no maior sossego,
às horas em que entrava e saía do emprego.

Dessas 9 excelentes raparigas
uma fugiu com o criado da lavoura;
5 morreram jovens, de bexigas;
outra, que veio a ser grande senhora,
teve as suas fraquezas mas casou-se
e foi condessa por real mercê;
outra suicidou-se
não se sabe porquê.

A que sobeja
chama-se Mariazinha.
Foi essa que o meu pai levou à igreja.
Foi a minha mãezinha.

                                              António Gedeão

Regista as incorreções que descobriste no espaço «Comentários». Não te esqueças de indicar o teu nome, turma e ano.
                        

segunda-feira, 20 de abril de 2020

4.º DESAFIO DE ESCRITA AINDA À ESPERA DE MAIS PARTICIPANTES

Contrariamente ao que é habitual, o 4.º desafio de escrita lançado neste blogue não conquistou muitos adeptos. Será que a gramática condicionou a imaginação?

Se bem se lembram, desafiavam-se os leitores a completar o seguinte texto:
Lá fora, já se sentia o respirar da primavera. No entanto, ...», usando, pelo menos:
 - um pronome começado por n;
 - um verbo começado por e;
 - um adjetivo começado por d;
 - um nome começado do s.


Para estimular a vontade de escrever, aqui ficam algumas dicas;

Pronomes começados por n: ninguém, nós, nos, nosso / nossa / nossos / nossas (atenção que estas palavras também podem ser determinantes), nada ...

 Verbos começados por e; estar, evitar, esconder, elevar, ensinar, emocionar, entusiasmar, escutar, emergir, enviar, esticar, experimentar, ensaiar...

Adjetivos começados por d: descontente, destemido, desatento, doce, divertido, desleal, digno, dedicado, débil...

Nomes começados por s (próprios, comuns ou coletivos): sala, silêncio, saída, Sara, sentimento, saudade, Sofia, sonho, sogra, segredo, Susana, souto...

Senhores professores de Português, querem dar uma ajuda e sugerir outras palavras?

E se aproveitássemos este desafio para falarmos da nossa experiência de isolamento nestes dias difíceis que todos vivemos?

Escreve o teu texto no espaço «comentários». Não te esqueças de indicar o nome, a turma e o ano de escolaridade.
Este desafio está aberto a toda a comunidade escolar: alunos, professores, funcionários, encarregados de educação...

sexta-feira, 17 de abril de 2020

MORREU LUIS SEPÚLVEDA, O AUTOR DE «HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR»

Luis Sepúlveda, o autor de História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, obra que os nossos alunos leem habitualmente no 7.º ano de escolaridade, morreu, ontem, dia 16 de abril, aos 70 anos de idade, num hospital em Oviedo, onde se encontrava internado desde o dia 29 de fevereiro, vítima de Covid-19. Poucos dias antes,  o escritor esteve em Portugal, na Póvoa de Varzim, para participar no festival literário Correntes d'Escrita.



Luis Sepúlveda, carinhosamente chamado de "Lucho" pelos amigos, nasceu em Ovalle, no Chile, a 4 de outubro de 1949. Filho de um proprietário de um restaurante e de uma enfermeira de origem mapuche (um povo indígena chileno), estreou-se na literatura quando tinha 20 anos, começando por escrever uma coleção de contos juvenis. Aos 40 anos, publicou a obra O Velho que Lia Romances de Amor, que o tornou conhecido no mundo inteiro. Este livro vendeu milhões de exemplares, tal como História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, uma fábula recheada de valores como o respeito pela diferença, a amizade, a honra dos compromissos assumidos, o espírito de grupo, o companheirismo e a preservação do ambiente. Aliás, todos os seus livros conquistaram a admiração de milhões de leitores no mundo inteiro e estão traduzidos em mais de 60 idiomas.
Além de romancista, Luis Sepúlveda foi jornalista, argumentista, cineasta e ativista político e ambiental. 

