domingo, 25 de janeiro de 2015

«A AVENTURA DE ULISSES» LEVA ALUNOS A LISBOA

As duas turmas do 6.º ano da Escola Básica Manuel do Nascimento assistiram, no passado dia 22 de janeiro, no auditório do colégio Pedro Arrupe, em Lisboa, à representação da peça «A aventura de Ulisses», uma interessante e original adaptação da Odisseia de Homero.

Este trabalho, criado e desenvolvido pela companhia de teatro Cultural Kids, transforma o regresso de Ulisses a Ítaca numa espécie de jogo de computador, programado em função dos caprichos dos Deuses reunidos no Olimpo. As etapas da viagem surgem, aqui, como níveis de um videojogo, cabendo ao herói contornar os obstáculos que o afastam do seu objetivo: reencontrar a mulher, Penélope, e o filho, Telémaco. Ulisses tem, assim, de enfrentar a fúria das tempestades e a força dos Ciclopes e tem de resistir aos feitiços de Circe, ao canto das Sereias e à sedução da ninfa Calipso até atingir o último nível.
A peça, que termina com a expressão GAME OVER projetada no ecrã ao fundo do palco, recebe, em cada mudança de cena, entusiásticos aplausos da vasta assistência de jovens alunos, familiarizados com as aventuras do herói grego, graças à leitura da obra Ulisses de Maria Alberta Menéres.


 
Esta atividade, proposta pelos professores de Português e pela Biblioteca Escolar, contou com o apoio da Câmara Municipal de Monchique, que cedeu o transporte, e da Junta de Freguesia de Monchique, que financiou grande parte do custo dos bilhetes.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

7.ª EDIÇÃO DOS "PARES DA LEITURA" ENCHE AUDITÓRIO NA ESCOLA BÁSICA MANUEL DO NASCIMENTO

No passado dia 16 de janeiro, o auditório da Escola Básica Manuel do Nascimento foi pequeno para acolher os 32 pares que participaram na 7.ª edição do Concurso «Pares da Leitura» e os seus familiares e amigos.
 
 
A concurso estavam as obras Amor de perdição - Adaptado para os mais novos por Pedro Teixeira Neves, leitura indicada para os alunos, e O fantasma de Canterville, de Oscar Wilde, livro selecionado para os adultos.
 
Alunos realizando a sua prova
 
 
Adultos realizando a sua prova
 
Como já vem sendo hábito, a grande maioria dos concorrentes revelou um sério investimento na leitura e não foi fácil o apuramento dos dez pares que passaram à 2.ª fase.
Somadas as pontuações de cada elemento do par, foi necessário, de acordo com o regulamento, recorrer ao fator tempo para se desfazerem os empates que se registaram do 9.º ao 12.º lugar.
Ficaram então apurados para a final, que está agendada para o dia 20 de março, às 20h30, os seguintes pares:
Maria Gervásio (6.ºA) e Maria Luísa Salvador;
João Melo (6.ºA) e Rafael Melo ;
Ana Constança Reis (5.ºA) e Maria Manuela Andrez;
Filipa Justo (6.ºB) e Carlos Silva;
Leonardo Silva (5.ºB) e Fernanda Canelas Silva;
Joana Filipa Rosa (5.ºA) e Maria Fernanda Martins; 
Mariana Gabriel (6.ºB) e Lúcia Costa;
Teresa Penteado (6.ºB) e Anabela Martins;
Carolina Jesus (6.ºB) e Eduardo Duarte;
Duarte Gouveia (6.ºA) e Ana Gouveia.
Suplentes:
Beatriz Francisco (6.ºB) e Filipe Alexandre Duarte;
Catarina Ginjeira (5.ºB) e Teresa Ginjeira.
Na 2.ª fase, os alunos deverão ler a obra Os heróis do 6.º F, de António Mota, e os adultos, O velho e o mar, de Ernest Hemingway.
Esta atividade contou com o patrocínio da Junta de Freguesia de Monchique, cuja presidente premiou o bom desempenho dos alunos com a atribuição de vales para assistência a sessões de cinema.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

PRESÉPIOS COM ARTE E CRIATIVIDADE

Até hoje, dia de Reis, a comunidade educativa pode visitar, na Sala Multiusos da Junta de Freguesia de Monchique, uma interessante exposição de presépios elaborados nos diferentes estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Monchique, com recurso a técnicas e materiais muito diversificados, dando conta de uma extraordinária sensibilidade artística e capacidade criativa.
 
