sábado, 22 de junho de 2019

«RECADOS DA MÃE»: UMA EXCELENTE SUGESTÃO DE LEITURA


Antes de partir para férias, a rubrica «Um Livro por Semana», na Rádio Foia, deixou no ar uma excelente sugestão de leitura, feita pela Inês Isabel Inácio, da turma A do 7.º ano.

A jovem leitora escolheu a obra Recados da Mãe, de Maria Teresa Maia Gonzalez, para partilhar com os ouvintes da estação local e deu-lhes a conhecer a história de duas irmãs, Clara e Leonor, que, aos dez e seis anos, respetivamente, perdem a mãe num acidente de viação, o que as obriga a uma mudança radical nas suas vidas. Filhas de pais separados, as duas irmãs vão, então, viver com a avó materna, situação que não agrada a Clara, uma vez que a avó se tinha incompatibilizado com a mãe havia muitos anos.

A cumplicidade entre as duas irmãs foi um dos aspetos destacados pela Inês, que acabou por explicar o título da obra: muito protetora em relação à irmã mais nova, Clara dizia-lhe que, em sonhos, falava com a mãe e transmitia-lhe os seus recados como forma de minimizar as saudades.

À sua conversa espontânea, fluente e emotiva, a Inês juntou uma cuidada leitura de um excerto da obra, provando que este é um livro que pode agradar a leitores de todas as idades.



terça-feira, 18 de junho de 2019

POESIA, ASTRONOMIA E ENGENHARIA AEROESPACIAL NA RECEÇÃO AO 4.º ANO

Os alunos do 4.º ano das escolas do concelho de Monchique vieram conhecer a escola que os vai acolher no próximo ano letivo e, como não podia deixar de ser, a biblioteca escolar fez parte do roteiro da visita.
Aqui, porém, esperava-os uma tarefa inimaginável: projetar e construir um sistema de aterragem para uma frágil e delicada sonda espacial (um magnífico ovo de galinha), que a protegesse do embate com o solo, ao ser lançada de uma altura de dois metros.

Tudo começou, calma e descontraidamente, com a reconstituição dos poemas «O Astrónomo» e «Vaivém», de Jorge Sousa Braga (in Pó de Estrelas) e, depois de uma curiosa troca de ideias sobre astronomia, seguiu-se uma animada leitura a várias vozes de cada um dos poemas.

Os alunos assumiram, então, o papel de engenheiros aeroespaciais e os grupos, orientados por um colega do 7.º ano, dedicaram-se à construção de um «sólido e consistente» projeto, dispondo de uma verba de 50 milhões de euros para aquisição dos mais «requintados» materiais: algodão em bolas, esferovite, copos de plástico, paus para espetada, balões, folhas de papel, sacos de lixo, papel de alumínio...









Infelizmente, a maioria das sondas não resistiu ao embate no solo. Registaram-se, no entanto, duas aterragens perfeitas, sem qualquer dano nas sondas, e ligeiros prejuízos numa terceira sonda.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

CONCURSO «NAS MINHAS MÃOS... UM LIVRO» JÁ TEM VENCEDORES!

Os 88 trabalhos apresentados no âmbito do concurso «Nas minhas mãos... um livro» estiveram a votação ao longo de todo o mês de maio.
Encerradas as votações, os votos foram contados e os resultados foram conferidos pelo júri do concurso. Identificaram-se os seguintes vencedores:

ESCALÃO A - CRIANÇAS DO PRÉ-ESCOLAR
Não houve concorrentes

ESCALÃO B - ALUNOS DO 1.º CICLO
1.º Lugar - Duarte Morais, 4.º ano (trabalho n.º 8 - 76 votos)
2.º Lugar - Suzanne Ricchini, 3.º ano (trabalho n.º 14 - 18 votos)
3.º Lugar - Joana Santos, 3.º ano (trabalho n.º 12 - 11 votos)

