sábado, 29 de maio de 2021

ESCRT@TOP.COM - REDES SOCIAIS (TEXTO II)

 TEXTO DE OPINIÃO - REDES SOCIAIS

As redes sociais são meios de comunicação existentes na internet e, estes, são temas de muita discussão. Na minha opinião, as redes sociais são boas só até certo ponto, possuem inúmeras desvantagens e pouquíssimas vantagens.

As redes sociais têm várias desvantagens, mas, na minha opinião, a maior delas é quando alguém finge ser algo que não é, utilizando «photoshop» ou inventando toda a sua história de vida, existindo vários exemplos espalhados por toda a internet.

Uma outra desvantagem das redes sociais é a existência de pessoas mal-intencionadas, a vender produtos que não existem, burlando quem os compra, os quais, muitas vezes, só depois de pagar e não receber a mercadoria é que se apercebem de que era uma fraude/golpe.

Apesar de tudo, as redes sociais não são más de todo, possuindo, também, vantagens, entre elas a fácil comunicação. A comunicação é um dos pontos fortes das redes sociais, permitindo que famílias e amigos se comuniquem de longe. Por exemplo, quando os jovens vão estudar ou trabalhar para o estrangeiro, muitas vezes, durante longos períodos de tempo, as redes sociais são a única forma de saber notícias da família e dos amigos.

Concluindo, as redes sociais, afinal, são úteis, apesar dos seus perigos e das suas várias desvantagens. Por isso, devemos utilizá-las de uma forma consciente e responsável, para podermos usufruir ou tirar partido dos seus benefícios.

 Tiago Correia, 8.º A, N.º 17.

ESCRIT@TOP.COM - REDES SOCIAIS (TEXTO I)

 TEXTO DE OPINIÃO - REDES SOCIAIS

Na minha opinião, as redes sociais são muito importantes para a sociedade moderna. Se bem usadas, podem ser um meio de comunicação eficaz ou de sabedoria (podem-se ver notícias, ficar a saber do mundo, aprender coisas novas). Mas tem os seus lados maus, também.

As redes sociais podem ser usadas para várias coisas positivas, tais como, a comunicação, o divertimento e a informação. Um bom exemplo de uma fantástica rede social é o «Reddit». Nela entra-se em grandes grupos para falar sobre certos assuntos, como as notícias ou os jogos.

Mas as redes sociais também têm lados maus, como os escândalos sobre assuntos pessoais ou os roubos de identidade, as «fake news» e até mesmo a invasão de privacidade. Para não haver riscos, é melhor não expor esses caminhos, não falar com desconhecidos.

As redes sociais são incríveis, sem dúvida, mas podem levar a situações muito perigosas. Então, é sempre necessário ter cuidados: nunca falar com estranhos, não entrar em sítios suspeitos e não colocar informações privadas nas redes sociais.

 Ricardo Medronho, 8.º B, N.º 1.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 11

NOTA PRÉVIA

A caravela-portuguesa não se move, flutua à superfície das águas, empurrada pelo vento. É conhecida pelos seus perigosos encontros com banhistas, que ocorrem, esporadicamente, na costa portuguesa.


Semelhante à água-viva, a caravela-portuguesa tem um corpo oval, de cor azul, violeta ou vermelha. É frequentemente encontrada em águas quentes e temperadas, podendo provocar queimaduras de até terceiro grau devido às toxinas que injeta e que são usadas para capturar alimento ou para a sua defesa.

Vê o vídeo que se segue.

QUESTÃO

O contacto com uma caravela-portuguesa, mesmo depois de morta, pode provocar lesões na pele e no sistema nervoso do Homem e em muitos outros seres vivos. No entanto, as toxinas da caravela-portuguesa não atuam, por exemplo, 

A - na tartaruga-comum.

B - nos carapaus.

C - nas baleias.

D - na generalidade dos animais terrestres.



PRESTA ATENÇÃO:

Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que constam do tutorial «Como pesquisar na Web», disponibilizado na pasta dos Tutoriais ("Serviço de Referência da Biblioteca Escolar", coluna da direita deste blogue).

Responde à questão no formulário que se segue.

👉 Clica aqui.


quinta-feira, 27 de maio de 2021

PROBLEMATIK 9 - UM PROBLEMAS DE ÁREAS

Vamos a mais um desafio? Vamos provar que, se nos concentrarmos, somos capazes?