Com a sua morte, o mundo ficou, seguramente, mais pobre.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

«MIÚDOS A VOTOS»: VOTAÇÕES ONLINE

A pandemia da COVID-19 obrigou ao encerramento das escolas, mas os «Miúdos a Votos» não terminaram e as eleições vão realizar-se na próxima terça-feira, dia 21 de abril, através de voto eletrónico.
A votação será feita na Internet, entre as 8h30 e as 18h30, através de um link que os professores enviarão aos seus alunos. 
Infelizmente, só poderão votar os alunos que tenham computador em casa e uma conta Google, o que quer dizer que não vão ser cumpridas todas as regras que se seguem numas eleições a sério. Mas o voto será secreto e cada aluno só poderá votar uma vez.

Tal como nos anos anteriores, os resultados das eleições serão divulgados numa grande festa, que está marcada para 27 de maio e que será transmitida em direto através da Internet e redes sociais.

Não te esqueças de votar no teu livro preferido!

quarta-feira, 1 de abril de 2020

PORDATA KIDS: PARA OCUPAR O TEMPO DA MELHOR FORMA

Nestes dias de isolamento em casa, a Pordata Kids pode ser um bom instrumento, simultaneamente pedagógico e lúdico, para pais e filhos organizarem, em conjunto, diferentes jogos e passatempos.

Para que os nossos leitores possam conhecer melhor esta ferramenta, aqui fica a carta endereçada pela Pordata, em parceria com a RBE, a professores, professores bibliotecários, encarregados de educação e famílias, seguida dos links para acesso a cada uma das áreas.

(Clique sobre o texto para ver melhor)

Para saber o que é a Pordata Kids, clique aqui.

Para aceder à área Pordata Escolas, clique aqui.

Para aceder à área de Jogos, clique aqui.



terça-feira, 24 de março de 2020

COMÍCIO ELEITORAL DE «MIÚDOS A VOTOS»

A campanha eleitoral de «Miúdos a votos: quais os livros mais fixes?» estava ao rubro. Tínhamos entrado na última semana e havia tantos livros em confronto. No auditório, repleto de alunos do 2.º ciclo, o comício teve início às 15h30 do dia 9 de março, conduzido por duas alunas do 8.º ano (a Matilde Duarte e a Inês Inácio). Na assistência, havia pais entusiasmados com o trabalho que os seus filhos foram desenvolvendo nos últimos dias e que se quiseram juntar à festa. Sim, à festa! Antes de mais, este comício foi uma festa em que se celebrou o livro e a leitura, sem esquecer os procedimentos de uma verdadeira campanha eleitoral. E houve cartazes (muitos), marcadores de livros, slogans, vídeos, pequenas representações teatrais e até dança. Houve também as ofertas habituais em tempos de campanha: lápis, canetas e muitos doces... tudo com o claro intuito de  persuadir a assistência a votar neste ou naquele livro.







Por razões que todos conhecemos, poucos dias depois, a campanha foi suspensa e as eleições adiadas, mas os livros continuam aí e leitura pode, talvez, trazer-nos alguma tranquilidade nos tempos difíceis que vivemos.

segunda-feira, 23 de março de 2020

«CONTOS COM REFLEXÃO» NA SEMANA DA LEITURA

A Semana da Leitura começou de forma tranquila no Agrupamento de Escolas de Monchique, sem imaginarmos que, muito em breve, todas as nossas rotinas se alterariam.
Como vem sendo hábito, o psicólogo Alfredo Leite dinamizou sessões com alunos de todos os anos de escolaridade e com as crianças da educação pré-escolar, levando-nos a refletir, de uma forma diferente, sobre obras trabalhadas na sala de aula, como, por exemplo, A Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Andresen (5.º ano), O Pássaro da Cabeça de Manuel António Pina (6.º ano), História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luis Sepúlveda (7.º ano),  «Vicente» in Bichos de Miguel Torga (8.º ano) e Os Lusíadas de Luís de Camões (9.º ano).

A professora Filipa Batista, que leciona a disciplina de Português a todas as turmas do 2.º ciclo e que acompanhou as sessões dos 5.º e 6.º anos, deixou-nos o interessante testemunho que a seguir partilhamos.