ESCALÃO C - ALUNOS DO 2.º CICLO
1.º Lugar - Gil Matos, 6.º ano (trabalho n.º 5 - 31 votos)
2.º Lugar - Daniela Dimas, 5.º ano (trabalho n.º 21 - 25 votos)
3.º Lugar - Mariele Venda, 6.º ano (trabalho n.º 3 - 16 votos)

ESCALÃO D - ALUNOS DO 3.º CICLO
1.º Lugar -  Dia Boonen, 9.º ano (trabalho n.º 2 - 83 votos)
2.º Lugar -  Carolina Morais, 7.º ano (trabalho n.º 1 - 61 votos)
3.º Lugar -  Filipa Marques, 7.º ano (trabalho n.º 3 - 23 votos)

ESCALÃO E - ADULTOS
1.º Lugar -  Joana Rio - Encarregada de Educação (trabalho n.º 2 - 97 votos)
2.º Lugar -  Celina Gonçalves - Professora (trabalho n.º 3 - 35 votos)
3.º Lugar -  Ana Filipa Gonçalves - Assistente Operacional (trabalho n.º 4 - 26 votos)
  

terça-feira, 11 de junho de 2019

ALUNOS DE MARMELETE ADEREM À RUBRICA «UM LIVRO POR SEMANA»

A rubrica semanal de leitura na Rádio Foia, «Um Livro por Semana», recebeu, pela primeira vez, no passado dia seis, alunos da Escola EB1 de Marmelete, que aqui vieram fazer leituras dos seus textos preferidos.


A Lotta Mönch, de sete anos de idade, que frequenta o 1.º ano de escolaridade e que veio para Portugal há cerca de um ano, partilhou  com os ouvintes um excerto da obra Corre, Corre, Cabacinha, de Alice Vieira, deixando-nos encantados com a fluência da leitura e com o seu leve sotaque alemão. Surpreendida com o domínio da língua portuguesa evidenciado pela menina, a jornalista Idalete Marques questionou-a sobre a sua adaptação a uma nova língua e a um país diferente e ficou a saber que a jovem leitora adora viver em Portugal.
O Gabriel Gonçalves e o Gonçalo Duarte, ambos com nove anos e que frequentam o 3.º ano de escolaridade, optaram por uma obra de poesia, As Fadas Verdes, de Matilde Rosa Araújo, e brindaram a audiência com deliciosas leituras dos poemas «A amiga da China» e «Alegre Menina».
No final do programa, os três leitores estavam entusiasmados com esta nova experiência e mostraram-se disponíveis para voltar no próximo ano letivo.

sábado, 8 de junho de 2019

QUANDO A ESCOLA NÃO VAI AO TEATRO, VEM O TEATRO À ESCOLA!

No passado dia 21 de maio, a Companhia Profissional de Teatro EDUCA deslocou-se à Escola Básica Manuel do Nascimneto para a representação das peças O Príncipe Nabo, de Ilse Losa, e Aquilo que os olhos veem ou o Adamastor, de Manuel António Pina, obras que constam  das Aprendizagens Essenciais de Português do 5.º e do 8.º ano, respetivamente.


Às 10h30, foi a vez de os alunos do 5.º ano descobrirem se o Príncipe Nabo tinha muitas pretendentes. Com uma adaptação que tornou a compreensão da obra mais acessível sem a desvirtuar, esta encenação foi uma prova de que a diversão e a pedagogia podem andar de mãos dadas.

Às 13h25, os alunos do 8.º ano foram transportados para o ambiente da peça Aquilo que os olhos veem ou o Adamastor, cuja ação decorre em 1501, a bordo de uma caravela de Pedro Álvares Cabral, perto do Cabo das Tormentas, onde o náufrago Manuel conta a história fantástica do seu “encontro” com o temível Adamastor. Realidade ou ilusão? As gargalhadas que se fizeram ouvir no auditório foram bem reais e genuínas. À saída da peça, um dos comentários mais ouvidos foi “Nunca pensei que fosse rir tanto!”. Os alunos destacaram a mestria dos atores, a interação com a assistência e a excelente adaptação da peça, que incluiu diálogos hilariantes e danças atuais.