Então, vamos lá! É bem mais fácil do que parece!

Um problema de áreas

A que parte do quadrado maior corresponde a área sombreada?

Para apresentares a tua resposta, clica aqui.


segunda-feira, 24 de maio de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «O MODERNO AUTOMÓVEL»

 

O livro da minha vida não é um livro que conta uma história, pois esse tipo de livro não me atrai, é sim um livro informativo, que tem o nome de «O Moderno Automóvel», do engenheiro Charles Gouraud.

O livro descreve as peças dos carros, as suas funções e as diferenças entre elas. Embora não seja um livro novo, pelo contrário, os seus conteúdos e explicações não estão nada desatualizados.

Eu acho o livro «O Moderno Automóvel» muito bom para quem gosta de carros e para quem tenciona seguir para a área da mecânica ou até mesmo para quem já trabalha nessa área. De facto, o livro explica tudo muito bem, o que facilita a leitura de quem ainda não percebe muito do assunto. Por outro lado, ao mesmo tempo, tem vários detalhes que podem ser interessantes para quem já tem alguma experiência.

O outro motivo que me fez gostar deste livro e recomendá-lo é o facto de em vez de ser um conto, uma história, ser um texto informativo e bem estruturado, pois a cada capítulo lido dá vontade de continuar a ler para descobrirmos mais coisas sobre o funcionamento dos carros.

São estes os motivos que me fizeram recomendar este livro, «O Mundo Automóvel», de Charles Gouraud, um livro para os apaixonados pela engenharia.

 Francisco Veríssimo Duarte, 9.º B, N.º 8.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

LER+ BANDA DESENHADA: BATMAN

 A atividade «Ler+ Banda Desenhada» continua a levar os alunos à descoberta das personagens fictícias mais emblemáticas de todos os tempos.

O trabalho mais recente, que a seguir se apresenta, revela-nos algumas curiosidades sobre a personagem BATMAN.

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terça-feira, 18 de maio de 2021

EU, LEITOR(A), SUGIRO «MENTES INQUIETAS»

 

O livro da minha vida é «Mentes Inquietas», escrito por Gwenda Bond, uma ficção em prosa a partir da série da netflix «Stranger Things».

Este livro fala sobre a história de Terry Ives, a mãe da personagem principal da série, que se chama Eleven. Assim, acaba por ser muito interessante para os fãs de «Stranger Things», pois esclarece muitas dúvidas acerca desta série televisiva.

Pessoalmente, acho que este livro é bastante divertido, ainda que um pouco assustador e triste. No entanto, é um livro muito bom, não só por ser «grande» no número de páginas, mas também porque ajuda a trabalhar a criatividade dos leitores.

A ação deste livro passa-se em julho do 1969, no Laboratório Nacional de Hawkings, em Indiana, exatamente um ano antes de Eleven nascer.

Este livro não fala só de Terry, mas também da Eight, cujo nome verdadeiro é Kali, a «irmã» de laboratório de Eleven. E fala também do Dr. Martin Brenner, que é uma personagem bastante conhecida e temida pelos fãs da série televisiva.

Em conclusão, este livro é perfeito para quem quiser conhecer melhor o universo de «Stranger Things» e também para captar novos fãs. Do meu ponto de vista, este livro conta uma história adequada a todas as idades e a todas as culturas do mundo inteiro.

Para aguçar um pouco a curiosidade dos futuros leitores, deixo aqui uma frase icónica da personagem Dustin, da série «Stranger Things»: «Eu estou a ir para uma viagem de curiosidade e preciso de remos para viajar. Estes livros … estes livros são os meus remos».

 Beatriz Marreiros Alves Francisco, 9.º B, N.º 3.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

ESCRIT@TOP.COM - PÁGINA DE UM DIÁRIO (TEXTO III)

Pieter Bruegel, o Velho, «Caçadores na Neve» (1565)

 Diário de um Caçador. 

Tinha oito anos quando fui pela primeira vez à caça e era muito fanático por este desporto.

Foi uma sexta-feira. Comecei a chorar para ir com o meu avô à caça. O meu avô disse que sim, e foi espetacular! Os caçadores gostaram muito de mim e eu já gostava daquele desporto. E agora é o que eu mais gosto de fazer!