 
 

 
 
Este trabalho resultou de uma estratégia de articulação curricular entre ciclos acertada no Departamento de Expressões, no início do ano letivo, e pretendia, sobretudo, sensibilizar a comunidade para a reutilização de materiais.

LEITURA EM DESTAQUE NA ÚLTIMA SEMANA DO PERÍODO

Na última semana de aulas do 1.º período, a Biblioteca Escolar foi descobrindo leituras, e leitores, nas escolas do 1.º ciclo do nosso Agrupamento.
Em Marmelete, a "Caça à Leitura" foi encontrar alunos entusiasmadíssimos com os seus livros e todos provaram que a leitura é levada muito a sério.
 
 
Na EB1 n.º 2, fomos recebidos com euforia para fazer o sorteio da atividade "Adivinha quem está a ler!" e os premiados, que identificaram sem qualquer dificuldade as "leitoras mistério", tiveram direito a livros para a sua biblioteca pessoal.
 
 
Na EB1 n.º 1, a azáfama centrava-se na Feira do Livro, que esteve a decorrer entre os dias 25 de novembro e 18 de dezembro.
 

domingo, 21 de dezembro de 2014

LEITURAS E AFETOS

A última edição de 2014 da rubrica semanal “Um livro por semana” foi preenchida por um pequeno leitor de sete anos de idade, o André Sampaio, do 2.º ano da Escola de S. Roque, que apresentou aos ouvintes da Rádio Foia a obra Pedro e o coelhinho.
Com uma leitura fluente e expressiva e um discurso cuidado, espontâneo e cativante, o André semeou sorrisos e orgulhos no estúdio da nossa rádio local e fez-nos perceber que a leitura pode ser uma forma privilegiada para despertar emoções e afetos.

CLUBE DE TEATRO LEVA NATAL A TRIBUNAL

O Clube de Teatro do Agrupamento de Escolas de Monchique voltou a fazer uma nova apresentação teatral, desta vez centrada na temática do Natal. “Natal no Tribunal” foi a peça representada nos dias 15 e 16 de dezembro, no auditório da Escola Básica Manuel do Nascimento, por onde passaram todas as turmas dos 2.º e 3.º ciclos. Em foco estiveram os valores associados à época natalícia, com o propósito de levar a assistência a refletir sobre a verdadeira essência do Natal.

 
 
 
 
 

domingo, 14 de dezembro de 2014

FEIRA DO LIVRO - 2014

Até ao dia 18 do corrente mês, pode visitar a Feira do Livro que está a decorrer nas Bibliotecas Escolares das escolas EB1 n.º1 (S. Pedro) e EB 2,3 Manuel do Nascimento, usufruindo de 20% de desconto na aquisição de qualquer livro.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

À DESCOBERTA DO GATO TEODÓSIO

Afinal, como terminará aquela história que a professora de Português da turma B do 6.º ano começou a ler na aula?
 
Que terá acontecido ao gato Teodósio, que já não tinha qualquer serventia na casa nova, onde não havia o mais leve vestígio de RATOS, e cuja indolência era uma provocação para os adultos e um mau exemplo para as crianças?!
 
Se bem se lembram, o senhor pai havia sentenciado:
"- (...) Ele, que tanto tem vadiado em casa, que vá vadiar para a rua. Tenho dito".
 
