quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - FASE ESCOLAR/MUNICIPAL - 3.º CICLO

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - FASE ESCOLAR/MUNICIPAL - 2.º CICLO

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

EU, LEITOR(A), SUGIRO «AVOZINHA GÂNGSTER»

 

Vou falar-vos acerca do melhor livro que já li, que se chama Avozinha Gangster, do inglês David Walliams. Este livro relata a relação entre uma avó e o seu neto. Adorei a leitura, ri-me muito e diverti-me muito enquanto li.

É uma história sobre preconceitos e também aceitação, está cheio de piadas engraçadas e de palavras tolas, ao estilo bem-humorado do David Walliams (ele também é ator, um comediante). Imaginem um neto, Ben, que descobre que a sua avó afinal não é nada aborrecida, mas sim uma famosa ladra de joias!
Recomendo o livro a todos os netos, avós e também aos pais, pois na nossa sociedade cada vez mais se esquecem dos mais velhos e isto não deveria acontecer, porque são eles que nos ensinam muita coisa sobre a vida.
Gosto de histórias com valores, histórias que transmitem sentimentos fortes e que me façam pensar e sentir algo, e a leitura deste livro trouxe-me isso, é uma história de amor entre avó e neto que me deixou emocionada, pois amo os meus avós.
De facto, considero que é uma história muito divertida, engraçada e carregada de ensinamentos, que vale muito a pena ler.
Darlene Vicente, 7.º C.

Fonte da imagem: 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - FASE ESCOLAR/MUNICIPAL - 1.º CICLO

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terça-feira, 24 de janeiro de 2023

3, 2, 1 ... LANÇAR SONDA NA BIBLIOTECA!

Viajar no espaço através da leitura é uma possibilidade que está ao alcance de todos nós. Basta abrir o livro «Pó de Estrelas», de Jorge Sousa Braga, ou «Corpos Celestes», de José Jorge Letria, e poderemos partir do Cabo Canaveral num vaivém, «… olhar a Terra / pequenina lá do espaço», «Passar uma tangente a Marte», «Dar a Io um abraço» ou «…trazer de Saturno / um anel…» para o dedo de alguém muito especial. Poderemos, enfim, perceber que o Universo «É a imensidão que ninguém / sabe onde começa e termina / nem sequer o futuro / que em segredo nos destina».

E foi, precisamente, com uma poética viagem pelo espaço, a bordo dos poemas «Vaivém», de Jorge Sousa Braga, e «Universo», de José Jorge Letria, que os alunos das três turmas do 7.º ano deram início à atividade «3, 2, 1 … lançar sonda na biblioteca!», do Projeto «Newton gostava de ler!», numa estratégia de articulação curricular com a disciplina de Físico-química.
De regresso à Terra, os alunos viram-se confrontados com uma missão extraordinariamente complicada. Subdivididos em grupos, assumiram o papel de engenheiros aeroespaciais e tiveram de projetar e construir um sistema de aterragem capaz de proteger uma frágil sonda espacial (um OVO cru) ao embater no solo, depois de ser lançada de uma altura de dois metros.
Dispondo de um orçamento de 50 milhões de euros, cada grupo podia investir na aquisição de materiais sofisticadíssimos: bolas de algodão, bocadinhos de esferovite, luvas, balões, paus de espetada, folhas de papel, tiras de cartolina, sacos de lixo, cordel, etc.
Gastaram-se milhões e milhões de euros, mas nem tudo correu bem: das onze sondas lançadas, só duas ficaram intactas ao embater no solo. Ainda foi possível salvar três das restantes, por apresentarem leves fissuras na «fuselagem». As outras desintegraram-se totalmente e não foi viável qualquer aproveitamento.
Valeu a experiência e a aprendizagem. Estamos certos de que as próximas missões terão desfechos mais favoráveis.





segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

LEITURAS E TEATRO 2023: «ODISSEIAS EM LISBOA»