Estas atividades, planeadas pela Biblioteca Escolar em parceria com os professores de Português e que contam com o patrocínio da Câmara Municipal de Monchique, são essenciais à formação dos jovens, não só por contribuírem para uma melhor compreensão das obras, mas principalmente por suscitarem novos hábitos e interesses culturais, neste caso, o gosto pelo teatro.
 
                                                                      Autoria do texto: Professora Marília Alfredo

sexta-feira, 31 de maio de 2019

FALAR DE LEITURA COMO GENTE GRANDE

Às vezes, é difícil escolher apenas um livro para apresentar na Rádio Foia.
Este problema só se coloca, obviamente, aos nossos melhores leitores e, nesta situação, o melhor, mesmo, é falar de todos os livros que nos deixaram indecisos. E foi precisamente isso que se passou com a Beatriz Morales. Compreende-se porquê: foi a nossa finalista do 3.º ciclo na fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura, cuja participação implicava a leitura da obra Os da Minha Rua, de Ondjaki; foi a nossa representante no Concurso «Momentos de Leitura», onde fez a leitura expressiva de um excerto da obra Os Vagabundos dos Telhados, de Katherine Rundel; ficou deslumbrada com duas obras que leu para a atividade «À Roda dos Livros»: A Cidades dos Deuses Selvagens, de Isabel Allende, e O Mandarim, de Eça de Queirós. 
A preferência por estas duas últimas obras foi bem evidente ao longo da apresentação: a emoção com que abordou as vivências de Alexandre Cold na sua expedição à Amazónia estava também presente na referência ao enigmático toque de campainha que ditou a morte de um velho, mas riquíssimo, mandarim chinês.
A leitura, no entanto, voltou a centrar-se na obra de Katherine Rundel, e a Beatriz presenteou os ouvintes com uma excelente leitura do excerto que lera no concurso, comprovando que foi uma candidata à altura do desafio.





sexta-feira, 24 de maio de 2019

QUANDO UM LIVRO GANHA CORPO E OS OLHARES SE MULTIPLICAM: HISTÓRIA(S) DE UMA VISITA

Acordei bem cedo, pela manhã, ainda o sol não raiava. Chateado por ter saído do mundo dos sonhos, onde podemos nadar no mais fundo dos oceanos ou sobrevoar a mais alta de todas as montanhas, barafustei.
De repente, oiço uns pequenos passos. Abro os olhos e vejo uns longos bigodes, ao mesmo tempo, oiço um suave miado, e logo uma leve pata, com umas pequenas e delicadas almofadinhas, pisa a minha cara. É a minha gata, Cal! Assim que viro os meus pensamentos para o dia, percebo que é tempo de viajar de outra forma. Apenas me levanto pela motivação que a viagem me dá, desço as escadas velozmente e, num abrir e fechar de olhos, estou vestido.
Num ápice, encontro-me na cozinha e já os meus pais estão a preparar o pequeno-almoço. Rapidamente, devoro a minha taça de cereais e, noutro instante, estou na casa de banho. Lavo os dentes com movimentos regulares.
Pego na bagagem, equipo-me e o meu pai leva-me ao heliporto. Descemos a Fóia rapidamente pois àquela hora não havia trânsito... Chegados ao heliporto, o meu pai deixa-me e eu entro no autocarro.
Rafael Mira Mendes, 7.º B

A maior parte da viagem, fui a observar a paisagem, os pássaros a voarem no céu como aviões, os carros vizinhos que andavam na autoestrada com destinos desconhecidos e o rio Tejo, que baloiçava de um lado para o outro, calmamente, como os caracóis que levam uma eternidade a viajar de um prado para o outro. Além disso, também ouvi música.
Quando chegámos a Lisboa, senti um bafo de calor na minha cara, como se uma bola de fogo me tivesse atingido. Depois ...
Inês Isabel Duarte Inácio , 7.º A

