quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

LER+/ESCREVER+ DESPORTO

No âmbito da atividade Ler+/Escrever+ DESPORTO, o Léo Nouinde, da turma A do 5.º ano, produziu o pequeno texto que se segue, com o qual ficámos a saber mais sobre NATAÇÃO.    
                                              

A natação é a arte de nadar, executando técnicas ou estilos.
Há quatro modalidades desportivas na natação: Natação Pura Desportiva, Polo-aquático, Saltos para a Água e Natação Sincronizada.
Na NPD (Natação Pura Desportiva) existem quatro técnicas de nadar: bruços, crol, costas e mariposa.
O objetivo da NPD (Natação Pura Desportiva) é nadar o mais rápido possível. Nestas provas, cada atleta compete individualmente e diretamente com outros nadadores procurando ganhar. Ganha o nadador mais rápido (o que chega em primeiro lugar).  

Referência bibliográfica
Veloso, R. (2016). Passa a bola! (p.152). Porto: Porto Editora.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

LITERACIA 3DI - INGLÊS

Quinze alunos do 8.º ano participaram, ontem, na 1.ª fase (fase local) do Campeonato Nacional de Literacia (disciplina de Inglês) promovido pela Porto Editora.
Além de testarem as suas competências no domínio da língua inglesa, os alunos também tiveram de pôr à prova a sua destreza digital. Esperamos que as provas tenham corrido bem e ficamos a aguardar os resultados.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

«ESTÓRIAS DA HISTÓRIA» NA RÁDIO FOIA

Ler um livro de forma recreativa e autónoma pode ser uma excelente estratégia para aprofundar ou consolidar conhecimentos adquiridos na disciplina de História e Geografia de Portugal ou noutra disciplina qualquer.

Partindo desta ideia, a Biblioteca Escolar e a professora de HGP do 2.º ciclo estão a implementar uma atividade denominada «Estórias da História». Tudo começa com a leitura autónoma/recreativa de um pequeno livro sobre um determinado conteúdo/tema trabalhado nas aulas. Concluída a leitura, os alunos realizam, na biblioteca, uma pequena ficha com atividades essencialmente lúdicas: sopa de letras, exercícios verdadeiro falso, frase lacunar...

Entusiasmadas com a leitura do primeiro livro desta atividade, Séc. XVIII Lisboa em ruínas, que, tal como o título indica, é sobre o terramoto de 1755, quatro alunas do 6.º ano (a Clara Jorge, a Clara Furtado, a Elisa Mendes e a Maria Gouveia), voluntariaram-se imediatamente para participarem na rubrica semanal de leitura na Rádio Foia «Um Livro por Semana».

Com uma leitura dialogada fluente e muito bem preparada, as quatro meninas partilharam esta obra com os ouvintes da estação local e deixaram no ar uma agradável lição de História.


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

«À RODA DOS LIVROS» REVELA BONS LIVROS E BONS LEITORES NO 6.º ANO

As turmas do 6.º ano ainda não tinham participado na atividade «À Roda dos Livros» e a expectativa era enorme. 
À partida, previam-se boas sessões: a maioria dos alunos andava, há algum tempo, a investir na leitura de livros bastante interessantes. Mas... era a primeira vez... e tudo podia acontecer!
Surpreendentemente, os alunos interiorizaram, com facilidade, a dinâmica da atividade e quase todos partilharam as suas leituras com desenvoltura, empenho e sentido de responsabilidade, dando a conhecer um considerável conjunto de bons livros. 
Algumas das intervenções suplantaram todas as expectativas, deixando as professoras estupefactas com a excelência das apresentações.





domingo, 24 de novembro de 2019

ESTREIA DO 5.º ANO NA ATIVIDADE «À RODA DOS LIVROS»

Ler um livro, preparar bem a sua apresentação, apresentá-lo à turma, introduzir no discurso uma «palavra mistério» (como um dos alunos a designou), autoavaliar-se, avaliar o desempenho dos colegas... não são tarefas assim tão fáceis para alunos de 5.º ano numa primeira experiência. Há que perceber bem como tudo funciona e ter noção da «enorme» responsabilidade de cada um dos alunos. No entanto, no primeiro contacto dos alunos do 5.º ano com a atividade, já houve apresentações fantásticas, livros interessantes e desempenhos excecionais. Claro que, como é óbvio, há também alguns aspetos e desempenhos a melhorar, mas «o caminho faz-se caminhando» e os primeiros passos já foram dados.


sábado, 23 de novembro de 2019

«UM LIVRO POR SEMANA» RECOMEÇA COM LIÇÃO DE ECOLOGIA

A rubrica semanal de leitura na Rádio Foia, «Um Livro por Semana», recomeçou no passado dia 21 de novembro, com a obra A Cidade dos Deuses Selvagens, de Isabel Allende. A responsabilidade do reinício desta atividade foi assumida pelo Gabriel Furtado, da turma A do 8.º ano. Leitor experiente e com uma capacidade de comunicação pouco vulgar para um jovem da sua idade, o Gabriel partilhou com os ouvintes um resumo da obra, pondo-os a par da situação do jovem Alexander Cold que, devido a uma grave doença da mãe, se vê obrigado a partir com a extravagante avó paterna numa expedição da International Geographic à selva amazónica, em busca da Besta - uma criatura gigantesca, possivelmente humanoide, que fora vista em várias ocasiões. 