Este ano letivo, a nossa escola contou, novamente, com a presença do Dr. Alfredo Leite, psicólogo, para levar os alunos a refletir sobre diversas temáticas pertinentes para a sua educação e civismo, usando as obras literárias que são lidas e trabalhadas em sala de aula.
Do primeiro ao terceiro ciclo, todos os alunos puderam experienciar uma abordagem às leituras obrigatórias diferente daquela que é trabalhada em aula.
O 2º ciclo, por exemplo, foi convidado a refletir um pouco sobre o futuro e hábitos de leitura, percebendo que estes passam, essencialmente, pelas práticas do presente e pela necessidade, importância e, até, urgência de se ter hábitos de leitura para poderem ser adultos que pensam e agem em conformidade com as suas escolhas. Estas devem ser feitas conscientemente, tendo em conta que o futuro e as profissões do futuro são uma incógnita.
Foi, também, tratada a relevância da criatividade como critério essencial na escolha de colaboradores nas profissões futuras, que ainda nem foram inventadas.
Os alunos participaram com entusiasmo, revelando criatividade e imaginação na qualidade e quantidade das respostas, bem como conhecimento da obra em questão.


sábado, 21 de março de 2020

DIA MUNDIAL DA POESIA


Neste Dia Mundial da Poesia, impedidos de realizar a nossa habitual atividade de oferta de poemas pela vila de Monchique, partilho com os leitores um belo poema, sugestão da nossa querida professora Manuela Ponte, que está agora na Ilha das Flores.

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'

sexta-feira, 20 de março de 2020

PROVÉRBIOS EM IMAGENS 2

Foi com grande facilidade que alguns alunos descobriram os 19 primeiros «Provérbios em Imagens»
Aqui fica, então, mais um conjunto de 10 provérbios. Vamos, em conjunto, tentar descobrir todos?

quinta-feira, 19 de março de 2020

TODOS A LER: UM SILÊNCIO FEITO DE PALAVRAS E DE HISTÓRIAS

A campainha tocou precisamente às 10h00 do dia 11 de março. Era o sinal que todos esperávamos para abrir um livro e começar a ler durante dez minutos. E leu-se! Nas salas de aula, na biblioteca, no polivalente, na secretaria, na sala da direção, na sala de professores, no bar, nos cantinhos do recreio, nas escadarias... Leu-se, de forma autónoma e descontraída, e, durante dez minutos, a escola mergulhou num reconfortante silêncio feito de palavras e de histórias.




terça-feira, 17 de março de 2020

PROVÉRBIOS EM IMAGENS

Às vezes, no facebook, até descobrimos coisas interessantes. O exemplo que se segue é uma deles.
Serão os nossos leitores capazes de traduzir para palavras os provérbios que se seguem?
Temos de admitir que ainda nos falta descobrir alguns. No espaço comentários indicamos o 1.º. Se quiser, pode ajudar-nos a descobrir os outros.

ADIAMENTO DA FINAL DO CONCURSO «PARES DA LEITURA»

Por motivos que são, infelizmente, do conhecimento de todos nós, a final do Concurso «Pares da Leitura», agendada para o dia 27 de março, fica adiada, sem haver ainda uma nova data prevista.

segunda-feira, 16 de março de 2020

UM POEMA POR DIA?! QUE BEM QUE NOS FARIA!

Os professores de Português propuseram aos seus alunos, no âmbito da atividade «Um poema por dia?! Que bem que nos faria!», a leitura diária de um poema, ao longo do mês de março, e o registo do seu título e do seu autor numa ficha de trabalho produzida para o efeito.

Tentando facilitar esse trabalho, uma vez que muitos alunos estão agora impossibilitados de aceder facilmente a livros de poesia, deixamos aqui um link com sugestões de poemas apresentadas por alunos da Escola Básica Manuel do Nascimento, no ano letivo 2014/2015.
Para aceder aos poemas clique aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2020

EM TEMPO DE CAMPANHA, «A MENINA DO MAR» VOLTOU À RÁDIO FOIA

A campanha eleitoral de «Miúdos a votos» tem revelado dinâmicas de trabalho muito interessantes, mobilizando grupos de alunos que, muitas vezes de forma autónoma, delineiam estratégias meticulosas e investem na produção de materiais surpreendentes.
Os partidários de  A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen (um grupo de seis alunos do 6.º A) começaram a preparar a sua campanha logo no início de fevereiro. Nos tempos livres, reuniam-se na biblioteca escolar e, depois de decidirem o que iam fazer e como fazer, começaram a produzir os seus materiais: além de marcadores com a frase «A saudade é a tristeza que fica em nós quando as coisas de que gostamos se vão embora», construíram fantoches de papel com as principais personagens da história e prepararam uma pequena encenação.