Fotografia de: Professora Débora Boto

O estudo da obra «Ulisses», de Maria Alberta Menéres, esteve na origem de uma visita de estudo dos alunos do 6.º ano a Lisboa, no passado dia 19 de janeiro, acompanhados pelas professoras Débora Boto, Sónia Petreques e Carla Travessa, para assistência à representação teatral de uma adaptação desta obra pela Companhia de Teatro Cultural Kids.
Associando a representação presencial a uma projeção com recurso às tecnologias digitais, esta companhia de teatro transpõe para outra dimensão o que se passa no Olimpo, de onde os deuses vão controlando o percurso do herói, Ulisses, como se de um jogo de computador se tratasse. Os episódios da «Odisseia» surgem assim como etapas ou níveis desse jogo, cabendo a Ulisses contornar os obstáculos que o afastam do seu grande objetivo: reencontrar a mulher Penélope e o filho Telémaco.
Esta estratégia confere à representação teatral uma atratividade suplementar, que cativa o interesse dos alunos e os leva a perceber ainda melhor as dificuldades com que Ulisses se debateu no seu regresso a Ítaca.
Rentabilizando a deslocação à capital, os alunos usufruíram, também, de uma fascinante visita guiada ao Oceanário de Lisboa, que lhes permitiu aprender mais sobre o oceano, os animais marinhos e como poderão fazer a diferença por um planeta mais sustentável.
Esta atividade, que resultou de uma parceria entre a biblioteca escolar, a biblioteca municipal e os departamentos curriculares de Línguas e Matemática e Ciências Experimentais, contou com o total apoio financeiro do Município de Monchique, que cedeu o transporte e assegurou o pagamento das entradas no teatro e no Oceanário de Lisboa.

domingo, 22 de janeiro de 2023

+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 25

 NOTA PRÉVIA

Sabias que o morcego é o único mamífero voador?


QUESTÃO

Os morcegos podem apresentar diferentes hábitos alimentares, alimentando-se, por exemplo, de frutos, insetos, peixes e até mesmo de sangue.

Como é que o morcego captura as suas presas?

A - O morcego produz luzes luminosas nos olhos, que se refletem nos objetos circundantes e voltam na forma de luz. Ele recebe essa luz e assim se orienta.

B - O morcego emite ondas ultrassónicas pela boca ou narinas, que se refletem nos objetos circundantes e voltam na forma de eco. Ele capta esses sons e assim se orienta (ecolocalização).

C - O morcego liberta odores pela boca ou narinas; estes atingem os objetos circundantes e voltam na forma de cheiros. Ele recebe esses odores e assim se orienta.

D – O morcego, ao encontrar uma fonte de alimento, apresenta uma série complexa de movimentos, designados dança do balanço, para indicar a localização do alimento.

PRESTA ATENÇÃO

Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que o teu professor te transmitiu.

Responde à questão no formulário que se segue. Clica aqui.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

CURTAS DE ESCRITA ONLINE 4

O H é uma letra impressionante. No início das palavras nem se ouve, mas altera totalmente uma palavra se no meio dela se intromete, conforme poderás comprovar no poema «Maluquices do H» do escritor brasileiro Pedro Bandeira.



Bandeira, P. /(1994). Mais respeito, eu sou criança. São Paulo: Moderna. Retirado de https://peregrinacultural.wordpress.com/2018/04/13/maluquices-do-h-poesia-de-pedro-bandeira/


DESAFIO
- Escreve uma frase com o máximo de 20 palavras (determinantes artigos definidos e indefinidos não contam). Dez dessas palavras devem começar, obrigatoriamente, pela letra H.

- Usa o espaço comentários para deixares a tua resposta. Presta atenção à construção da frase, à ortografia e ao uso adequado da pontuação.
    Não te esqueças de indicar o teu nome, ano e turma.

- Este desafio está aberto a todos os elementos da comunidade educativa: alunos, professores, funcionários, encarregados de educação, familiares, amigos...

- Serão atribuídos cinco prémios (materiais de leitura/escrita) às cinco melhores frases.

CURTAS DE ESCRITA ONLINE 3: DIVULGAÇÃO DOS PREMIADOS

O júri do «Curtas de Escrita Online 3», constituído pelas professoras Conceição Windle e Irene Dias (da Equipa da Biblioteca Escolar) e Natividade Lemos (Coordenadora do Departamento de Línguas), selecionou como vencedoras as quadras produzidas pelos alunos cujos  nomes a seguir se indicam. 

Não havendo concorrentes do 3.º ciclo, o júri deliberou, ainda, atendendo ao número de participantes e à qualidade das quadras, reverter para o 1.º ciclo os cinco prémios não atribuídos no 3.º ciclo.