Esta obra, que alerta para os problemas ecológicos e para a extinção das tribos da Amazónia, deu origem a uma interessante conversa com a jornalista Idalete Marques e o jovem leitor acabou por manifestar as suas preocupações ambientais, aconselhando os ouvintes a seguirem o princípio dos 3 Rs, ou seja, REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR, em defesa do Planeta.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

1.º DESAFIO DE ESCRITA

Gostas de escrever? Queres, ao menos, tentar?
Pois bem, temos, para ti, um primeiro DESAFIO.

Escreve uma história de NATAL, com cinco frases, apenas.
Cada frase tem de começar com uma palavra cuja letra inicial é uma letra da palavra NATAL, ou seja, a primeira frase começa com uma palavra iniciada com a letra N, a segunda frase com uma palavra cuja primeira letra é o A e assim sucessivamente.

Entendido? Então, dá asas à imaginação, constrói uma bonita história e publica-a no espaço «comentários».
Não te esqueças de indicar o teu nome.

Este desafio está aberto a todos os leitores deste blogue: alunos, professores, funcionários, pais, familiares, amigos... a todos os que gostam de escrever.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

«O INTERVALO ENTRE O RAIO E O TROVÃO»

O Intervalo entre o Raio e o Trovão, o primeiro livro de poemas de Eduardo Jorge Duarte, acaba de ser lançado.
A primeira apresentação pública desta obra, com a chancela da On y va, teve lugar em Monchique, no passado dia 9 de novembro, e veio colocar nas mãos dos leitores do jovem escritor alguns dos seus mais belos poemas.



Agora, os poemas não serão mais o que eram. O seu criador já não lhes pode valer. São, agora, pertença de todos os que os queiram ler. E até podem dar corpo a magníficas melodias! Veja aqui.


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

NOTA MÁXIMA PARA OS ALUNOS DO 6.º ANO NA ATIVIDADE «LEITURA EM LINHA»

Há já nove anos que a atividade «Leitura em Linha» é desenvolvida com as turmas do 2.º ciclo no Agrupamento de Escolas de Monchique. Tudo começou com um jogo «4 em linha», apenas um, oferecido à Biblioteca Escolar. Dois alunos jogavam, os restantes iam respondendo às questões (todas de escolha múltipla) numa ficha de trabalho. Depois, a atividade foi evoluindo, mudaram-se as regras, adquiriram-se 10 jogos e, agora, todos os alunos jogam. 
Com o envolvimento, em simultâneo, de todos os alunos no jogo, a situação complicou-se. No entanto, muito mais complicado do que conhecer bem a obra estudada e responder acertadamente às questões é saber gerir as emoções e lidar com as contrariedades do jogo. Surpreendentemente, os alunos das duas turmas do 6.º ano tiveram um desempenho extraordinário nesta atividade, estruturada a partir da obra Pedro Alecrim, de António Mota: a leitura da obra estava «na linha» e a atitude e civismo dos alunos foi exemplar.




quinta-feira, 31 de outubro de 2019

HALLOWEEN: QUE SAPATO LHE CONVÉM?

O Halloween foi assinalado no Agrupamento de Escolas de Monchique com um original concurso de sapatos HORRIPILANTES, promovido pelo grupo disciplinar de Inglês.
 




Inspirada pelo tema, a Carolina Morais, da turma B do 8.º ano, construiu o interessante poema que se segue.

HALLOWEEN

Partidas medonhas
Comidas a gritar
Máscaras feitas por mim
Histórias de arrepiar

Queridos amigos...
O Halloween está a chegar
Por isso preparem-se
Para eu vos assombrar

Pessoas berrantes
Com o cabelo no ar
Por causa dos disfarces
Que estou a preparar

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

MARCADORES ASSINALAM «DIA NACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR»


No passado dia 28, e no âmbito das comemorações do DIA NACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR, a BE apresentou aos seus utilizadores um magnífico e original conjunto de marcadores de livros produzidos por alunos do 6.º ano.
Graças à colaboração da Biblioteca Municipal de Monchique, foi possível reproduzir muitos destes marcadores e oferecê-los a alunos, professores e demais utilizadores da BE.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

BEING ECO-FRIENDLY

O tema está na ordem do dia e os nossos alunos têm sempre uma palavra a dizer sobre este assunto, que é do interesse de todos nós e do planeta inteiro. Muitos deles fazem-no de uma forma muito adulta e responsável, normalmente na sua língua materna. No entanto, o tema também é abordado com alguma frequência nas línguas estrangeiras e os alunos põem as suas competências linguísticas e comunicativas à prova, construindo interessantes textos, que nos dão lições de civismo e de cidadania, como o que a seguir se transcreve.