Antes de ir à caça, eu pedia à minha avó para me comprar uma espingarda de brincar, e assim eu brincava àquilo que iria ser quando fosse maior: um bom caçador!

Desde que eu comecei a ir à caça, deixei o futebol, na verdade, deixei tudo, porque finalmente encontrei a minha grande paixão, a caça.

Hoje, já tenho catorze, quase quinze anos, e eu amo muito e tenho muito orgulho em ser caçador, embora não possa ser ainda um verdadeiro caçador, por causa da idade. Quando tiver dezasseis anos, quero tirar a carta de caçador e comprar várias espingardas, autorizadas, claro, para as usar em segurança na caça.

E tenho um homem que é a minha inspiração, e o meu melhor amigo, o meu avô. Graças a ele, aprendi tudo o que sei hoje! E graças a ele vou ser caçador. Vou caçar, sempre, com o meu avô.

Agora o meu avô ofereceu-me uma cadela, uma Bretã, para quando eu tirar a carta poder ter um cão para caçar. Estou a gostar muito de treinar a «Flecha»!

Um dia, quando eu começar a trabalhar, quero oferecer uma carabina ao meu avô, para agradecer tudo o que ele me ensinou e tudo o que me deu.

Até à próxima aventura na caça!

 Rafael Ramos, 8.º C, N.º 11.

ESCRIT@TOP.COM - PÁGINA DE UM DIÁRIO (TEXTO II)

Claude Monet, «Chuva em Belle-Ile» (1886)

04 de abril de 2001

           Daisy,

         Hoje está um dia chuvoso. Eu não gosto nada dos dias de chuva, prefiro dias de sol. Nos dias quentes, eu posso brincar e divertir-me, e fico muito feliz, mas nos maus dias fico triste e também entediado.

A minha vizinha Carminho roubou à minha mãe 10 euros, pois, foi vender três quilos de maçã por 10 euros e a minha mãe comprou! Eu disse logo à minha mãe que aquilo era uma roubalheira… Hoje nem sei o que sinto, parece que estou triste e feliz ao mesmo tempo, é uma emoção estranha.

Não se pode ir brincar lá fora, Daisy, pois está a chover… Sabes, hoje estive a falar com a minha «crush» pelo telemóvel. Ela é maravilhosa, bonita, amigável… mas não sei como contar que gosto dela. Fico meio tímido quando estou ao seu lado. Estivemos a falar sobre o regresso às aulas presenciais: ela disse que já estava farta de estar em casa! Também estivemos a «cuscar» sobre o que a Vanessa estava a fazer com o Júlio atrás da Cantina… Estavam aos beijos, nem acredito!

Para a semana vou ter teste de geografia. Tenho que estudar, pois não quero repetir o ano. É péssimo, não só não avançamos, como também podemos perder os nossos amigos!

Oh, ainda chove…

Adeus, Daisy!

Alin Ionut Leca, 8.º A, N.º 2.

quarta-feira, 12 de maio de 2021

+ CIÊNCIA ON - QUESTÃO 10

 NOTA PRÉVIA

Clica sobre a imagem para a veres melhor.

QUESTÃO

A descida tripulada até aos quase 11 000 metros de profundidade da Fossa das Marianas aconteceu, pela primeira vez,

- no ano de 1960, num submersível da Marinha dos EUA tripulado pelo tenente Dom Walsh e pelo cientista Jacques Piccard.

em 2020, quando Kathryn Sullivan, uma ex-astronauta,  se tornou a primeira pessoa a visitar tanto o espaço quanto o ponto mais profundo do oceano.

C - em 2012, quando o cineasta James Cameron desceu sozinho às profundezas do oceano no submersível «Deep Sea Challenger», numa missão coordenada pela National Geographic.

D - em 2019, quando Victor Vescovo visitou os pontos mais profundos de todos os cinco oceanos da Terra, durante a expedição Five Victor Vescovo.

PRESTA ATENÇÃO:

Faz uma pesquisa sobre o assunto, de acordo com as indicações que constam do tutorial «Como pesquisar na Web», disponibilizado na pasta dos Tutoriais ("Serviço de Referência da Biblioteca Escolar", coluna da direita deste blogue).

Responde à questão no formulário que se segue.