AUTORES DAS QUADRAS VENCEDORAS
(por ordem alfabética do primeiro nome)

1.º CICLO

Afonso Rio (e mãe - Francisca) – 2.º ano – Turma B2

Bernardo Matias Marques – 4.º ano – Turma D2 

Dinis Nunes (e mãe - Marta e pai - Nelson) – 2.º ano – Turma B2

Gustavo Sampaio – 2.º ano – Turma B2

José Nunes (e Marisa Lopes – Enc. Educação) – 2.º ano – Turma B2

Joshua Leon Jones (e Duarte Miguel Grais) – 2.º Ano – Turma D2

Marline (e pai - Luís) – 2.º ano – Turma B2

Rosa Nunes (e mãe – Marisa) – 2.º ano – Turma B2 

Santiago Liberal (e Ana Catarina Liberal – Enc. Educação) – 2.º ano – Turma B2

Xavier Agostinho (e Tatiana Cochicho – Enc. Educação) – 2.º ano – Turma B2 

2.º CICLO

Afonso Catarino (e mãe) – 5.º Ano – Turma A 

Anita Martins – 5.º ano – Turma A

Martim Filipe da Silva Duarte (e Andreia Silva – Enc. Educação) – 6.º ano – Turma B

Miguel Alves – 5.º Ano – Turma A

Pedro Nunes – 5.º Ano – Turma A

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

MONCHIQUE: VILA HÁ 250 ANOS

(Fonte das imagens: http://jf-monchique.pt/galeria/

O Concelho de Monchique foi criado  250 anos, por Alvará de D. José I.

Fonte: Gascon, J. (1993). Subsídios para a Monografia de Monchique (2.ª ed). Faro: Algarve em Foco Editora.

Depois de leres a informação anterior com atenção, verifica se sabes. 
Clica sobre a imagem que se segue.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

PROBLEMATIK 22 - FOLHAS DO CALENDÁRIO

 As folhas do calendário do mês de janeiro

 

Na sala de aula do Tiago arrancaram-se todas as folhas do calendário referentes ao mês de janeiro.

O Tiago e a Inês separaram as folhas da seguinte forma:

    - O Tiago pegou nas folhas que só tinham um algarismo;
    - A Inês pegou nas que começavam pelo algarismo 1;
    - Em seguida, o Tiago pegou nas folhas que começavam pelo algarismo 3;
    - Por fim, a Inês pegou nas folhas que começavam pelo algarismo 2.

1. Quem separou maior número de folhas? O Tiago ou a Inês?

2. Indica qual a diferença entre o número de folhas que cada um separou.


Regista as tuas respostas no formulário que se segue. Clica aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2023

LÍNGUA APURADA - PALAVRAS HOMÓFONAS

O Natal ficou para trás (ou ficou para traz?) e agora não resta mais do que esperar um longínquo e frio mês de dezembro, para voltar a degustar, no dia 24 à noite (ou noite?), um prato quentinho de bacalhau cosido com todos, desculpem, de bacalhau cozido com todos!

Que confusão!

Pois, é o que acontece com as palavras homófonas: são palavras que significam coisas diferentes e que se escrevem de maneira diferente, mas que têm a mesma fonética, isto é, o mesmo som. Daí a dúvida que às vezes surge quando nos confrontamos com a necessidade de optar entre uma e outra: cosido ou cozido?

Depende. Do contexto. Dia 24 de dezembro à noite o que sabe mesmo bem é comer o bacalhau cozido com todos, pois, se o bacalhau estivesse cosido, o mais provável seria encontrarmos uns quantos fios e agulhas no prato e isso, para uma doce e acolhedora noite de Natal, não seria lá muito agradável…
Trás ou Traz?
À ou Há?

 Queres desafiar-te com 10 pares de palavras homófonas?

Ora, então, carrega aqui.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

EU, LEITOR(A), SUGIRO «O CAVALEIRO DA DINAMARCA»

 

         «O Cavaleiro da Dinamarca» foi escrito por Sophia de Mello Breyner Andresen. Retrata a história de um peregrino, que se aventurou e partiu de sua casa com destino à Terra Santa, Belém. Conheceu as mais belas cidades e ouviu encantadoras histórias.