Being eco-friendly is really important for our planet. Some easy ways to be eco-friendly are: not buying plactic products, taking shorter showers, eating less meat, catching public transport, walking or riding a bike more often, always recycling and never throwing trash on the ground or in the ocean. In my opinion, every time someone goes to the beach and sees rubbish on the ground or water, he/she should pick it up and put it in the bin.
Buying synthetic clothes is also not eco-friendly, because when you wash these, basically made of plastic, the plastic particles end up in the ocean and then the fish that we eat end up eating those particles.
Something to keep in mind, water won’t last forever, and if we don’t save it, we could run out of it! It’s not that hard to do these things and they do make a difference! So if you’re having an iced tea or anything else to drink, ask for a cup, not a straw, or buy a metal straw! And if you buy a plastic bottle, reuse it, or recycle it, or buy a metal or glass one. It’s worth it!

Beatriz Vaze, 8.º B, n.º 2

domingo, 27 de outubro de 2019

MONCHIQUE ASSINALA O DIA NACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR COM ENCONTROS COM A ESCRITORA ANALITA SANTOS

O Agrupamento de Escolas de Monchique assinala amanhã, dia 28 de outubro, o Dia Nacional da Biblioteca Escolar com encontros com a escritora Analita Santos, que se prolongarão até ao dia 30 de outubro.
A esta iniciativa associam-se outras atividades habituais nas nossas escolas e que, a partir de amanhã, estarão em evidência em diferentes escolas: «Miúdos a votos: quais os livros mais fixes?», «Leitura em Linha», «Papel Solidário», «Levo um livro na sacola para ler fora da Escola».
Está também a ser preparada uma exposição sobre Banda Desenha que promete ser elucidativa quanto à técnica Manga e Anime.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

INTERNET? VAI OU NÃO ACABAR?


O psicólogo Alfredo Leite esteve ontem na Escola Básica Manuel do Nascimento, Monchique, onde interagiu com todas as turmas do 5.º ao 9.º ano, levando os alunos a refletir sobre a sua "ligação" à Internet e sobre os perigos a que podem estar sujeitos.
A personagem Kevin MacCallister de Sozinho em Casa serviu de ponto de partida para que os alunos percebessem que, agora, no século XXI, muitos deles estão "sozinhos em casa", completamente "abandonados", apesar de os pais estarem mesmo ali ao lado.
Recorrendo a exemplos reais, ou à história O Lobo e os Sete Cabritinhos, e com uma linguagem direta e incisiva, este psicólogo captou a atenção dos diferentes grupos (de uma forma impressionante!), pô-los a refletir e deixou-os pensativos, mesmos os mais céticos.



segunda-feira, 21 de outubro de 2019

«LEITURA EM LINHA» DESCEU A SERRA

    No passado dia dezassete, a atividade "Leitura em Linha" da nossa biblioteca escolar foi enriquecer uma turma de quarto ano da EB1 de Alvor.
  Por iniciativa da professora de português do segundo ciclo do nosso agrupamento, que é encarregada de educação de um aluno do 4.° A, esta turma beneficiou de um momento de diversão aliado ao domínio da educação literária, trabalhando a compreensão do conto "O Príncipe Feliz" de Oscar Wilde, bem como a atenção e concentração dos alunos durante a leitura da obra. 
    Foram 60 minutos de aprendizagem, animação e entusiasmo, e foi com surpresa que tomaram consciência de como ia decorrer o jogo, pois nunca tinham imaginado que era possível fazê-lo daquela forma. 
    No final, foi feita uma reflexão por parte dos alunos, que partilharam a opinião deles em relação a esta atividade, referindo-se à mesma como uma forma muito divertida de trabalhar a disciplina de português. Foram, também, feitos agradecimentos à professora bibliotecária da nossa escola que lhes proporcionou estes momentos mágicos ao emprestar gentilmente os jogos e os cartões para realizar a atividade. 