 
Pois bem, aqui fica o final da história:

   (...) E o senhor pai fez um sinal à senhora mãe, que toda a gente à volta da mesa compreendeu. Levantou-se a senhora para ir à despensa buscar o cesto, quando o gato Teodósio se desenrolou muito bem desenrolado e se levantou da almofada de franjas, onde se instalara.
   Da mesa, o senhor avô, a senhora avó, o senhor pai, a senhora mãe e os miúdos fitaram-no com prolongado olhar de reprovação, muito mais prolongado do que aquele que haviam dirigido, pouco antes, à prima Elisa. O feixe de olhares parecia dizer, como se de um coro se tratasse: «Vejam o lorde, o rei, o faraó, que acorda da sua sesta. Vejam esta pouca vergonha de madracice em quatro patas. Temos ou não temos razão? Claro que temos.»
   O gato Teodósio, depois de se levantar, espreguiçou-se, ora para trás ora para a frente, arqueou-se todo que até parecia a ponte da Arrábida, esticou as patas e, feito isto com o maior ripanço, sentou-se nos quartos traseiros, lambeu os bigodes e, virado para os da mesa, disse:
   - Escusam de ir buscar o cesto. Dispenso esse incómodo. Depois de tudo o que acabo de ouvir, seria indesculpável falta de brio da minha parte, se continuasse mais um minuto que fosse nesta casa. Portanto, vou-me embora e pelo meu pé.
   E o gato Teodósio, majestosamente, levantou-se da almofada e tomou o caminho da porta. Seria faltar à verdade se disséssemos que esta inesperada fala não provocou efeito. O avô começou a tamborilar com os dedos no tampo da mesa, um pouco comprometido. A avó pôs-se a enrolar e a desenrolar a ponta do xaile, o que queria dizer alguma coisa. O senhor pai coçou a cana do nariz. A senhora mãe piscou os olhos e suspirou baixinho; e no coração dos rapazes, quem estivesse de ouvido à escuta, conseguiria ouvir o «trrre-trrre-trrre» do bichinho do remorso a começar a roer.
   - Bem vês, Teodósio, nós... – ia explicar o senhor pai.
   O gato atalhou:
   - Não mereço mais palavras. O que está dito, está dito. Um bichano como eu é útil, enquanto a sua presença é desejada. Os gatos servem para isso: para fazer companhia, para receberem festas (é bom fazer festas no pelo de um gato!), para dar umas turras e umas roçadelas nas pernas dos bons amigos, para brincar, quando é caso disso, mas fundamentalmente, para oferecer a sua presença tranquila dentro de casa. Como acham que isto não conta, vou-me embora. Adeus.
   E o gato Teodósio foi-se embora mesmo.
   Na sala, à volta da mesa era como se tivesse faltado a luz. A prima Elisa, então, despediu-se, porque se estava a fazer tarde, mas ninguém lhe prestou atenção.
   - Bichinho gato! Bichinho gato, onde te meteste tu? – chamava ela na rua, pouco depois.
   O gato Teodósio apareceu, saído debaixo de um automóvel.
   - Vem para a minha casa que eu trato-te bem. Já há tempos que andava a pensar que precisava da companhia de um gato. Vivo sozinha, sabes? É uma casa modesta, mas descansa que nada te faltará.
   O gato Teodósio ronronou meigamente, agradecido, e a história podia acabar aqui.
   Mas não podia acabar sem contarmos um facto que ultimamente nos tem feito uma certa espécie.
   É o seguinte: de há uns tempos para cá, os rapazes passaram a visitar com mais frequência a prima Elisa e até os pais e os avós têm lá ido fazer-lhe um bocadinho de companhia. Porque será?
 