👉 Clica aqui.


terça-feira, 11 de maio de 2021

ESCRIT@TOP.COM - TELEMÓVEIS NAS ESCOLAS: SIM OU NÃO? (VERSÃO II)

 

Hoje em dia, quase todos os alunos têm um telemóvel. O uso do mesmo nas escolas é um tema muito polémico, polémica essa que também acontece em relação a outras tecnologias. Eu concordo que não deixem usar os telemóveis na escola, pois, vendo bem, o uso do mesmo, nesse contexto, tem muitas desvantagens.

Em primeiro lugar, o telemóvel contribui para os alunos não conviverem com as outras pessoas. Torna-as antissociais porque, muitas vezes, ficam nas redes sociais ou acabam viciados em jogos. Os alunos acabam por ficar tão viciados nas redes sociais e nos jogos que, por vezes, até se esquecem de comer! O resultado pior desse vício, porém, é que se lhes tirarem o telemóvel esses jovens entram em desespero e não se focam nas aulas. Se nos intervalos e nas aulas usarem constantemente o telemóvel, depois, quando quiserem olhar uma pessoa nos olhos ou falar cara a cara, fisicamente, com ela, já não conseguem. Noutros casos, acabam mesmo por se isolar do mundo. Então, tornando-se uma pessoa antissocial, isso pode causar inúmeras dificuldades mais tarde, até para arranjar emprego ou no seio familiar. Por outro lado, também podem acabar por desenvolver problemas mentais.

Outra desvantagem do uso dos telemóveis está relacionada com a privacidade.  Como nós sabemos, até devido a várias campanhas de alerta promovidas pela escola, há perigos na internet. É muito fácil conseguirem aceder ao nosso telemóvel ou simplesmente entrarem nas nossas redes sociais, e ficarem a saber inúmeras coisas sobre nós. Até mesmo sem «hackearem» a nossa conta, conseguem saber. Há muitos alunos, sim, ainda há muitos, que tiram fotografias ou gravam vídeos de si mesmos e colocam na internet, algo que é pouco aconselhável porque assim uma pessoa pode facilmente ficar a saber em que escola é que esse aluno estuda, os seus horários, etc.

Eu achei muito bem terem tomado aquela medida, porque muito antes dessa proibição, nós podíamos usar os nossos telemóveis, só que não podíamos tirar fotografias e gravar vídeos. Então, a responsabilidade acabou por ser dos próprios alunos. Se não tivéssemos desrespeitado as regras de utilização do telemóvel, hoje em dia, poderíamos usá-lo livremente.

De facto, também há algumas vantagens no seu uso. Uma das vantagens do uso do telemóvel no recinto escolar é que se os alunos se entretiverem a jogar, mas com moderação, isso até pode contribuir para acabar com algumas brincadeiras «parvas», em que alguém sai sempre mal. Agora, com a pandemia, talvez o telemóvel ajudasse a manter o distanciamento social, para os alunos não ficarem uns em cima dos outros.

Em conclusão, eu concordo que não se deva poder utilizar o telemóvel dentro do recinto escolar, pois ele pode causar inúmeros problemas, que podem afetar o aluno para toda a sua vida.

 Mariele Garcia Venda, 8.º A, N.º 14.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

ESCRIT@TOP.COM - TELEMÓVEIS NAS ESCOLAS: SIM OU NÃO? (VERSÃO I)

 

Eu concordo com o uso moderado dos telemóveis nas escolas. Afinal, somos parte de uma sociedade moderna. No entanto, nem toda a gente pensa assim e, por isso, há muitas escolas no nosso país nas quais foi proibido o uso desse equipamento por parte dos alunos, incluindo a nossa.

O telemóvel é algo bastante útil, mas também é perigoso se não o usarmos devidamente. Na minha opinião, deveria haver intervalos em que os poderíamos usar e outros em que não, por exemplo, à hora do almoço. É certo que as tecnologias servem para nos facilitar os afazeres académicos, através, por exemplo, das pesquisas na «internet» para fazer trabalhos ou mesmo para descobrirmos mais facilmente o significado de uma palavra, o qual desconhecemos, sem ter de recorrer a um dicionário em papel. O telemóvel também pode ser necessário para comunicarmos quando precisamos de transmitir alguma informação a alguém que não se encontra ao nosso lado, por exemplo, o pai ou a mãe.