Autora do texto: Professora Filipa Batista

sábado, 12 de outubro de 2019

ANTÓNIO MANUEL VENDA LANÇA SEGUNDO LIVRO DA SÉRIE «PEQUENO TUKIE»


O escritor monchiquense António Manuel Venda apresentou hoje, na Galeria Santo António, em Monchique, o seu segundo livro da série «Pequeno Tukie», intitulado Uma serpente de luzes na planície. 
Nove anos depois da edição de O sorriso enigmático do javali, o pequeno Tukie volta ao convívio com os leitores de António Manuel Venda, esperando-se, novamente, um conjunto de histórias «feitas de espanto» e, como afirmava então Inês Fonseca Santos, «uma narrativa para partilhar e ler devagarinho».

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

«MIÚDOS A VOTOS: QUAIS OS LIVROS MAIS FIXES?» ESTÁ DE REGRESSO

Depois de os adultos terem votado para a Assembleia da República, os alunos do país inteiro vão ser chamados às urnas para elegerem os livros de que mais gostam.
Esta é uma iniciativa da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, que já vai na 4.ª edição e que cruza leitura com cidadania.


As escolas do Agrupamento de Escolas de Monchique já estão recenseadas e os alunos já podem começar a apresentar as candidaturas dos seus livros preferidos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

«LEITURA EM LINHA» ESTÁ DE VOLTA COM «A VIÚVA E O PAPAGAIO»

A leitura «anda na linha» nas turmas do 5.º ano. Isso foi muito fácil de comprovar, no passado dia 8 de outubro, quando os alunos das duas turmas se deslocaram à Biblioteca Escolar para jogar o «4 em linha». Em primeiro lugar, os alunos tiveram de conquistar cada uma das peças que foram colocando no jogo, respondendo acertadamente, e de forma alternada, a questões de escolha múltipla sobre a obra A viúva e o papagaio, de Virginia Woolf, cuja leitura fora trabalhada nas aulas de Português. Depois, foi imprescindível alguma concentração e perspicácia para que cada peça conquistada fosse colocada no local mais conveniente, com o objetivo de alinhar quatro peças na horizontal, na vertical ou na diagonal. 
Não foi fácil atingir o objetivo, pois muitos dos alunos responderam acertadamente à maioria das questões, e as jogadas iam sendo alternadamente anuladas. Houve alguns vencedores, no entanto, todos os alunos saíram a ganhar: testaram os seus conhecimentos sobre a obra, a sua capacidade de concentração, o seu desempenho relativamente ao respeito pelos outros e a sua capacidade de gerir contratempos e adversidades. Esperamos que tenham compreendido que vencer nem sempre é o mais importante. O que importa mesmo é descobrir o prazer da leitura e perceber que o jogo pode ser uma forma de aprender e de crescer.


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

«LER+ PARA VENCER» FAZ CHEGAR LIVROS AOS NOVOS ALUNOS

A atividade «Ler+ para Vencer» continua a fazer chegar um livro a todos os meninos e meninas que ingressam no 1.º e no 5.º ano no Agrupamento de Escolas de Monchique, graças a uma parceria da Biblioteca Escolar com a Junta de Freguesia de Monchique, que se mantém há já largos anos.
Tal como no ano anterior, A Cavalo no Tempo, de Luísa Ducla Soares, foi o livro selecionado para oferta aos novos alunos da Escola Básica Manuel do Nascimento. No 1.º ciclo, a escolha voltou a incidir em títulos de conceituados autores e ilustradores de literatura infantil editados pela Associação para a Promoção Cultural da Criança, com o objetivo de «estimular o gosto pela leitura transmitindo, em simultâneo, princípios/valores como sejam os da solidariedade, igualdade, defesa do ambiente, justiça e participação».
O Cão e o Gato (texto de António Torrado e ilustração de André Letria), O Voo do Golfinho (texto de Ondjaki e ilustração de Danuta Wojciechowska) e Parece um Pássaro (texto de David Machado e ilustração de Gonçalo Viana) estão, agora, nas mãos dos nossos alunos mais pequeninos, esperando-se que neles descubram o fascinante mundo da leitura.


sábado, 28 de setembro de 2019

SESSÃO DO CLUBE DE LEITURA DE MONCHIQUE NA BIBLIOTECA ESCOLAR


A Biblioteca da Escola Básica Manuel do Nascimento recebeu, no passado dia 26 de setembro, o Clube de Leitura de Monchique para a sua 8.ª sessão, que se centrou na obra A Pérola, de John Steinbeck. Curiosamente, esta sessão juntou, no mesmo espaço, mas em diferentes dimensões, três dos mais conceituados escritores monchiquenses: Manuel do Nascimento, que dá nome à escola, fez-se notar nos exemplares das obras que preenchiam o expositor da entrada; António Manuel Venda, que é um membro assíduo do clube, foi um dos participantes; Eduardo Jorge Duarte, que reside atualmente em Viseu, acompanhou toda a sessão via telemóvel e foi interagindo com o grupo, dando um excelente contributo para uma profícua troca de opiniões que envolveu todos os presentes. Com efeito, nenhum dos leitores ficou indiferente à triste história de Coyotito, mas a discussão foi mais longe e conduziu a uma abordagem da própria vida, dos riscos, das crenças, dos desequilíbrios sociais,  da ambição... Cada intervenção acrescentava sempre mais qualquer coisa: um pormenor, uma reflexão, uma dúvida, uma chamada de atenção... No final, todas as leituras saíram reforçadas e havia uma certeza: é tão bom falar de livros e de leituras com quem gosta de ler!