Eu gostei deste livro, em primeiro lugar, porque o Cavaleiro, apesar dos obstáculos e das tentações, foi fiel à promessa para com a sua família. Além disso, podemos verificar que esta viagem de longa distância e duração fê-lo conhecer não só o mundo, como também ele próprio. As peregrinações são difíceis e apenas os verdadeiros crentes conseguem realizá-las, mais importante do que isso, só os verdadeiros crentes conseguem crescer, conhecer-se, aprender e melhorar. A personagem principal destaca-se pela sua fé e pela sua determinação. Alcançou o seu objetivo e fê-lo da melhor forma possível. De facto, podemos comprovar que a mensagem aqui passada revela grandes aprendizagens e experiências, bem como a persistência, como o elemento necessário para atingir os nossos objetivos.
O episódio que mais me marcou foi a história de uma rapariga em Veneza, Vanina. Em resumo, a história fala sobre uma rapariga, considerada a mais bela, que foi presa em casa pelo seu tutor e que depois fugiu com um capitão, Guidobaldo, pelo qual se apaixonou e com quem casou. Pois bem, eu vejo neste acontecimento o amor apresentado de duas formas diferentes. Por um lado, o amor é carinhoso e, por outro, o amor é capaz de fazer o mal e, talvez, ser confundido com o ódio. Conseguimos ver tantas maneiras de amar que nem sempre sabemos qual está verdadeiramente certa. Esta parte do livro, particularmente, revela-me as diferentes manifestações do amor e da confiança, que podem ser construídos com tão pouco.
Do mesmo modo que este Cavaleiro escutava aventuras, ele próprio estava a viver uma. Aprendi com este livro que o autoconhecimento, a amizade e, acima de tudo, a família devem ser as nossas prioridades.
Sofia Duarte, 7.º B.

Fonte da imagem: 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

MIÚDOS A VOTOS 2022/2023: LIVROS NOMEADOS PARA AS ELEIÇÕES

Já foram divulgadas,  pela VISÃO JÚNIOR, as listas dos livros que irão a votos no dia 7 de março.

No total, foram apresentadas 32 289 candidaturas, sendo propostos  mais de 7 000 títulos diferentes de cerca de 3 000 autores.

Os candidatos às eleições são os 20 livros mais votados em cada ciclo.

Aqui estão eles:





quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

ESCRIT@TOP.COM - «O NOSSO NATAL»

«O Nosso Natal» é uma compilação de textos alusivos ao Natal, produzidos por alunos do 6.º ano, sob a orientação da professora de Português.


A noite de Natal 

Na noite de Natal cumprimos a tradição.
A noite de Natal é para abrir os presentes e para nos divertir.
Temos doces para nos lambuzar com a família.
A noite é para sorrir, brincar e rir.
Largar o telemóvel e abrir os presentes com quem mais amamos.

 Maria João Gonçalves e Lara Ramos, 6.º B

Feliz Natal
Abraços
Muitas prendas
Igualdade
Liberdade
Ideias de postais 
Amor
 
Respeito
Esperança
Unir a família 
Natal
Irmandade
Deus
Anjos de neve
 
No coração há amor e paz 
O Natal feliz
 
Na noite de Natal há 
Alegria
Toda a família e o amor é a melhor coisa que existe no mundo 
Árvores de Natal
Laços de Natal envolvendo as prendas e os corações das famílias 

Isabela Gonçalves, 6.º B.

Bom Natal para todos. 

Onde as pessoas se unem. 
Muitas vezes acontece. 

Ninguém fica triste. 
A amizade prevalece
Temos presentes para dar. 
A época do ano mais importante é o Natal
Logo o Pai Natal vai chegar. 

 Francisco Petreques e Guilherme Guerreiro, 6.º B. 

O nosso Pai Natal

Parental
Alto
Inteligente

Neutro
Amigo
Ternurento
Amável
Lindo

Sean Norton e Bruno Branco, 6.ºA


Memórias

Estamos quase a chegar ao Natal. Esta época é celebrada com a família, recebemos presentes e comemos pratos tradicionais. Depois do Natal, chegamos ao Ano Novo e, por isso, vamos comemorar a vinda de um novo ano, cheio de novas memórias. Mas não podemos deixar para trás o velho ano, pois vai permanecer cheio de outras memórias que nos enchem o coração.

«A todos um bom Natal»
dizia a canção
Por isso, desejo a todos vós
Um excelente Natal!

Emma Filipe, 6.º A.