Torrado, António, "A minha prima Elisa", in Os meus amigos, Lisboa: Edições Asa, 1993.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

ALUNOS DO 5.º A E DO 6.º B PREENCHEM MÊS DE NOVEMBRO NA RÁDIO FOIA

A rubrica de leitura "Um livro por semana" foi inteiramente preenchida, no mês de novembro, por alunos da turma A do 5.º ano e da turma B do 6.º ano.
A abrir o mês, o António Guerreiro e a Carolina Jesus, do 6.ºB, levaram a animação e a diversão aos microfones da Rádio Foia com As aventuras da Engrácia de Maria Alberta Menéres. Entusiasmados com as tropelias da pequena Engrácia, os dois jovens leitores partilharam com os ouvintes alguns dos episódios mais divertidos e deixaram no ar uma vontade enorme de continuar a descobrir as peripécias em que a protagonista se envolve.


No dia treze, a Patrícia Moreira, do 5.º A, habitualmente tímida e reservada, levou-nos ao fantástico mundo das fábulas e conquistou os ouvintes da rádio local com uma interessante e expressiva leitura de "A cegonha e a tartaruga", pondo em destaque as vantagens que podem advir do hábito de ler. Acompanhada da obra Três fábulas, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, a Patrícia ainda nos presenteou com um extraordinário reconto da fábula "A ursa e o mensageiro dos deuses".
 

Na terceira quinta-feira do mês, a Constança, do 5.º A, deslumbrou-nos com uma excecional leitura da obra Séc. XVI - Que grande epopeia, da coleção "Portugal - 10 séculos de histórias", e deu-nos uma magnífica lição de História e Literatura, transportando-nos até à época de Camões, onde travámos conhecimento com este grande poeta português e com a sua obra, Os Lusíadas.


A emissão do dia vinte e sete esteve a cargo da Beatriz Francisco e da Carolina Silva, do 6.º B, que optaram pela obra Os heróis do 6.º F, de António Mota.
Muito seguras e com a leitura muito bem preparada, as duas jovens tomaram conta dos microfones da Rádio Foia (literalmente falando) e deixaram transparecer toda a emoção que a história da Manuela lhes causou.
 
 
Quatro excelentes propostas de leitura, ótimos leitores e tardes bem passadas na companhia da Rádio Foia foram os pontos fortes das edições de "Um Livro por Semana" no mês de novembro.
A comprová-lo, aqui ficam as manifestações efusivas de alguns dos colegas dos nossos pequenos GRANDES LEITORES.
 
 
 
 


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CAÇA À LEITURA NO 1.º ANO

 Familiarizados com a atividade “Levo um livro na sacola para ler fora da escola!”, que é desenvolvida, com regularidade, no Jardim de Infância, os alunos do 1.º ano da Escola EB1 Nº 2 (S. Roque) participaram, pela primeira vez, na atividade “Caça à Leitura” e foram convidados a falar de um livro que leram, em casa, com a ajuda dos pais.
Começar é sempre difícil e, por isso, a Cristina Reis e a Maria Gouveia estavam um pouco receosas com esta nova experiência, mas correu tudo muito bem e todos os colegas acharam, sem qualquer dúvida, que elas tinham sido “caçadas na leitura”.

CLUBE DE TEATRO JÁ FEZ A PRIMEIRA APRESENTAÇÃO AO PÚBLICO

Criado há pouco mais de um mês, o clube de teatro já fez a sua primeira apresentação pública na Escola Básica Manuel do Nascimento.
Com um texto simples mas muito divertido, da autoria da professora Clementina Jorge, a família “Pirolito”, coadjuvada pela diretora “Fininha”, levou o bom humor e a animação a vários espaços do recinto escolar.
Embora ainda pouco experientes, cinco jovens “atrizes” assumiram os seus papéis com grande responsabilidade e entusiasmo e surpreenderam colegas e professores com os seus dotes na arte de representar.
E como esta estreia foi um sucesso, está já a ser preparada uma nova representação, centrada, desta vez, na temática do Natal.

 
 
 
 

domingo, 30 de novembro de 2014

SABES QUEM FOI GIL VICENTE?