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

MANUEL DO NASCIMENTO: UM ESCRITOR POR CONHECER

O ano letivo está a começar, há professores que ficaram, outros que voltaram e alguns (há sempre alguns ou muitos) que vêm pela primeira vez.
A escola apresenta-se. Tem nome... nome de escritor, de jornalista, de editor. Mas, afinal, quem é, quem foi Manuel do Nascimento? 
Só se conhece verdadeiramente um escritor quando o lemos. No entanto, há biografias que são apelativas, que estimulam o interesse pela leitura, que nos dão a conhecer o homem e que nos fazem querer conhecer a obra.
Descobrimos, há pouco, por mero acaso, uma cuidada e rigorosa biografia de Manuel do Nascimento. Partilhamo-la, aqui, com os nossos leitores, esperando que a sua leitura desperte o interesse pela obra.



MANUEL DO NASCIMENTO (1912-1966)*

Manuel do Nascimento Correia, de seu nome completo, nasceu em Monchique a 27 de dezembro de 1912 e faleceu em Lisboa em 30 de dezembro de 1966. Filho de proprietários e comerciantes desta vila serrana, frequentou na capital a Escola Académica e depois o Instituto Industrial de Lisboa, tendo aí tirado o curso de Técnico Superior de Minas.
Nesta profissão, trabalhou nas minas de Jales, onde travou conhecimento com Soeiro Pereira Gomes e a literatura de teor social, enquanto acompanhava e convivia com o trabalho árduo e mal pago dos mineiros, situação que depois retrataria nos seus livros. Nas minas, veio a contrair uma lesão pulmonar, que o levaria a abandonar esta atividade e a dedicar-se ao jornalismo, à literatura e à atividade editorial.
No jornalismo, trabalhou para diversas publicações, nomeadamente O Primeiro de Janeiro, Eva, Ver e Crer, Mundo, A Cooperação, Portugal Ilustrado, etc., onde assinou excelentes reportagens, entrevistas e artigos de fundo. A fotografia foi igualmente uma das suas paixões.
Como escritor, Manuel do Nascimento foi, em Portugal, um dos ficcionistas da primeira hora neorrealista, tendo-se estreado, em 1943, com o romance Eu Queria Viver! (reeditado em 1958), obra que foi considerada pelo crítico literário João Gaspar Simões uma das «mais humanas e originais que a nova geração nos tem dado» (Critica III, 2.ª ed.1998).
Neste livro, Manuel do Nascimento retrata a mulher presa nos condicionalismos sociais, mas também o operário que vem a morrer encerrado dentro dos muros do sanatório.
Em 1944, publica Mineiros, romance que escrevera em Monchique durante a convalescença e que ficara na gaveta aguardando melhor oportunidade. Nele debruça-se sobre a condição miserável dos mineiros, em companhia dos quais desceu às profundezas da terra. Desta obra, dirá Maria de Lourdes Belchior: «(…) a mina é o herói; aos homens que lá trabalham repugna serem explorados pelos outros homens e não querem ser roda dentada (isto é, sem pensamento) de uma engrenagem qualquer» (Os Homens e os Livros, vol. II, 1980, pp.155-56).
Cidade, o livro que escreveu a seguiu, não seria publicado devido a mutilações e imposições da censura salazarista. A obra abordava o proletariado industrial, mais uma vez retratado em largas pinceladas neorrealistas.
Manuel do Nascimento não desarma, nem abandona a luta em situações tão adversas, mesmo quando seria de esperar um certo período de castração intelectual que lhe coibisse o espírito e lhe limitasse a capacidade de escrever.
O quarto título, O Aço Mudou de Têmpera, editado em 1946 pela Livraria Latina Editora, do Porto, seria a obra que mais o marcaria como escritor, não sem que daí lhe viessem também alguns dissabores e perseguições por parte da polícia política do regime salazarista.
Em 1954, a censura permite-lhe publicar o romance Agonia, embora nesta obra seja evidente o desgaste ideológico sofrido pelos cortes e pressões daquela tenebrosa instituição.
O livro teve edição na Catalunha, onde parece ter tido bom acolhimento, e em cujo prefácio Manuel do Nascimento é apresentado como «una de les figures més importants de la literatura portuguesa actual». Ainda em catalão sairiam dois dos seus contos integrados em antologias.
Segue-se o volume de contos intitulado O Último Espectáculo (1955), género em que se mostra bastante à vontade. Pelo meio publicou ainda dois pequenos livros de coleção, acessíveis às pequenas bolsas: Nada de Importância e Suspeita, este último na colecção «Mosaico», de que foi diretor literário e onde insere algumas das novelas e contos já anteriormente publicados.
Finalmente, é tempo para uma reedição de Eu Queria Viver!, saído em 1958 pela mão da Arcádia, onde trabalhava. Nesta editora publicará ainda Histórias de Mineiros (1960), livro onde regressa ao tema da mina que tanto o marcou, assumindo- -se como um verdadeiro cronista dos mineiros e denunciando, mais uma vez, a sua situação miserável e pouco dignificante.
Atormentado pela doença, mas tendo concretizado o seu sonho de escritor, apenas publicará mais um livro, Encontros, um primeiro volume de entrevistas a figuras cimeiras da vida intelectual, fruto da sua atividade de jornalista.
             