Parámos num jardim muito bonito, com muitos bancos espalhados pelo espaço, muitas plantas e uma espécie de lago com um canal de água que atravessava o jardim de uma ponta à outra. Aí, dividimo-nos em grupos e fizemos uma atividade que consistia em ler um capítulo da obra «Leandro, Rei da Helíria», de Alice Vieira, e depois contar aos restantes ... No meu grupo, fui eu a porta-voz!
Inês Silva Inácio , 7.º A

De seguida, tivemos de arranjar um par, da outra turma, para imaginarmos e escrevermos o final da história, pois só tínhamos lido o primeiro ato!
Caminhámos, depois, todos juntos ao longo do rio Tejo, no Parque das Nações, para almoçarmos. Tem uma vista lindíssima! Quando acabámos de comer, apanhámos o autocarro e fomos assistir à peça de teatro no auditório do Colégio Pedro Arrupe. O objetivo da visita era mesmo esse! Ao chegarmos, entrámos, sentámo-nos e ofereceram-nos uns cartões para o telemóvel. Então, assistimos à peça, foi muito divertido!
Rita Nobre Gonçalves , 7.º B

A história falava de um rei que tinha três filhas e queria dividir o reino por elas. Para isso,  pediu às filhas que lhe dissessem quanto o amavam. Amarílis disse que o amava tanto como ao sol; a Hortênsia disse que o amava tanto como ao ar que respirava e a Violeta disse que o amava tanto como a comida precisa de sal. E assim continuou a história ...
Filipa Reis Marques , 7.º B

Eu achei que a sala era grande e confortável. O teatro, por sua vez, teve muitos pontos positivos e poucos negativos. Quando nós chegámos, os senhores que lá estavam certificaram-se que ninguém tinha pastilhas e isso foi bom porque contribuiu para a higiene do teatro. Outro ponto positivo foi a boa atuação dos atores, pareciam muito profissionais. Como ponto negativo, só achei o facto de o teatro ter sido um pouco curto...
Miguel Ramos , 7.º A

A única coisa de que não gostei foi a parte em que o suposto marido da Violeta estava a cantar falsete, mas, na realidade, nem sabia o que isso era! De resto, gostei muito e gostei do pormenor de estarmos a falar por “skype” com William Shakespeare. Isso foi muito engraçado, porque ele até teve de fingir que estava a dormir para a mulher o deixar ver o teatro!
Guilherme Carvalho, 7.º B

Terminado o teatro, voltámos para o autocarro. Seguimos viagem e as raparigas começaram a pôr música, depois parámos a meio do caminho para lanchar. Comemos muito, especialmente as bolachas e «palmiers» que os professores tinham levado! Depois seguimos viagem, já estávamos cansados!
Beatriz Francisco , 7.º B

Durante a viagem de regresso a Monchique, refleti um pouco sobre os ensinamentos que a peça de teatro me transmitiu. Que devemos ser sempre nós mesmos, como Violeta, que não seguiu o mau exemplo das irmãs; também que não devemos forçar as coisas para que aconteçam, pois tudo tem um momento certo para acontecer, como com o rei de Helíria, que só descobriu que as palavras de Violeta não tinham sido um insulto muito tempo depois...
Inês Isabel Duarte Inácio , 7.º A

Mal cheguei a casa, vesti o pijama e fui «amalhar-me». Foram poucos os minutos que fiquei na cama acordada...
Carolina Morais , 7.º B

Eu gostei muito da visita de estudo, o teatro foi muito giro e engraçado, mas tenho pena que tenha sido tão curto. Espero que tenhamos mais visitas de estudo assim, talvez já não este ano, pois está quase a terminar, mas para o próximo!
Beatriz Vaze , 7.º B