Gil Vicente é considerado o fundador do teatro Português, um dos maiores dramaturgos portugueses e um grande escritor.

Pensa-se que Gil Vicente nasceu em 1465, provavelmente em Guimarães ou Lisboa ou então nas Beiras, não havendo documentos que o confirmem. Mas também não se sabe ao certo a data da sua morte, sendo, hipoteticamente, referida por volta de 1537.

Sabe-se, contudo, que foi casado duas vezes e que teve vários filhos, dois dos quais, Paula Vicente e Luís Vicente, procederam à compilação e publicação póstuma, em 1562, das obras do pai com o título “Compilaçam de tôdalas obras de Gil Vicente”.
 
Também se sabe que Gil Vicente frequentou as cortes de D. João II, de D. Manuel I e de D. João III, gozando de grande prestígio junto dos reis, o que lhe permitiu satirizar os vícios do seu tempo «os podres da sociedade», como se vê através das suas obras.

A sua primeira peça foi o Auto da Visitação (ou Monólogo do Vaqueiro), representada em 1502 na câmara da Rainha D. Maria para comemorar o nascimento do príncipe herdeiro D. João, futuro D. João III.
 
Esta obra, Monólogo do Vaqueiro, é também considerada a primeira peça de teatro português e trata, como o próprio nome indica, de um curto monólogo de um vaqueiro que vem saudar o príncipe recém-nascido.

Entre 1502 e 1536, Gil Vicente fez representar cerca de 50 peças da sua autoria, sempre ao serviço da família real, de cuja proteção sempre gozou. Neste vasto conjunto de obras, destaca-se o Auto da Barca do Inferno e o Auto da Índia, recomendadas, presentemente, para leitura no 9.º ano.
 
 
(Texto produzido pela aluna Alexandra Paixão, da turma A do 9.º ano)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

MARIA JOÃO LOPO DE CARVALHO REACENDE O INTERESSE PELA COLEÇÃO "7 IRMÃOS"

A visita da escritora Maria João Lopo de Carvalho à Escola Básica Manuel do Nascimento voltou a colocar a coleção “7 irmãos” no topo das preferências dos alunos.
Extrovertida, ativa e entusiasta, a autora dinamizou, no passado dia 14 de novembro, várias sessões com turmas do 5.º ao 8.º ano e prontificou-se a responder às inúmeras e pertinentes questões que os alunos foram colocando.
 
Falou-se, obviamente, de leitura, de escrita, de motivação e de imaginação e os alunos quiseram saber, sobretudo, como se faz um escritor.
Convidados a ler alguns excertos das obras da autora, os alunos corresponderam ao seu entusiasmo e presentearam-na com excelentes e animadas leituras.
 
 
Na Biblioteca Escolar, os exemplares da coleção “7 Irmãos” voltaram a ser os livros mais requisitados e reapareceram, em força, nas diferentes atividades de leitura entretanto desenvolvidas.
 


 
 
 
 

Esta atividade resultou de uma parceria com a Biblioteca Municipal e contou com o apoio financeiro do Município de Monchique.
    

domingo, 16 de novembro de 2014

UM CONTO DE ANDERSEN NA RÁDIO FOIA

O projeto "Um Livro por Semana", na Rádio Foia, é sempre uma oportunidade para descobrirmos  novas leituras com os nossos alunos.
Assumindo o seu desejo de voltar a participar nesta rubrica semanal, a Carolina Luís, da turma A do 5.º ano, apresentou-se na Biblioteca Escolar com um dos seus livros preferidos e, sem hesitar, escolheu o conto "O Acendedor", de Hans Christian Andersen, para partilhar com os ouvintes da nossa rádio local.
Com a leitura preparada e segura da sua escolha, a Carolina leu, em direto e na íntegra, um conto pouco conhecido, que nos leva a concluir que, por vezes, as coisas mais simples e insignificantes, como um velho acendedor, são as que nos podem ajudar a encontrar a verdadeira felicidade.
Nas entrelinhas, há ainda a possibilidade de refletir sobre a ambição, a maldade, a integridade e a justiça, aspetos que a jornalista Idalete Marques não deixou passar em branco.
 