  (*) Biografia partilhada no Grupo Fascismo Nunca Mais por Mário Ribeiro Caiado.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

ANO LETIVO COMEÇA COM RECEÇÃO A PAIS E ALUNOS

O ano letivo 2019-2020 teve início, no Agrupamento de Escolas de Monchique, no passado dia 13 de setembro, com receção a pais e alunos de todos os anos de escolaridade.
A Biblioteca Escolar associou-se a esta iniciativa da Direção do Agrupamento e deu uma atenção especial aos alunos do 5.º ano e aos seus encarregados de educação, que ficaram conhecer o espaço, os recursos, os serviços que são disponibilizados e algumas das atividades mais relevantes.



Os pais/encarregados de educação foram convidados a colaborar com a biblioteca na sua missão de promover o gosto pela leitura e cada um dos presentes recebeu um exemplar de uma obra do patrono da escola: o escritor Manuel do Nascimento.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

E POR FIM ... DESAFIAMOS-TE, LEITOR!

Nós explicamos.
Escuta, a situação é, basicamente, esta: na última aula de Português, surgiu de repente na sala, melhor, surgiu inesperadamente na sala, uma misteriosa caixa azul.
Lá dentro, dezenas de títulos inventados, em pequenos papéis dobrados em três! Cada um de nós, alunos do 7.º B, tirou da caixa aquele papel que a Sorte determinou. E a partir daí, pois, voltámos a vestir a pele de escritores... Tínhamos agora dez minutos para escrever os dois primeiros parágrafos de um livro. Qual o título dessa obra maestra? O que tinha lançado âncora nas nossas mãos...
E tu, leitor, em quantos minutos consegues acabar as nossas histórias? Vá, escolhe uma, e deixa-te levar pelo barca do tempo ... rumo ao verão ...


O ESTRANHO CASO
DO MÚSICO AZUL

Estava ali, sentado no banco de um agradável jardim. Ouvia o canto dos pássaros que pareciam pairar no ar e que, às vezes, pousavam nas árvores. Descansava. Claro, como não? Acho que não teria aguentado mais um minuto naquela loja, com a minha mãe a gritar comigo, por qualquer coisa. Tinha, pois, saído a correr e sentara-me ali, no parque. Que belos, os pássaros!
Então, enquanto pensava no que diria à minha mãe quando voltasse, ouvi uma música. Parecia jazz e ouvia-se ao longe. Curioso, comecei a caminhar em direção ao som e, quando lá cheguei, surpreendi-me com o que encontrei: era um homem, todo vestido de azul, a tocar música. As mãos também azuis. Era uma música muito bela e, por momentos, esqueci-me de todos os meus problemas.
Beatriz Vaze, 7.º B

O JOGO DOS ESPELHOS

Numa tarde, quase noite, um certo grupo de amigos celebrava o “Dia dos Jogos”. Havia de tudo: jogos de tabuleiro, videojogos, cartas, berlindes, entre tantos outros. Mas, na verdade, fartaram-se rapidamente desse tipo de brincadeiras! Até que um deles se lembrou, então, de um velho mito que corria pela cidade: “Vive aqui um tesouro, muito bem escondido, entre espelhos entrelaçados, tenta ...”. Aqui acaba o dito, o resto não se sabe. Eles, lá pesquisar, pesquisaram, muito, mas nada encontraram.
Uma única coisa, importante, eles vieram porém a saber. Esse, digamos, labirinto de espelhos, estava localizado num circo abandonado, muito assustador, de nome “Majestic”. Assim, lá foram eles em busca de diversão! Andaram, andaram, até que chegaram. Aquilo era horrível de ver, tinha caído tudo, menos o labirinto de espelhos, que, assustadoramente, refletia mil vezes um palhaço com a roupa rasgada, coberto de sangue. Parecia estar à porta, à espera deles.
Beatriz Francisco, 7.º B