(Fotografias: Professora Natividade Lemos)

quinta-feira, 23 de maio de 2019

UMA MALA ASSOMBRADA NA RÁDIO FOIA

A Mala Assombrada, de David Machado, tem um título bem assustador e a história até pode causar grandes arrepios a quem tem medo de fantasmas.
No entanto, este é um livro cheio de humor, que aborda, de uma forma muito divertida, o medo na infância e as traquinices entre dois irmãos: um de nove anos com medo de tudo e um de cinco anos que não tem medo de nada.
Para o António Duarte, da turma B do 5.º ano, este é um livro muito especial, que lhe foi oferecido pelo tio, o escritor Eduardo Duarte, e que o tem acompanhado ao longo da sua vida.
A história foi-lhe lida pelos pais, dezenas de vezes, quando ainda era bebé. Agora, é ele que a lê, com entusiasmo e fascínio e com a compreensível malícia de quem conhece o desfecho. 
Mal a leitura começou, o suspense apoderou-se do estúdio da Rádio Foia, o suposto fantasma saltou da mala e fomos envolvidos no enredo criado pelo irmão mais novo que, sem dó nem piedade, explorava, ao limite, o medo do seu irmão mais velho.
A leitura fluía agradável, rápida e cativante, e os olhos do nosso leitor brilhavam, satisfeitos com o ambiente de mistério e a curiosidade dos presentes.
Era impensável deixar a leitura a meio! O António fez-nos a vontade. Leu a história toda e deixou-nos encantados com esta obra de David Machado.



domingo, 12 de maio de 2019

quarta-feira, 8 de maio de 2019

PARES DA LEITURA 2018-19: UMA FINAL ANIMADA E DIVERTIDA

Eram 20 horas do dia 7 de maio de 2019 e o auditório da Escola Básica Manuel do Nascimento já estava preparado para receber a final do Concurso «Pares da Leitura»: a 11.ª final deste concurso, que começou no ano letivo 2008-2009.
Ao fundo, dez cadeiras aguardavam pelos concorrentes: primeiro dez alunos, depois dez adultos, que iriam responder alternadamente a três séries distintas de questões (verdadeiro/falso; escolha múltipla; frase lacunar).


E o auditório encheu para assistir à prova e celebrar a leitura.


Depois de ouvir atentamente as questões sobre a obra O Mistério do Colar Desaparecido, de Enid Blyton, os alunos foram registando as suas opções e recolhendo uma valiosa «moeda de oiro» por cada resposta certa.





No final de cada série, os alunos cediam os lugares aos seus pares, os adultos, e as questões centravam-se, então, na obra A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez.


Para relaxar e fazer lembrar que a leitura é mesmo o mais importante neste concurso, no final de cada série, a Carolina Morais e a Beatriz Reis presentearam a assistência com excelentes leituras de alguns dos seus poemas preferidos.



Um dos momentos mais animados da noite foi a apresentação de uma canção da autoria da turma A do 6.º ano,composta no âmbito das Histórias da Ajudaris 19, sob a orientação das professoras Carla Travessa e Velma Costa.


No final, fizeram-se contas às moedas arrecadadas.
Verificado um empate no 1.º lugar, com duas equipas a totalizarem 28 pontos (num conjunto de 30 questões), os alunos de cada par responderam a mais três questões (uma de cada tipo). Mantendo-se o empate, recorreu-se à estratégia de «morte súbita». Lançados os dados, o aluno com valor superior, o Gil Matos, optou por responder, sem qualquer hesitação. A resposta certa valeu-lhe o 1.º lugar, tendo revalidado «o título» do ano anterior.




Os cinco primeiros lugares foram ocupados pelas seguintes equipas:
1.º lugar - Gil Matos (6.º A) / Carla Alfarrobinha (mãe);
2.º lugar - Maria Gonçalves Nunes (5.º A) / Sónia Nunes (mãe);
3.º lugar - Inês Calapez Duarte (5.º A) / Paula Calapez (mãe);
4.º lugar - Anita Marques (5.º B) / Teresa Campos (mãe);
5.º lugar - Rodrigo Simões (5.º A) / Sónia Martinho (mãe).