 Presentes de Natal

            O Gustavo enviou uma carta ao Pai Natal e pediu-lhe uma bola e um animal de estimação. O Pai Natal perguntou-lhe:

            - Portaste-te bem este ano, rapaz?
            - Sim, muito bem – respondeu o Gustavo.
            - Então. vou dar-te tudo o que pediste!
           Não podemos fazer pedidos ao Pai Natal se, durante todo o ano, não tivemos um comportamento exemplar na nossa vida. Devemos ser agradecidos por tudo o que conseguimos ter.

 Gustavo Marques, 6.º A.

Natal

Para algumas pessoas o Natal pode ser só dar presentes e receber, mas tem muita história pela frente.

Este dia é perfeito para estar com a família. A história do Natal começou quando Jesus nasceu, mas eu venho escrever uma mensagem, uma coisa que fico a pensar…
As pessoas só gostam do Natal para receber presentes, mas esquecem que neste dia tão especial é importante estar com a família, relembrar os momentos únicos que tivemos, seja nas épocas de Natal passadas, seja noutras época.
Para mim o mais importante é aproveitar o tempo com a família e com quem amamos.

 Margarida António, 6.º B.

O Natal Feliz, sempre com boa comida 

            No Natal há sempre felicidade! A melhor coisa que há é o jantar em família: o belo jantar de peru, de entrada uns camarõezinhos, um belo vinho tinto para os adultos e para as crianças uma Coca-cola, Seven Up ou Fanta, pois são as melhores bebidas.

            Algumas pessoas abrem os presentes no dia 24 de dezembro, à meia-noite, outras abrem no dia 25 de dezembro, pela manhã.
            O Natal é uma época onde há muita felicidade!

                                                                                                Gil Lourenço, 6.º B.

O Gato Kiki 

Um dia antes do Natal, um gato que se chamava Kiki estava na rua com muito frio e não tinha onde se esconder. Naquele dia, uma senhora de idade que se chamava Sílvia e odiava gatos estava em sua casa a fazer os seus cozinhados. O gato, não sabendo que a idosa não gostava de felinos, foi ter com ela e perguntou-lhe:

- Senhora, posso entrar na sua casa?
A senhora respondeu muito chateada:
- Não! Sai daqui, seu gato imundo.
O gato ficou muito triste, por outro lado, a senhora também ficou confusa e pensou: "Este gato, por acaso, até não é mau".
A senhora não gostava de gatos porque sempre que estes foram a sua casa mostraram-se falsos e maldosos. Então, ela decidiu ir chamá-lo para lhe fazer companhia ao jantar. O gato ficou muito feliz e acabaram por passar a noite de Natal juntos. É por isso que nós precisamos sempre de amigos, para nos aquecer o coração. 

Shantala Paixão, 6.º B.


O Natal 

O Natal é uma época muito desejada, principalmente pelas crianças. Ainda me lembro quando era criança e me encontrava sempre muito empolgada com o Natal, só desejava que essa altura chegasse para que eu montasse a árvore de Natal e pudesse enfeitar a minha casa  toda.

Quando chegaram os dias um, dois e três  de dezembro, eu montei logo a minha árvore e coloquei também os enfeites por toda a casa.
 Os dias foram passando e, quando chegou o dia vinte e quatro à noite, eu senti-me tão FELIZ que comecei a preparar tudo: a comida, a mesa, etc.
Entretanto, os meus familiares foram chegando e, todos juntos, comemos o jantar. Em seguida, fomos jogar jogos para nos entretermos, pois só queríamos que chegasse a meia-noite para irmos à missa do galo, mas antes o meu tio, vestido de Pai Natal, apareceu na minha casa e aí é que ficamos mesmo muito eufóricos. Assim, à meia-noite, fomos para a missa e, quando acabou, já era dia vinte e cinco. Eu e a minha família decidimos abrir as prendas só na manhã de vinte e cinco de dezembro.
Na manhã seguinte, dia vinte e cinco de dezembro, abrimos os presentes e ficamos todos contentes com o que recebemos. O resto do dia foi passado da melhor forma… Junto da família. 
Assim, o meu Natal foi muito alegre e com muito amor.

                                          UM FELIZ NATAL A TODOS!  

                                                                                   Beatriz Duarte, 6.º B.

Um Natal Atrapalhado 

Um dia antes do Natal, o Pai Natal foi à sua oficina ver como os seus duendes estavam a trabalhar.