A CAIXA NO FUNDO DA RIBEIRA DO LADO

muito, muito tempo, um miúdo chamado Gonçalo foi à procura de um livro na biblioteca. Mas, quando aí viu a rapariga de quem gostava, escondeu-se atrás de um arbusto! Quando ela, finalmente, se foi embora, entrou muito rapidamente e parou num sítio estranhamente frio e escuro, onde há anos não limpavam.
A olhar, cheio de medo, foi precisamente aí que Gonçalo encontrou o livro ideal para ele. Mas, quando deu por si, estava a passar as mãos sobre um mapa que o livro trazia colado na capa, com uma frase muito bizarra (talvez uma pista para algo), que era esta: “A frescura é muito líquida.” Assim que saiu, foi à procura não sabia muito bem de quê. Pensou numa ribeira, pois vivia num sítio muito seco, e quando lá chegou, depois de muito caminhar, encontrou um baú que dizia “Lado”, precisamente, o título do livro que tinha trazido da biblioteca ...
Manuel Correia, 7.º B

A TERRA DAS PROMESSAS

Vou-vos contar uma história que nunca ouviram antes. Passa-se num universo paralelo, onde três amigos – Anne, Joaquim, Carolina – exploravam uma ilha abandonada. Esta era muito semelhante a uma tartaruga, por isso, logo de início, deixou-os intrigados. A cada movimento um pouco mais brusco, da ilha, evidentemente, Anne dava um pulo, e ficava amuada por os amigos começarem logo a gozar.
No centro exato daquela ilha existia uma casa, abandonada. Por curiosidade, os três amigos entraram e apanharam logo um grande susto. Nem queriam acreditar no que viam. Lá dentro, estava uma fada a mexer um caldeirão. Anne quis logo ir embora, mas Joaquim não deixou, queria saber o que se passava, até porque de uma fada se tratava, não de uma bruxa, como era ... habitual. Carolina, a mais corajosa, enfrentou a fada e perguntou-lhe, de queixo levantado, o que ela estava a fazer ali. A resposta deixou todos de boca aberta...
Carolina Morais, 7.º B

MUNDO DE LÁ
QUE AINDA NÃO VI

Josué era um velho senhor. Habitava na Beira Baixa, numa aldeota perdida para esses lados. Desde pequeno, tinha os cabelos brancos. Ainda assim, tinha tido uma infância muito feliz. Naquela aldeia, há muito tempo tinha existido uma escola, bastante grande até, com cerca de trezentos alunos, e ele tinha sempre brincado com os seus colegas, como uma criança normal. Apesar da sua “deficiência”, nunca tinham gozado com ele.
Nos tempos de hoje, já quase todos os seus antigos amigos tinham morrido ou tinham partido para as cidades. Agora, a antiga aldeia, que dantes era um lugar recheado de vida, estava praticamente “morta”. Restava ele, um ou outro velhote, e o raro jovem que tinha decidido continuar a sua vida ali. Desde pequeno, Josué tinha a grande ambição de visitar a capital, mas nunca tinha conseguido concretizá-la. E parecia que assim iria continuar, sem ver o mundo do lado de lá. Até que ...
Rafael Mendes, 7.º B

O  PAÍS DAS PESSOAS
DE CABEÇA PARA BAIXO

muito, muito tempo,  existia um país muito silencioso, onde as pessoas andavam de cabeça para baixo. Um dia, ao amanhecer, uma mulher chegou àquele país e a única coisa que encontrou foram pessoas absolutamente sós. E mais, viradas ao contrário. A única pessoa com a cabeça em pé era ela.
Então, nesse dia, procurou uma estalagem para ficar (sim, tinha decidido ficar) e, quando encontrou o lugar que procurava (parecia que este estava já à sua espera) entrou e dirigiu-se logo à receção. Um homem sozinho. Ela sorriu, para o rececionista, e quase morreu de desilusão ao perceber que ele não tinha sorrido de volta. Naquele país, ninguém sorria. Dirigiu-se para o seu quarto, levando, com coragem, o seu sorriso no bolso.
Filipa Alves, 7.º B