No entanto, todas as equipas foram premiadas com vales oferecidos pelo Presidente da Junta de Freguesia de Monchique.

Esta sessão contou também com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Monchique, que premiou os alunos monchiquenses que representaram o concelho na fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura: Alícia Costa Duarte e Daniela Reis (1.º ciclo), Anita Marques e Gil Matos (2.º ciclo), Beatriz Reis e Carolina Morais (3.º ciclo).
O Presidente da Câmara premiou, ainda, os finalistas de Monchique que participaram na final do Concurso «Momentos de Leitura»: Simão Correia (1.º ciclo), Mariele Venda (2.º ciclo) e Beatriz Reis (3.º ciclo).


segunda-feira, 6 de maio de 2019

«A FADA ORIANA» TODA EM POUCO MAIS DE MEIA HORA

Quem não conhece A Fada Oriana perdeu uma excelente oportunidade de, em pouco mais de meia hora, ficar a conhecer, na íntegra, esta magnífica obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Na última edição de Um Livro por Semana, que foi para o ar no dia 2 de maio, a Lara Jaime e a Maria Xavier Gouveia, ambas da turma B do 5.º ano, fizeram uma apresentação irrepreensível desta obra, que acabaram de estudar nas aulas de Português.

A Lara Jaime começou por ler o primeiro capítulo, «Oriana», apresentando-nos a personagem principal - uma fada boa.

Não havendo tempo para a leitura integral do livro, a Lara revelou-nos uma parte significativa da história com o seguinte resumo:
A personagem principal desta história é uma fada chamada Oriana, que tomava conta de uma floresta, tarefa esta que lhe tinha sido dada pela Rainha das Fadas.
Ela cuidava das plantas, dos animais e dos homens, mas tinha uma atenção especial por uma velhinha, que vivia sozinha na floresta, ajudando-a em várias tarefas.
Certo dia, Oriana aproximou-se do rio e viu um peixe que estava quase a morrer fora de água. Quando foi colocá-lo na água, viu a sua imagem refletida e ficou deslumbrada com a sua beleza.
A partir de então, ficou muito vaidosa, deixou de cuidar da floresta e acabou por se esquecer completamente da velhinha.
Quando a Rainha das Fadas viu o abandono da floresta, ficou muito zangada, castigou Oriana e tirou-lhe as suas asas e a varinha de condão.
Oriana ficou muito triste. A Rainha das Fadas disse-lhe, então, que só lhe devolveria as asas e a varinha de condão quando ela fizesse alguma ação que o justificasse.
Passado algum tempo, Oriana viu a velhinha, muito cansada e quase cega, a caminhar em direção a um abismo. Oriana correu, correu…

Satisfazendo a curiosidade dos ouvintes, que queriam, certamente, ficar a saber o desfecho da história, a Maria fez, então, uma excelente leitura do último capítulo, intitulado «O Abismo».


Será que Oriana conseguiu salvar a velhinha?
Terá ela recuperado as suas asas e a sua varinha de condão?

Pois... Quem não acompanhou o programa terá, agora, de ler este último capítulo para descobrir o que aconteceu.
Mas o melhor é ... aproveitar a oportunidade e ler toda a obra. Vai valer a pena!

sábado, 4 de maio de 2019

«MOMENTOS DE LEITURA» 2019


A final da 7:ª edição do Concurso «Momentos de Leitura» decorreu hoje na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, reunindo representantes de todos os agrupamentos de escolas dos concelhos de Monchique e Portimão.
Monchique esteve representado pelo Simão Correia (1.º ciclo), pela Mariele Venda (2.º ciclo) e pela Beatriz Reis (3.º ciclo).
Numa competição marcada por um expressivo conjunto de excelentes leituras, os nossos meninos não conquistaram o troféu do 1.º lugar, mas deixaram-nos muito orgulhosos com as suas prestações.