 
À saída das instalações da Rádio Foia, a Carolina era esperada por uma das suas colegas de turma, que a saudou com um forte abraço, reconhecendo a boa prestação da amiga.
 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONCHIQUE RECOLHE 829 QUILOS DE PAPEL

No âmbito do projeto «Papel Solidário», que se enquadra no projeto «Papel por Alimentos» do Banco Alimentar Contra a Fome, o Agrupamento de Escolas de Monchique entregou, no passado mês de outubro, no polo de Portimão, mais 829 quilos de papel, resultantes de uma recolha que envolveu a comunidade educativa e que contou com o apoio da Junta de Freguesia de Monchique.
 
 
 

SABE QUEM FOI EUCLIDES?

 

 
(Texto coletivo produzido pela turma B do 6.º ano, numa estratégia de articulação curricular entre as disciplinas de Português e Matemática.)

domingo, 26 de outubro de 2014

"LISBOA EM RUÍNAS" ABRE TEMPORADA NA RÁDIO FOIA

Um Livro por Semana” voltou aos microfones da Rádio Foia pela voz da Joana Rosa que, no corrente ano letivo, frequenta a turma A do 5.º ano.
Entusiasmada com a experiência do ano transato, quando ainda frequentava o 1.º ciclo, a Joana aceitou, sem qualquer hesitação, o convite para dar início a uma nova temporada da nossa rubrica semanal de leitura na rádio local.
Ponderadas e debatidas várias hipóteses de leitura, a Joana optou pela obra Lisboa em Ruínas, da coleção “Portugal: 10 Séculos, 10 Histórias”, e levou-nos numa viagem no tempo, até à época pombalina e à reconstrução da cidade de Lisboa na sequência do terramoto de 1755.

Com uma leitura segura, fluente e expressiva, fruto de um apurado trabalho de preparação, a Joana deu-nos uma interessante lição de História e recebeu os maiores elogios da jornalista Idalete Marques.
À saída da Rádio, a Joana foi surpreendida por um grupo de colegas, que a receberam calorosamente, eufóricos com o desempenho da jovem leitora. 
 

"A VIÚVA E O PAPAGAIO" PROPORCIONA DIFERENTES ATIVIDADES DE LEITURA NA BIBLIOTECA ESCOLAR

Recomendada nas Metas Curriculares, a obra A viúva e o papagaio, de Virgínia Woolf, foi o primeiro livro a ser trabalho nas aulas de Português pelos alunos do 5.º ano.
Concluído o estudo da obra, as duas turmas deste ano de escolaridade envolveram-se, na Biblioteca Escolar, em diferentes atividades de leitura que visavam, simultaneamente, aferir a compreensão do texto e promover o desenvolvimento da capacidade de atenção/concentração, do domínio da língua portuguesa e de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania.
A turma do 5.º A participou na atividade “À Roda dos Livros” e cada aluno teve de recontar uma parte da história, a partir de uma determinada palavra, sabendo que a sua intervenção era cuidadosamente apreciada pelos colegas, que procediam, em seguida, à heteroavaliação.
 
Para o 5.º B foi selecionada a atividade “Leitura em Linha” e, num jogo muito disputado e estratégico, dois alunos “defrontaram-se” no “4 em linha”, recebendo uma peça por cada resposta certa. Os restantes alunos ouviam atentamente cada uma das questões e, antes de os “jogadores” responderem, registavam, numa ficha de trabalho, a resposta que consideravam adequada.
 
No final de cada atividade, o conhecimento da obra era, seguramente, mais aprofundado e os alunos tinham identificado, de uma forma lúdica, mas responsável, os seus pontos fortes e as suas fragilidades na concretização das tarefas que lhe foram propostas.