Quando o Pai Natal abriu a porta da oficina, nem imaginam o que ele viu! Ele viu os duendes todos deitados no chão. E sabem porque é que eles estavam assim? Estavam assim porque na noite anterior foram a uma festa e descuidaram-se com a bebida.
O Pai Natal, vendo aquilo, disse logo para eles voltarem ao trabalho, porque faltava menos de 24 horas para o Natal.
Percebendo isso, os duendes levantaram-se e começaram a fabricar brinquedos.
Como faltava pouco tempo, o Pai Natal foi preparar o trenó e o seu saco para meter os presentes, mas, como é habitual, também foi ver as suas renas.
Quando lá chegou só viu uma rena. E sabem qual era? Essa rena era a sua rena de maior confiança, o Rodolfo.
Então, ele e o Rodolfo foram à procura das outras; andaram e andaram, quer dizer… voaram, voaram e encontraram-nas: estavam a comer umas ervinhas, numa parte sem neve.
Voltando depressa para casa, meteu as prendas dentro do saco e preparou as renas. Assim, foi distribuir as prendinhas já um pouco atrasado.

 Martim Duarte, 6.º B.

 O menino Jorge


Era uma vez um menino chamado Jorge que queria um trator de presente. No entanto, o Pai Natal enviou-lhe uma carta a dizer que ele não saberia conduzir o trator. O Jorge sentiu-se muito zangado. 
Embora contrariado, o Jorge pediu um hamster pelo Natal, pois gostava muito de animais. Assim, o Pai Natal consentiu e pareceu-lhe uma prenda muito mais adequada. O Jorge acabou por ficar feliz com o novo animal de estimação, prometendo cuidar dele o melhor que conseguisse.

 Tiago Francisco e Jorge Duarte, 6.º A.

A família Sousa 

Certa noite de Natal, estavam os Sousa na cozinha à espera que o bacalhau cozesse, para depois se sentarem à mesa, até que a filha mais velha, Emily, disse:

- Venham todos! Vamos tirar uma foto para o BeReal.
- Ó minha filha, pelo amor de Santa Bárbara! No meu tempo, a única coisa que tínhamos era um tijolo e quem não gostava levava com ele na cabeça! - respondeu a avó.
- Ao menos agora temos a Netflix! No vosso tempo tinham de cuidar de vacas! Que nojo! – respondeu, enraivecida, a filha mais velha.
Para parar esta discussão, surgiu a mãe Gabriela a dizer:
- O bacalhau está na mesa!
À mesa estavam a mãe Gabriela, que fazia o melhor bacalhau espiritual, o pai Edward, que só via futebol, a avó Esmeralda, que fazia a famosa salada de tomate, a outra avó, Maria Alice, que fazia o melhor brownie das redondezas, o avô Vítor, que esgotava o stock das cervejas Sagres, a filha Emily, que não via outra coisa senão o telemóvel, os gémeos Noah e Maia, que só faziam asneiras, a tia Ana Laura, que perguntava sempre pelos namoradinhos, e, por último, mas não menos importante, o tio João Pedro, que ajudava o avô Vítor com as cervejas.
Nessa noite de Natal, estavam os Sousa no sofá à espera que desse a meia-noite para abrirem os presentes, até que o avô Vítor, já meio bêbado, disse:
- Vou contar-vos uma história da minha infância.
- Ó avô, que chato! O melhor é gravares um TikTok comigo - disse a Emily.
- Já chega, Emily! Já chateia todo o dia essa coisa, tira o telemóvel da frente e ouve a história do avô – chateou-se a mãe.
- Sim, irmã, as histórias do avô são sempre engraçadas. Lembras-te da última história? O avô até partiu o sofá - alertou um dos gémeos.
- Ok…- respondeu a Emily.
- Então, vou começar - disse o avô.
- O ano era de 1958, ainda nem a vossa mãe tinha nascido. Estava tudo normal até que eu, com os meus 19 anos de idade, fui à mercearia comprar o peru, a pedido da minha mãe. Para meu espanto, a fila tinha quase uns 900 metros e eu desisti. No regresso a casa, passei pelo galinheiro da vizinha, agarrei num peru e coloquei-o dentro do saco do Continente. Quando cheguei, eu disse que não tinha percebido se o peru era vivo ou morto. A minha mãe riu tanto, mas estava tão furiosa que disse para eu me desenrascar! Disse-me para o matar, tirar as penas e a pele e cortar bifinho a bifinho para a ceia de Natal, mas eu não estava a ter coragem porque tinha criado algum carinho pelo peru, até lhe coloquei o nome de Gerivalda…- contou o avô que, no fim, já estava caído em lágrimas. E todos riram quase até à hora de abrir os presentes.