Além de todas estas funcionalidades, também pode causar vários danos, tais como, violação da privacidade de dados e divulgação de informação pessoal (fotografias, mensagens…). O uso excessivo desses equipamentos eletrónicos também faz com que haja menos contacto entre as pessoas. Finalmente, também faz mal à vista, por estarmos demasiado tempo a olhar para um ecrã.

Em suma, defendo horários para o uso do telemóvel nas escolas, para que a sua utilização possa ser mais moderada e harmoniosa, mas continuando com os mesmos hábitos de antes, embora com maior cautela.

 Leonor Vargas Valério, 8.º A, N.º 13.

domingo, 9 de maio de 2021

LÍNGUA APURADA - OBTEU OU OBTEVE?


Das frases que se seguem, qual delas te parece correta?

A - O patinador obteu a medalha de ouro nos jogos olímpicos.

B - O patinador obteve a medalha de ouro nos jogos olímpicos.

Precisamente! A frase correta é a B.

A palavra destacada na frase A é um erro muito frequente no uso da nossa língua, cometido por influência das formas verbais de verbos da 2.ª conjugação (terminados em -er). 

A forma correta é obteve, uma forma do verbo obter, que se refere ao ato de ter êxito, de alcançar o que se pretende, sendo sinónimo de conseguir, atingir, conquistar, ganhar, lucrar, adquirir, entre outros.

No entanto, é muito fácil não cometermos este erro. Repara que  o verbo obter é formado a partir do verbo ter, tal como muitos outros verbos (manter, conter, reter, etc.). Assim, o verbo obter segue a conjugação do verbo ter.



É fácil, não é?
Tenta, então, ver se compreendeste bem. Realiza o quiz que a seguir se disponibiliza.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

ESTÓRIAS DA HISTÓRIA - VERSÃO II

 Ao longo do passado mês de abril, os alunos das turmas 6.º A e 6.º B embrenharam-se nas leituras para o nosso projeto "Estórias da História", realizando diversos trabalhos interessantes, que apresentaram aos seus colegas nas aulas de História e Geografia de Portugal. A prestar apoio e orientação, bem como a avaliar estes trabalhos, esteve a Professora Daniela Caramalho, docente desta disciplina em todo o 2.º ciclo.

 As obras objeto de estudo foram três: 

 Séc. XX – Viva a República!, de Ana Oom

História de Portugal para toda a família (5 de Outubro  de 1910, Estado Novo e Guerra do Ultramar), de Paula Cardoso Almeida

 O Dia em que mataram o Rei, de José Jorge Letria

De entre os trabalhos apresentados, surgiram vários PowerPoints e cartazes, tanto físicos como digitais, algumas maquetes, alguns vídeos e trabalhos escritos. E daí gerou-se uma interessante discussão acerca de vários assuntos da nossa História de Portugal, desde o final da monarquia até à Guerra do Ultramar. 

Os alunos aproveitaram para expressar a sua opinião sobre as obras lidas, manifestando, na sua maioria, agrado pela atividade e aprendizagens efetivas.

Esta atividade diferenciou-se de todas as realizadas até agora no âmbito das "Estórias da História", tanto pela dimensão das obras lidas, como pelo produto final resultante de tais leituras, sendo muito benéfica para todos os envolvidos. 

Autora do texto:  Professora Daniela Caramalho

quarta-feira, 5 de maio de 2021

DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA - 5 DE MAIO

Sendo o Português uma das línguas mais difundidas no mundo, com mais de 265 milhões de falantes espalhados por todos os continentes, em novembro de 2019, a UNESCO decidiu proclamar o dia 5 de maio de cada ano como Dia Mundial da Língua Portuguesa, tendo sido celebrado, pela primeira vez, em 2020. 
Veja aqui a publicação do nosso blogue. 

No presente ano, a RBE convidou as bibliotecas escolares a associarem-se a esta comemoração, com o desenvolvimento de algumas atividades, que se apresentam como um meio de celebração da Língua e da sua dimensão crescentemente global, refletindo e dando voz à multiplicidade de vozes que a compõe e que constitui um dos seus traços fundamentais. 

O nosso agrupamento de escolas correspondeu ao convite da RBE e os nossos alunos do 1.º ciclo deram voz a algumas das mais belas obras da lusofonia.
 

Descubra aqui o trabalho do nosso agrupamento no blogue da Rede de Bibliotecas Escolares.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

ESCRIT@TOP.COM - PÁGINA DE UM DIÁRIO (TEXTO I)

Gustav Klimt, «A Àrvore da Vida» (1905)


Sexta-feira, 22 de janeiro de 2022  

Olá, Nick! 