No passado dia 5 de março, a sua ação de campanha chegou à Rádio Foia. Munidos dos seus materiais e com uma intervenção muito bem preparada, cinco elementos do grupo (o Francisco Casaca, a Ana Maria Sampaio, a Inês Duarte, a Maria Nunes e a Carolina Cruz) fizeram a apresentação da obra, leram alguns excertos, justificaram a sua preferência por este livro, referindo que é uma história que nos faz perceber que a amizade é possível entre seres de natureza diferente, e apelaram ao voto de alunos do país inteiro.




sexta-feira, 6 de março de 2020

«MIÚDOS A VOTOS AJUDA A FORMAR CRIANÇAS ALTRUÍSTAS E AMIGAS DO AMBIENTE

No dia três de fevereiro, a turma C2, do 2.º/3.º ano, da EB1 N.º 2 de Monchique iniciou a campanha “Miúdos a Votos” com uma exposição de trabalhos que remetem para os seus livros preferidos, à entrada da sala de aula. Este ano o lema é “Somos altruístas, amamos poesia e preservamos o ambiente”.

Os livros escolhidos repartem-se por três obras literárias O Elefante Cor-de-Rosa de Luísa Dacosta, Os Poemas da Mentira e da Verdade de Luísa Ducla Soares e Há Fogo na Floresta de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.








Texto e fotografias: Prof. Anabela Cancela

quinta-feira, 5 de março de 2020

SEMANA DA LEITURA 2020


quarta-feira, 4 de março de 2020

«LER+ BD» COMEÇA A DAR FRUTOS

A atividade «Ler+ BD», que está a ser desenvolvida em parceria com a professora Fernanda Gomes e que já deu origem a um interessante conjunto de iniciativas (exposições, workshops e palestras), começa a movimentar alguns alunos que, de forma autónoma ou orientada, investem no seu trabalho de ilustração.
O Bruno Varela já tem uma interessante coleção de trabalhos e teve direito a uma pequena exposição na biblioteca escolar.

terça-feira, 3 de março de 2020

UMA VIAGEM A LISBOA PARA COMPREENDER MELHOR O «AUTO DA BARCA DO INFERNO»

Há já alguns anos que a Biblioteca Escolar e o Departamento de Línguas do Agrupamento de Escolas de Monchique planificam anualmente uma deslocação a Lisboa com os alunos do 9.º ano para assistência à representação teatral da peça Auto da Barca do Inferno pela Companhia de Teatro «O Sonho». Pretende-se, desta forma, aprofundar o conhecimento deste auto vicentino, propiciando o contacto real com o mundo do teatro.
Nos últimos anos, os Departamentos de Expressões e de Ciências Sociais e Humanas associaram-se à iniciativa e o programa passou a incluir uma visita guiada ao Museu Nacional da Arte Antiga para apreciação de quatro obras que complementam o estudo da obra de Gil Vicente: Custódia de Belém, Painéis de São Vicente, O Inferno e Tentações de Santo Antão.
No corrente ano letivo, esta deslocação a Lisboa teve lugar no dia 28 de fevereiro, envolveu 41 alunos do 9.º ano e quatro professores e o programa foi cumprido escrupulosamente, sendo de salientar a atitude irrepreensível dos alunos.
Também merece destaque o excecional trabalho da Companhia de Teatro «O Sonho», a atuar, agora, num novo espaço, e o profissionalismo das três guias do MNAA, que acompanharam os alunos numa visita guiada pelas quatro obras atrás referidas.


PROGRAMA DA VISITA


Clique sobre a imagem para ver melhor.



segunda-feira, 2 de março de 2020

4.º DESAFIO DE ESCRITA

Os desafios de escrita continuam a revelar talentos desconhecidos e capacidades surpreendentes.
Aqui fica, por isso, mais um desafio.

Completa a frase que se segue, usando, pelo menos:
     ➨ um pronome começado por n;
     ➨ um verbo começado por e;
     ➨ um adjetivo começado por d;
     ➨ um nome começado por s.

Lá fora, já se sentia o respirar da primavera. No entanto...

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