 Matilde Messia e Beatriz Pessoa, 6.º B.


Uma noite de Natal

Na véspera de Natal, a família estava toda reunida a preparar as comidas para a ceia de Natal. Os quatro primos, o Diogo, o Miguel, o Martim e o Zé não queriam estar com tanta trabalheira e, por isso, vestiram o casaco e foram para a rua brincar e andar de bicicleta. Pouco tempo depois, foram para o galinheiro chatear as galinhas e o galo, mas sem sucesso, pois, cada vez que tentavam fazer alguma coisa, o galo picava-os.

Assim, os primos seguiram outro caminho e, entretanto, começou a chover. O primo mais desastrado foi logo pôr o pé dentro de uma poça de lama e ficou todo sujo e molhado.
Passado algum tempo, os pais deram por falta dos primos e começaram a ficar preocupados. Assim, pediram aos irmãos mais velhos do Martim que os fossem procurar.
Após mais ou menos uma hora, o primo Zé reparou que estavam perdidos, mas não disse nada aos seus primos. De repente, começou a chover muito mais, mas os primos conseguiram arranjar abrigo.
Os dois irmãos do Martim ainda andavam à procura deles, até que encontraram as marcas das rodas das bicicletas dos mais pequenos. Seguiram o rasto até uma casa abandonada. Era o sítio onde os primos estavam, mas os irmãos não se aperceberam, pois achavam que eles estavam mais à frente e, por isso, seguiram caminho.
Trinta minutos se passaram e os primos decidiram ir embora do abrigo e foi aí que se aperceberam todos que se encontravam perdidos. O Diogo olhou para o chão e viu o telemóvel do irmão do Martim, assim como as suas pegadas. Seguiram essas pegadas e foi aí que encontraram os irmãos e, todos juntos, regressaram a casa.
Quando chegaram a casa, os primos ficaram de castigo: fazer toda a comida para a ceia de Natal! 

                                                                                               Diogo Quinta, 6.º B.

O dia vinte e cinco está a chegar

E nós estamos a jantar
Empolgados com as prendas
Que tanto estávamos a desejar!
 
O Pai Natal vai cantar
E nós vamos dançar,
A árvore vamos montar
E um copo de leite, com bolachas, vamos deixar.

             Beatriz Pessoa e Eduardo Ramos, 6.ºA.


A noite de Natal

O Natal a chegar,

A família vai-se juntar,
E a árvore de Natal vamos montar.
Com luzinhas a enfeitar,
A estrela, no topo, vamos colocar.
Um peru para o jantar,
Um copo de leite de bolachas vamos deixar,
Assim o Pai Natal no trenó irá chegar.
Esta época vamos comemorar!

 Laura Silva e Madalena Santos, 6.º A.

 A aventura do Pai Natal

No Natal, há bonecos de neve a brilhar
E há sempre neve no ar.
No Natal passado, o Pai Natal entrou pela chaminé
E, coitado, partiu o pé!
Neste Natal, se as crianças não se portarem bem,
Não há presentes para ninguém.

Gustavo Correia e Miguel Carvalho, 6.º A.

O Natal

O Natal está a chegar

É uma época que adoramos
Vamos todos alegrar
Por um presentinho imploramos!

Já cheira a Natal
Luzes, brilho e presentes
Decoração original
As famílias estão contentes.
 
Nesta época do Natal,
O povo fica solidário
Pensar nos outros é essencial,
Pena que seja um período temporário
 
Neste tempo de Natal,
Estamos todos em família
Estarmos unidos é especial
Festejamos em grande alegria.

 Guilherme Nobre, 6.º B.


Poema sobre o Natal

O Natal é muito especial,
É época de alegria,
É comandado pelo Pai Natal,
Num mundo mágico de fantasia.
 
O Natal acontece dia 25 de dezembro,
Comemos muito e ganhamos muitos presentes.
Desde que me lembro,
Passei sempre o Natal com os meus parentes.

 Lucas Amaro, 6.º B.