Hoje, enquanto ia para a escola, algo estranho me chamou a atenção, apesar de na altura não me ter incomodado, pois, quando o vi pela primeira vez, estava sentado confortavelmente no banco do carro. 

No entanto, ao sair da escola, fui até ao local averiguar. Deparei-me com um rapazinho que olhou para mim com um sorriso de orelha a orelha, um olhar meigo e sincero. Perguntei-lhe o que fazia em cima daquela árvore alta de formato estranho. Ele desceu da árvore e respondeu com uma única frase: «Eu tenho um sonho: construir uma casa na árvore, para nos dias quentes ir para lá brincar. Quero tornar essa casa na árvore o meu esconderijo!» Trocamos olhares, eu aproximei-me dele através do silêncio. (Mais ou menos como faço contigo, Nick!) Dava, naquele momento, para ver que o rapaz tinha as roupas com alguns pontos rasgados… O pequeno menino soltou uma gargalhada e eu disse-lhe que ia embora, mas com o pensamento de voltar posteriormente. 

Mais tarde, os ventos gelados percorriam as ruas, mas, ainda assim, Nick, saí de casa. Na altura, eu pensei que, se o rapaz ainda lá estivesse, poderia estar com fome. Voltei, então, para minha casa e preparei uma sandes. Regressei de novo àquele lugar tão atípico para uma criança ficar, olhei em volta e vi o menino encostado ao tronco daquela mesma árvore, o qual, apercebendo-se da minha presença, rapidamente se levantou e correu na minha direcção. Estás mesmo a ver qual foi a pergunta que lhe fiz, Nick… Perguntei-lhe logo se estava com fome. Ele abandonou imediatamente a cabeça, mostrando que sim. Tirei a minha mochila das costas e ofereci-lhe a sandes. Ele agarrou-a firmemente e comeu-a com uma velocidade surpreendente! Naquele momento, Nick, senti-me feliz e sorri para o pequenino, que me sorriu de volta. Os olhos do rapaz não transmitiam só meiguice e sinceridade, agora, também se via felicidade. Foi como se os olhos dele, Nick, pudessem ser preenchidos pelo nosso vasto universo e mais além! 

Falamos a tarde toda, até cessar a luz. Ele falou-me dos seus mais profundos sonhos, da sua vida e da história de um cachorrinho que ele tinha tido e que morreu atropelado à sua frente. Naquele momento, querido diário, escorreu-me uma lágrima. Limpei-a rapidamente e escondi a tristeza que senti ao ouvir a história. Por fim, dei uma gargalhada e falei a frase que estava presa na minha garganta: «Eu ajudo-te no teu projeto de construíres uma casa, bem lá em cima, no topo de uma árvore.»

            Nick, obrigada por me ouvires.

Tiago

 Tiago Manuel Duarte Correia, 8.º A.

EU, LEITOR(A), SUGIRO «MARLEY E EU»

 

O livro que eu já li e que me marcou muito pela positiva foi «Marley & Eu», do escritor americano John Grogan, baseado numa história real.

Este livro fala sobre um casal que tinha um cão muito trapalhão e com medo de trovões. Quando havia tempestades, ele ficava tão nervoso, que até tinha de tomar medicamentos! Os donos inscreveram-no numa escola para cães, mas mais tarde ele veio a ser expulso de lá. Um dia, porém, Marley surpreendeu os seus donos pela positiva e eles ficaram extremamente contentes! Tragicamente, anos mais tarde, Marley ficou doente e teve de ser abatido, ficando assim a família a sentir muito a sua falta, pois, afinal, ele era uma grande companhia e ajudava os donos a cuidar dos seus filhos.

Este é um livro muito especial para mim, já que eu gosto muito de cães e acho que um animal doméstico pode fazer a diferença numa família.

Também gostei muito desta obra pelos exemplos que os animais nos podem dar. Uma madrugada, o cão surpreendeu os seus donos quando uma jovem ficou ferida e Marley ficou ao pé dela até o seu dono ligar para a ambulância. Acho que este ato de Marley é muito importante e especial. Pelos motivos que apresentei, penso que todos deviam ler este livro.

 Rita Gonçalves, 9.º B, N.º 18.