O  HOMEM QUE
SÓ SABIA SONHAR

Havia um homem muito sonhador que vivia numa montanha coberta de verde e solitária, à exceção de Alberto, o homem que só sabia sonhar.
Passava dias inteiros sentado numa pedra, perto do rio, e então imaginava que estava em Londres, no meio de uma enorme multidão ou no Big Ben; em Paris, a apreciar a Torre Eiffel; em Itália, a comer as melhores pizas do mundo; no Hawai, a explorar as florestas tropicais ou a nadar num mar cristalino. Até que um dia, por alguma razão inexplicável, o “piu piu” de um pássaro trouxe-o de volta à realidade e foi então que Alberto observou com particular atenção.
Maria Laura, 7.º B

MISTÉRIO NO
RAMELAU

Havia no Ramelau, a mais alta montanha de Timor Leste, uma família cujo pai provinha de Macau. Homem de poucas palavras, este. A mãe, essa era escurinha, filha da natureza, provinha do Ramelau. Um dia, tiveram uma filha a quem deram o nome de Crescência. Parecia uma chinesinha, a menina, escurinha e baixinha, como até hoje é.
Mas quem diria, o mistério ainda estava por chegar. Um soldado português, de seu nome Manuel, envolveu-se com a “Chinesinha”, que conheceu por alturas da guerra colonial, e por lá ficou. Tiveram filhos. Belos filhos, que um dia viriam a ser a minha família.
O mistério maior foi quando quiseram vir para Portugal. Já antes, o pai de Crescência tinha tido o sonho de conhecer a metrópole, mas já a mãe não queria sair da ilha onde tinha nascido e criado os seus filhos. Na altura de partirem, a família recebeu a triste notícia que o pai não tinha aguentado a dor e viera a falecer. Crescência e Manuel partiram de barco com os seus filhos, abalados pela saudade. Dois anos depois, já nesta linda vila de Monchique, tiveram um filho que, de entre todos os sete que tiveram, viria a ser o meu pai. Pedro, foi o nome que recebeu.
Martim Cereja Amaro, 7.º B

sábado, 22 de junho de 2019

«RECADOS DA MÃE»: UMA EXCELENTE SUGESTÃO DE LEITURA


Antes de partir para férias, a rubrica «Um Livro por Semana», na Rádio Foia, deixou no ar uma excelente sugestão de leitura, feita pela Inês Isabel Inácio, da turma A do 7.º ano.

A jovem leitora escolheu a obra Recados da Mãe, de Maria Teresa Maia Gonzalez, para partilhar com os ouvintes da estação local e deu-lhes a conhecer a história de duas irmãs, Clara e Leonor, que, aos dez e seis anos, respetivamente, perdem a mãe num acidente de viação, o que as obriga a uma mudança radical nas suas vidas. Filhas de pais separados, as duas irmãs vão, então, viver com a avó materna, situação que não agrada a Clara, uma vez que a avó se tinha incompatibilizado com a mãe havia muitos anos.

A cumplicidade entre as duas irmãs foi um dos aspetos destacados pela Inês, que acabou por explicar o título da obra: muito protetora em relação à irmã mais nova, Clara dizia-lhe que, em sonhos, falava com a mãe e transmitia-lhe os seus recados como forma de minimizar as saudades.

À sua conversa espontânea, fluente e emotiva, a Inês juntou uma cuidada leitura de um excerto da obra, provando que este é um livro que pode agradar a leitores de todas as idades.



terça-feira, 18 de junho de 2019

POESIA, ASTRONOMIA E ENGENHARIA AEROESPACIAL NA RECEÇÃO AO 4.º ANO

Os alunos do 4.º ano das escolas do concelho de Monchique vieram conhecer a escola que os vai acolher no próximo ano letivo e, como não podia deixar de ser, a biblioteca escolar fez parte do roteiro da visita.
Aqui, porém, esperava-os uma tarefa inimaginável: projetar e construir um sistema de aterragem para uma frágil e delicada sonda espacial (um magnífico ovo de galinha), que a protegesse do embate com o solo, ao ser lançada de uma altura de dois metros.

Tudo começou, calma e descontraidamente, com a reconstituição dos poemas «O Astrónomo» e «Vaivém», de Jorge Sousa Braga (in Pó de Estrelas) e, depois de uma curiosa troca de ideias sobre astronomia, seguiu-se uma animada leitura a várias vozes de cada um dos poemas.

Os alunos assumiram, então, o papel de engenheiros aeroespaciais e os grupos, orientados por um colega do 7.º ano, dedicaram-se à construção de um «sólido e consistente» projeto, dispondo de uma verba de 50 milhões de euros para aquisição dos mais «requintados» materiais: algodão em bolas, esferovite, copos de plástico, paus para espetada, balões, folhas de papel, sacos de lixo, papel de alumínio...









Infelizmente, a maioria das sondas não resistiu ao embate no solo. Registaram-se, no entanto, duas aterragens perfeitas, sem qualquer dano nas sondas, e ligeiros prejuízos numa terceira sonda.